Charles Spencer, de 59 anos de idade, irmão da saudosa princesa Diana Spencer (1961-1997), se manifestou sobre o misterioso sumiço de Kate Middleton, nora de Lady Di, e as teorias conspiratórias envolvendo a mulher do príncipe William. As suspeitas vão de saúde, cirurgia plástica, divórcio, entre outras.
Em conversa com a BBC, ele recusou a conspiração sobre o estado de saúde de Kate. “Me preocupo com o que aconteceu, com a verdade”, disse ele em uma prévia da entrevista, repercutida pelo New York Post.
Charles foi questionado ainda se vê alguma relação entre as teorias conspiratórias atuais em torno de Kate, com o que Diana sofreu com a imprensa no passado, especialmente quando veio à tona o romance da ex-mulher do agora rei Charles III com o milionário egípcio Dodi Al-Fayed.
Vale lembrar que o casal teve o carro perseguido pelos paparazzi em Paris, quando o automóvel perdeu o controle e sofreu um gravíssimo acidente no dia 31 de agosto de 1997. Fayed e o motorista, Henri Paul, morreram na hora. Diana foi socorrida em estado gravíssimo, mas morreu horas depois. O único sobrevivente que estava no veículo foi o guarda-costas Trevor Rees-Jones.
“Acho que era mais perigoso antigamente”, disse Charles Spencer. “Acho que, se olhar para 1997 e para a morte de Diana, as circunstâncias de sua morte [foram] tão chocantes que fizeram a indústria que apoia os paparazzi realmente considerar com mais cuidado o que não poderia, não porque eles tivessem um julgamento moral, mas porque era inaceitável”, ainda analisou Spencer.
Entenda o caso
Em dezembro de 2023, Kate foi internada para realizar uma cirurgia abdominal, sem mais detalhes, e sua alta aconteceria cerca de duas semanas depois. No entanto, segundo um site norte-americano, uma fonte próxima do Palácio de Buckingham afirmou que os conselheiros mais próximos dela sequer sabiam que ela seria submetida a uma cirurgia
O que poderia ser uma ação comum, virou uma grande questão quando ela rompeu a tradição e não foi vista deixando o hospital. Kate não acenou feliz, bem disposta e animada após a cirurgia. O Palácio de Kensington, que é o escritório que cuida da vida dos herdeiros de Gales (independentemente de quem seja), apenas comunicou que sua alteza ficaria reclusa se recuperando até a Páscoa (24 de março).
O sumiço público de um membro da realeza não é comum e nem esperado, principalmente quando fontes antigas dos principais jornais do Reino Unido não conseguem mais informações sobre a princesa. O interesse do público motivou uma grande comoção da imprensa e o Palácio reforçou o comunicado do início do ano.
“O Palácio de Kensington deixou claro em janeiro os cronogramas de recuperação da princesa e que estaríamos apenas fornecendo atualizações significativas. Essa orientação permanece”, informou o assessor de imprensa ao Page Six, que destacou que Middleton está “se recuperando bem”.
Há uma semana, após quase três meses, Kate foi vista pela primeira vez ao lado da mãe, Carole Middleton. Elas andavam de carro nos arredores do Castelo de Windsor, no Reino Unido, e foram flagradas por um paparazzo. O local é considerado a maior fortaleza da realeza e para onde eles vão quando querem privacidade.
Desde então ela não foi mais vista e as especulações só cresceram. No último domingo (10), o Palácio comemorou o Dia das Mães divulgando uma foto de Kate com os filhos felizes, sorridentes, em um momento descontraído. Com toda a atenção dedicada a ela, se presumiu que o momento era recente até se descobrir que a imagem passou por alterações e possivelmente seria de novembro de 2023.
O movimento das agências internacionais de fotografia em retirar o clique de seus bancos de dados e as críticas nas redes sociais fizeram com que Kate fizesse um pedido público de desculpas. Mas diferente de todas as comunicações da princesa, que passam por comunicados oficiais, ela falou no X (antigo Twitter).
Fonte: Revista Quem/Foto: Getty Images
