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Amazonas discute estratégias para valorizar e criar mais oportunidades para o artesanato, em encontro nacional em Brasília

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Amazonas discute estratégias para valorizar e criar mais oportunidades para o artesanato, em encontro nacional em Brasília Na última segunda-feira (18), a Prefeitura de Manaus anunciou a construção de 17 mil moradias para beneficiar famílias de baixa renda na cidade. Segundo David Almeida, as construções serão realizadas por meio de programas habitacionais em parceria com a Simhab. O evento contou com a presença do Senador Eduardo Braga, que destinou emendas parlamentares ao município no valor de R$ 200 milhões aos cofres públicos, só este ano. A promessa, tem prazo até dezembro para beneficiar pelo menos 5 mil famílias. O que mais chama atenção nesta oferta repentina de David, é ela ser a pouco tempo das eleições; seria um chamativo para tentar agradar a população? Principalmente as pessoas de baixa renda? Já que são esses que mais sofrem pela falta da gestão municipal, do saneamento básico, recapeamento asfáltico entre tantos outros problemas. Seria essa mais uma cortina de fumaça para David Almeida tentar limpar sua imagem, e tirar o foco de suas polêmicas, ou dos gastos enormes com licitações fraudulentas, publicidade e eventos? Essas respostas não temos, mas levantamos para que você leitor possa refletir.
FOTOS: Divulgação/Setemp

Referência nacional e internacional, o artesanato amazonense tem ganhado destaque pela qualidade e singularidade. E com o objetivo de alavancar, cada vez mais, o desenvolvimento, a valorização e as oportunidades do setor e de seus profissionais, o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria Executiva do Trabalho e Empreendedorismo (Setemp), participa da Oficina de Planejamento Estratégico do Artesanato Brasileiro, que acontece em Brasília desde a quarta-feira (20/09), até esta sexta-feira (22/09).

A oficina, realizada na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), é promovida pelo Programa de Artesanato Brasileiro (PAB) da Secretaria de Micro e Pequena Empresa e Empreendedorismo, presente na estrutura do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), e objetiva discutir acerca das políticas públicas e diretrizes que norteiam o artesanato do país.

A ação conta com a presença de, aproximadamente, 80 representantes do setor no âmbito federal e estadual, além de instituições de ensino e da iniciativa privada, a exemplo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

No Amazonas, a Coordenação Estadual do Artesanato é vinculada à pasta do Trabalho, que tem desenvolvido ações para fomento e valorização da categoria a partir da promoção de oportunidades de divulgação e comercialização de produtos em eventos promovidos ou apoiados pelo Governo do Estado. Além disso, tem os editais de chamamentos públicos para participação em feiras, e a realização de cadastro de artesãos no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab), para obtenção da Carteira Nacional do Artesão.

Representando o Amazonas na oficina, a coordenadora estadual do Artesanato da Setemp, Cláudia Monteiro, destaca a importância das coordenações de representação estadual e nacional e do diálogo contínuo para impulsionamento de ações estratégicas voltadas para o desenvolvimento do setor como um todo.

“Essa oficina nasceu de alguns anseios de reuniões virtuais com os coordenadores dos estados. A gente sentia a necessidade de entender, tecnicamente, algumas bases que norteiam o artesanato. A oficina trata sobre as demandas de como os estados devem se planejar, como devem criar suas metodologias de trabalho e como o PAB nacional, enquanto programa que nos representa, pode dar esse suporte técnico para que a gente possa desenvolver nossas atividades no estado, com mais eficácia, com mais qualidade”, pontua Cláudia.

Entre as pautas presentes na programação para discussão e planejamento estratégico, está o escoamento das produções e o enfrentamento de desafios para ampliação das oportunidades de qualificação e de capacitação de artesãos.

Ainda segundo Cláudia, a ação oportuniza o aperfeiçoamento do artesanato do Amazonas e promove o diálogo e a troca de experiências com outros estados.

“A importância do Amazonas nesse evento se dá não somente para que a gente possa colher informações, mas como a gente pode apresentar aos outros estados, que é uma pergunta frequente nas feiras, o que é que o Amazonas tem que está dando tão certo nas ações, nos editais, nos eventos e por que o estado vem escoando tão bem os produtos artesanais”, destaca.

*Estadão Conteúdos

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