Sinepe será chamado para discutir estratégias de segurança em escolas de Manaus

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Um dos primeiros passos do Núcleo de Inteligência e Segurança Escolar (Nise), será a convocação de reuniões com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe-AM), para estudar a melhor estratégia para segurança no ambiente estudantil.

Segundo a secretária de educação do Estado, Kuka Chaves, a reunião servirá para explanar todo o plano de ação e monitoramento dito em coletiva para que as escolas da rede privada e municipal de ensino, também possam enfrentar casos como este.

“Nós queremos explicar todo o plano de ação e monitoramento que foi montado pela Seduc com as outras secretarias, no combate a esse tipo de ação. Eu tenho certeza que eles estão prontos e este é um momento de união, e assim como as escolas públicas, as escolas também merecem uma atenção nossa”, acrescentou.

Até a tarde desta segunda-feira (10), a presidente do Sinepe-AM, profª Laura Cristina, ainda não havia sido comunicada sobre a criação do Nise, tampouco sobre uma reunião com secretária da pasta de educação, mas afirmou que está disposta sim a discutir sobre o tema de segurança das escolas.

“Estamos à disposição para ajudarmos no combate a esse tema. Até o momento, não recebi o convite, mas é do interesse sim das escolas particulares participar da reunião”, enfatizou.

O sindicato também divulgou uma nota informando algumas sugestões de medidas a serem tomadas pelas escolas, recomendadas pelos mais diversos órgãos de segurança pública e a política de divulgação de fatos similares adotadas por grandes grupos de comunicação: https://www.instagram.com/p/Cq3kyKrPrg3/

FUTURO PROJETO DE LEI

Com base nas reuniões e resultados do Comitê e do Nise, a secretaria Kuka Chaves disse que a pasta pode, sim, convocar o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Amazonas para propor um projeto de lei que configure medidas permanentes de segurança na rede de ensino do Estado.

“Acredito que esse é um assunto que temos que ter não só por um tempo determinado e sim sempre, em atenção a medidas preventivas. Queremos chamar outros órgãos, como os Conselhos Tutelares a OAB e também o TJAM, para fazer parte desse Comitê e assim criarmos uma rede de ensino segura”, finalizou.

*A crítica

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