Academias são interditadas após Procon Manaus identificar irregularidades

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Quatro academias foram interditadas após o Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus) identificar irregularidades durante a operação “Academia Segura”, que teve como objetivo garantir o cumprimento das normas pelos estabelecimentos.

A fiscalização, realizada em parceria com o Conselho Regional de Educação Física da 8ª Região (Cref-8), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-AM) e a Vigilância Sanitária (Visa Manaus), teve duração de três dias e foi concluída na última sexta-feira (21).

Ao todo, dez academias foram verificadas, sendo que quatro delas foram interditadas pelo Cref-8. As interdições ocorreram devido à ausência de licença de funcionamento, à comercialização de produtos vencidos ou com validade ilegível, além da presença de profissionais atuando sem o registro adequado para o exercício da profissão nas academias.

A atuação do Procon Manaus envolveu a fiscalização de contratos para verificar o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor, analisando cláusulas sobre cancelamento, trancamento de matrícula, formas de cobrança e transparência das informações. Além disso, foram conferidas a validade e a precificação de produtos comercializados nas academias, como suplementos e vestuários, bem como a exigência de tabelas de preços atualizadas e emissão de documentos fiscais.

Outros órgãos fiscalizadores atuaram na verificação de alvarás e licenciamentos, na fiscalização das condições estruturais e de segurança das academias, no cumprimento das normas higiênico-sanitárias e na regularização dos produtos comercializados nos estabelecimentos.

O presidente do Cref-8, Johnson Furtado, enfatizou que a atuação conjunta dos órgãos fortalece a valorização dos profissionais de Educação Física e coíbe práticas irregulares nas academias.

“A parceria entre os órgãos responsáveis é fundamental para garantir a qualidade e a segurança dos serviços prestados nas academias. Trabalhamos em conjunto para intensificar a fiscalização, combater o exercício ilegal da profissão e assegurar que os consumidores tenham acesso a profissionais qualificados e ambientes adequados para a prática de atividades físicas”, declarou Johnson Furtado.

*G1/Foto: Divulgação Procon

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