O Ministério Público de Contas, órgão de controle ligado ao Tribunal de Contas do Estado, não aceitou passivamente a afronta que a gestão David Almeida fez aos princípios que norteiam a administração pública, referente ao evento Sou Manaus.
A recusa em não dar transparência aos atos públicos do evento Sou Manaus, contraria vários dispositivos legais, que foram listados em uma representação de 64 páginas, assinada pela Procuradora Geral de Contas Fernanda Catanhede Veiga Mendonça.
Os pedidos da representação, vão de ressarcimento dos valores aos cofres públicos, multa , inelegibilidade do prefeito David Almeida, e remessa dos autos ao Ministério Público do Amazonas, para outras providências.
Também são objetos da representação, além do prefeito David Almeida, o diretor presidente da Manauscult Osvaldo Cardoso, e os sócios da empresa de eventos Pump.
*Redação OPP / Foto: Reprodução




