Crise do metanol no Brasil repercute na imprensa internacional; veja manchetes

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A intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas destiladas no Brasil provocou repercussão internacional e mudanças nos hábitos de consumo, com consumidores evitando cachaça, gim e vodca. A crise sanitária ganhou destaque em portais e canais de televisão de Estados Unidos, Reino Unido, França e Índia, que relataram “pânico entre brasileiros” e alertaram para a queda no consumo de caipirinhas em bares e restaurantes.

O britânico The Independent destacou o “pânico” entre os brasileiros ao consumir bebidas destiladas na noite que abriu o fim de semana, com preferência por cervejas e vinhos. O canal norte-americano ABC News afirmou que alerta de autoridades e médicos “causaram pânico” e resultaram em menor movimentação em regiões antes agitadas de São Paulo, epicentro da crise.

O France 24 afirmou que as “caipirinhas estão canceladas” e ressaltou que muitas pessoas evitam gim, vodca e cachaça, a base da tradicional bebida brasileira. Em contato com consumidores e donos de bares, o canal destacou a preocupação crescente com a segurança das bebidas.

O jornal indiano The Week relatou que alguns estabelecimentos chegaram a suspender temporariamente a venda de bebidas destiladas, enquanto outros mudaram o cardápio para oferecer coquetéis sem destilados. A reportagem enfatizou que a crise gerou mudanças rápidas no comportamento dos consumidores e preocupação entre empresários do setor.

A rádio francesa RFI também repercutiu o episódio, destacando que a tradicional caipirinha foi deixada de lado e que a população buscava alternativas mais seguras, como vinhos e cervejas, diante do temor de contaminação.

O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado neste sábado (4), aponta 195 casos de intoxicação por metanol após ingestão de bebida alcoólica.

São 14 casos confirmados e 181 em investigação. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Piauí notificaram os primeiros casos em investigação.

Entre as treze pessoas que já faleceram em circunstâncias suspeitas de intoxicação, uma foi confirmada e 12 estão sendo investigadas. O balanço do ministério não contabilizou a segunda morte confirmada pelo governo de São Paulo neste sábado (4).

Perguntas e Respostas

 

Qual é a situação atual da intoxicação por metanol no Brasil?

 

A intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas no Brasil gerou repercussão internacional e mudanças nos hábitos de consumo, com consumidores evitando cachaça, gim e vodca. A crise ganhou destaque em diversos países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França e Índia.

 

Como a imprensa internacional está cobrindo a crise?

 

O britânico The Independent destacou o “pânico” entre os brasileiros ao consumir bebidas destiladas, com uma preferência crescente por cervejas e vinhos. O canal norte-americano ABC News informou que alerta de autoridades e médicos causaram pânico e resultaram em menor movimentação em regiões de São Paulo, epicentro da crise. O France 24 mencionou que as caipirinhas estão sendo evitadas, enquanto o jornal indiano The Week relatou que alguns estabelecimentos suspenderam a venda de bebidas destiladas.

 

Quais são os impactos da crise nos hábitos de consumo?

 

A crise gerou mudanças rápidas no comportamento dos consumidores, com muitos buscando alternativas mais seguras, como vinhos e cervejas. A rádio francesa RFI também repercutiu o episódio, ressaltando que a tradicional caipirinha foi deixada de lado.

 

Qual é o número de casos de intoxicação por metanol até agora?

 

O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado no dia 4, aponta 195 casos de intoxicação por metanol após ingestão de bebida alcoólica, sendo 14 casos confirmados e 181 em investigação. Os primeiros casos foram notificados em Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Piauí.

 

Quantas mortes foram registradas devido à intoxicação?

 

Até o momento, treze pessoas faleceram em circunstâncias suspeitas de intoxicação, com uma morte confirmada e doze em investigação. O balanço do ministério não contabilizou uma segunda morte confirmada pelo governo de São Paulo.

 

 

*R7/Foto: UFPR/Divulgação/Arquivo

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