Pedido de suspensão: saiba quais deputados foram parar na Corregedoria

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A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu encaminhar, nesta sexta-feira (8/8), as representações de afastamento contra 14 deputados por até seis meses. A decisão sobre a suspensão será analisada pela Corregedoria Parlamentar nos próximos dias.

Os parlamentares estão ligados a episódios ocorridos ao longo desta semana, como a ocupação da Mesa Diretora para obstruir o funcionamento da Casa.

Após o posicionamento da Corregedoria, o caso volta às mãos do presidente, Hugo Motta (Republicanos-PB), para decisão sobre se os casos serão encaminhados ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

Veja quem são os parlamentares:

  • Sóstenes Cavalcante (PL-RJ);
  • Nikolas Ferreira (PL-MG);
  • Luciano Zucco (PL-SC);
  • Allan Garcês (PP-MA);
  • Caroline de Toni (PL-SC);
  • Marcos Feliciano (PL-SP);
  • Domingos Sávio (PL-MG);
  • Marcel Van Hattem (Novo-RS);
  • Zé Trovão (PL-SC);
  • Bia Kicis (PL-DF);
  • Carlos Jordy (PL-RJ);
  • Julia Zanatta (PL-SC);
  • Marcos Pollon (PL-MS);
  • Paulo Bilynskyj (PL-SP).

Motim na Câmara

A representação contra os deputados repete os casos do deputado Gilvan da Federal (PL-ES) e André Janones (Avante-MG), que foram suspensos por três meses das atividades parlamentares.

No caso desta semana, a ala bolsonarista da Câmara obstruiu os trabalhos em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na segunda-feira (4/8).

Eles queriam que entrasse em votação três medidas de forma imediata: o projeto para anistiar envolvidos no 8 de Janeiro, a proposta de Emenda à Constituição do fim do foro privilegiado e também o impeachment de Moraes.

Dois dias depois, na quarta-feira (5/8), Motta decidiu convocar sessão e ameaçou punir com suspensão de seis meses qualquer deputado que insistisse na paralisação.

Na quinta-feira (7/8), em entrevista ao Metrópoles, o presidente da Câmara afirmou que o caso estava em “avaliação”. Sobre as pautas dos bolsonaristas, Motta reafirmou que não trabalha sobre “chantagem” e “imposição”.

Fonte: Metrópoles/Foto: Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto

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