A delegada Marília Campello, adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), disse em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (26), falou sobre avanço nas investigações do caso do assassinato da babá Geovana Costa Martins, de 20 anos, encontrada morta em agosto deste ano, em uma área de mata no bairro Tarumã, em Manaus. Conforme a delegada ela foi para a casa de uma amiga e tentou romper com sua patroa, Camila Barroso da Silva, 33, que está presa desde o dia 28 de agosto deste ano, por ser a principal suspeita no crime.
Segundo as investigações, no dia 18 de agosto, um dia antes do desaparecimento da vítima, ela foi para a casa de uma amiga e a sua intenção era parar de conviver na mesma residência que Camila, apontada como a pessoa que lhe inseriu no mundo da prostituição.
“A testemunha contou que Camila ligava repetidamente para a vítima, insistindo para que ela voltasse para a sua casa. Camila tentava controlar a vida da jovem, prometendo coisas e mencionando dívidas, o que a mantinha em uma situação de dependência. No dia 18, a patroa foi até a residência da amiga da vítima e a retirou do local de forma brusca”, disse a delegada.
De acordo com a delegada, depois a mulher levou a vítima para um carro, onde havia um homem, esperando-as. Depois disso, a jovem foi levada para o local do crime, onde foi brutalmente assassinada.
O delegado Ricardo Cunha, titular da DEHS, também comentou sobre o caso. “A jovem desapareceu no dia 19 de agosto, e seu corpo foi reconhecido por seus familiares cinco dias depois. A partir disso, passamos a conduzir as investigações a fim de esclarecer o caso e chegar aos possíveis autores do crime. Depois que prendemos Camila, com o avançar das diligências descobrimos que ela não agiu sozinha, e chegamos à identificação de Chelton, como segundo envolvido direto no caso”, destacou.
Foto: Reprodução/ *AM Post
