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O que mudou em 100 anos no destino paradisíaco de SC que tem apenas 25 mil habitantes, mas atrai 2 milhões de turistas no verão

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Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, é um destino paradisíaco rico em fauna e com águas tão limpas e cristalinas que é possível ver o fundo do mar até mesmo em áreas de maior profundidade.

O município tem a menor extensão territorial do estado, abriga cerca de 25 mil habitantes, segundo dados do IBGE, mas chega a receber 2 milhões de turistas na alta temporada de verão. O número de turistas é 100 vezes maior do que a circulação nos demais meses do ano.

Atraídos pelo verde e azul do mar, os visitantes, que precisam pagar taxa ambiental para entrar na cidade, costumam enfrentar filas quilométricas e horas corridas no trânsito, no verão, para acessar a península. Mas nem sempre foi assim.

Um século atrás, nos anos de 1990, apesar de as praias já serem pequenos pedaços de paraíso, a movimentação da cidade era significativamente menor, revelam imagens de arquivo da cidade.

O até então pacato município tinha ruas de chão batido, casas distantes uma da outra, menor infraestrutura e até era possível ver o gado circular solto entre a população.

Carros chegavam a estacionar na faixa de areia onde hoje o espaço é disputado por centenas de guarda-sóis.

Além disso, os lotes eram vendidos por 500 dólares. Bombinhas fica na região que, atualmente, tem os preços de imóveis mais caros do país. Confira o que mudou, de lá para cá, no vídeo acima.

A Taxa de Preservação Ambiental (TPA) é cobrada entre 15 de novembro e 15 de abril, época de maior circulação de visitantes, segundo a prefeitura. Nos demais meses não há cobrança.

A aplicação é uma medida criada “em decorrência de volume excessivo de pessoas e veículos, pequeno espaço territorial e período de tempo, que causam manifestos prejuízos de ordem ambiental”.

Para evitar filas, informou a prefeitura, foram instalados equipamentos semelhantes a radares com leitura de placas, que fazem os registros nas duas entradas da cidade. Não há barreiras físicas como as de um pedágio, no entanto.

Fonte: G1/Foto: Montagem: Prefeitura de Bombinhas/Divulgação e Isaura Silva/Antigamente Bombinhas

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