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Frutas, metrô e livro didático estão entre os itens que puxam prévia da inflação em janeiro

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A prévia da inflação oficial do país perdeu força em janeiro, mas não aliviou o bolso do consumidor. Os grupos dos alimentos e bebidas (1,53%) e gastos com saúde (0,56%) foram os que mais puxaram os preços para cima. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) registrou uma alta de 4,47%.

TENSJANEIROACUMULADO – 12 MESES
MARACUJÁ28,6041,52
BATATA-INGLESA25,957,32
CENOURA21,1156,6
ALUGUEL DE VEÍCULO16,059,71
PEPINO15,5447,9
FEIJÃO-MACÁÇAR (FRADINHO)14,7210,86
REPOLHO14,755,79
FEIJÃO-CARIOCA (RAJADO)14,46-12,17
BANANA-PRATA12,757,66
LARANJA-BAÍA11,8922,72
ABACAXI11,336,01
TOMATE11,19-1,32
MELANCIA10,4228,29
UVA9,6116,73
MANGA9,2337,39
LARANJA-LIMA9,2124,27
PIMENTÃO8,374,61
LIVRO DIDÁTICO5,089,16
METRÔ3,495,71
AZEITE DE OLIVA3,4342,53
TREM3,2422,76
CAFÉ SOLÚVEL2,522,85
PLANO DE SAÚDE0,7711,07

Fonte: IBGE /Luce Costa/Arte R7

O resultado deste mês foi influenciado pelo aumento nos preços de alimentos e bebidas, que subiram 1,53%. O item que ficou mais pesado no bolso do brasileiro em janeiro foi o maracujá (28,6%), seguido pela batata-inglesa (25,95%). Terceira colocada da lista, a cenoura ficou 21,11% mais cara. Também contribuíram para este cenário as altas dos feijões fradinho (14,72%) e rajado (14,46%).

Os gastos com saúde também tiveram elevação em janeiro, com alta de 0,56%, resultado influenciado principalmente pelo aumento do plano de saúde (0,77%). Em seguida, o grupo habitação registrou alta de 0,33%, puxado pelo aumento da taxa de água e esgoto (0,56%) e do gás encanado (1,01%).

Quedas

Por outro lado, houve queda nos preços dos transportes, que ficaram 1,13% mais baratos. A passagem aérea foi o subitem com maior impacto individual no índice deste mês (-15,24%). No ano passado, os bilhetes aéreos haviam puxado a inflação para cima, com alta de 47,24% entre janeiro e dezembro de 2023.

Em relação aos combustíveis (-0,63%), houve recuo nos preços do etanol (-2,23%), do óleo diesel (-1,72%) e da gasolina (-0,43%), enquanto o gás veicular (2,34%) registrou alta.

*R7/Foto; ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO – 29.12.2023


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