Um estudo realizado pela Universidade de Vigo, na Espanha, descobriu que os dinossauros terópodes e ornitísquios desenvolveram ‘sangue quente’ para poder se adaptar às mudanças climáticas. Essa modificação ocorreu entre 250 e 65 milhões de anos atrás.
Essa descoberta bate de frente com o que muitos paleontólogos acreditavam e que esses animais eram de ‘sangue frio’ (ectotérmicos). Aliás, aqueles de ‘sangre frio’ acabaram morrendo mais rápido por não conseguir se adaptar.
Mas, afinal, qual a diferença?
A temperatura de um ambiente é algo importantíssimo para compreender a sobrevivência de animais ao longo da história. Por isso, dependendo da forma como o sistema imunológico deles reagem, pode mudar em algo na chance de morrerem mais cedo.
Animais de sangue frio são aqueles que dependem totalmente do clima ao redor. Entre as espécies estão os peixes que, por exemplo, podem morrer se a água ficar mais gelada ou mais quente por qualquer razão. Entre outras espécies que também são estão répteis, anfíbios e insetos, como lagarto, lagartixa, caranguejo e crocodilo.
Já animais de sangue quente dependem bem menos da temperatura externa. Os humanos, por exemplo, são considerados de ‘sangue quente’, ou endotérmicos. A maior dependência dessas espécies é uma alimentação regular. Aves e mamíferos, como gatos, cachorros, águas, gaviões e mais, são alguns deles.
Fonte: CBN/Foto: Reprodução
