Furtos a Hilux em Manaus: polícia alerta sobre nova tática criminosa

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Nos últimos meses, a região centro-sul de Manaus tem sido palco de uma série de furtos nos caminhões Toyota Hilux, que têm intrigado as autoridades pela sofisticação das técnicas utilizadas. De acordo com investigações conduzidas pelo 22º Distrito Integrado de Polícia (DIP), os criminosos empregam ferramentas simples, como chaves de fenda, para acessar os veículos sem

O delegado responsável pelo caso destacou que os furtos são realizados de forma tão discreta que as vítimas muitas vezes só percebem o crime muito tempo depois. “Os indivíduos utilizam chaves de fenda para abrir os veículos e furtar objetos de valor como celulares, notebooks e dinheiro. O método é minucioso e não deixa

A investigação e o método de ação
Os furtos foram investigados há cerca de seis meses, quando os policiais perceberam um aumento nos casos com características semelhantes. Um dos episódios mais marcantes foi o furto de uma abordagem expressiva de dinheiro de um veículo estacionado em um estabelecimento comercial. Graças ao trabalho da polícia, o objeto furtado foi recuperado, e o suspeito capturado foi revelado à equipe como usava uma ferramenta para destruir as portas.

“Mesmo com a porta travada, ele conseguiu acessar o veículo sem acionar o alarme. Por isso, orientamos os proprietários a não deixarem objetos de valor dentro dos carros”, explicou o delegado. A polícia também constatou que modelos mais antigos da Hilux possuem sistemas de alarme menos eficientes, facilitando o trabalho dos infratores. “Aconselhamos que os proprietários procurem transações para verificar possíveis novidades ou soluções que possam prevenir esses furtos”, acrescentou.

A ameaça do dispositivo ‘Chapolin’
Além do uso de chaves de fenda, outro método preocupante apontado pelo delegado é o uso do dispositivo eletrônico conhecido como “Chapolin”. Essa tecnologia, já conhecida por impedir a ativação de alarmes e travamentos, continua sendo amplamente utilizada em locais como estacionamentos de comércio.

“O ‘Chapolin’ interfere no sinal do controle remoto do carro, impedindo que as portas sejam trancadas. É essencial que os motoristas verifiquem manualmente se o veículo estiver realmente travado antes de retirá-lo. Mais uma vez, a recomendação é não deixar objetos de valor dentro dos veículos”, enfatizou.

Denúncias e prevenção
Para as vítimas ou aqueles que testemunharem situações suspeitas, o delegado reforça a importância de registrar o Boletim de Ocorrência (BO). Esse registro é fundamental para o início das investigações e a coleta de informações que possam levar à prisão dos mais envolvidos.

As denúncias podem ser feitas pelo número (92) 98140-6009, ou disque-denúncia do 22° DIP. A sede da unidade policial, localizada na rua Brasil, bairro Nossa Senhora das Graças, também está aberta para atendimento presencial.

Foto:Divulgação/ AM Post

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