Habilitação junto ao Comitê da Área de Tecnologia da Informação, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, consolida a instituição como polo amazônico de inovação com projeção nacional
A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) alcançou um marco histórico ao receber a Resolução de Credenciamento junto ao Comitê da Área de Tecnologia da Informação (Cati), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Com a habilitação, a instituição torna-se, oficialmente, apta a exercer atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), no âmbito da Lei de Informática Nacional.
O reconhecimento consolida a UEA como protagonista no cenário da inovação tecnológica brasileira, ampliando sua atuação para além do contexto regional e reforçando seu compromisso com o desenvolvimento científico e tecnológico da Amazônia.
Para o reitor da UEA, Prof. Dr. André Zogahib, a conquista tem grande relevância institucional. “Este credenciamento reafirma o compromisso da UEA com a excelência acadêmica e com a inovação tecnológica como instrumentos de transformação social e desenvolvimento regional. Estamos fortalecendo a presença da universidade no cenário nacional de ciência, tecnologia e inovação, contribuindo, de forma estratégica, para o futuro da Amazônia e do Brasil.”
De acordo com o diretor da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da UEA (Agin), Prof. Dr. Alcian Pereira de Souza, o credenciamento representa um avanço estratégico para a instituição. “O credenciamento junto ao Cati, no MCTI, representa um salto de escala e de abrangência nacional, posicionando a UEA não apenas como executora regional, mas como uma instituição com capacidade reconhecida nacionalmente para operar projetos de alta complexidade tecnológica, em consonância com o pensamento da Reitoria da universidade.”
Ampliação de parcerias e captação de recursos
Segundo Alcian, a nova habilitação também abre caminho para o fortalecimento de parcerias com empresas e instituições de pesquisa em todo o país, além da ampliação das fontes de financiamento. Para ele, a grande diferença está na possibilidade de integrar diferentes instrumentos de incentivo à inovação.
“O diferencial central está na ampliação do escopo territorial e institucional das parcerias, bem como na diversificação das fontes de recursos, possibilitando que a UEA passe a executar projetos que combinem recursos da Lei de Informática com incentivos da Lei do Bem (Lei n.º 11.196/2005)”, ressaltou o diretor da Agin. Com isso, a universidade amplia sua competitividade na captação de projetos estratégicos em TICs, fortalecendo o ecossistema de inovação e contribuindo para a atração de investimentos em pesquisa aplicada na região Amazônica.
Impactos para pesquisadores e estudantes
A habilitação junto ao Cati também traz impactos diretos para a comunidade acadêmica. A expectativa é de fortalecimento das redes de cooperação científica e tecnológica, especialmente por meio da Escola Superior de Tecnologia (EST). “A UEA, notadamente por intermédio da EST, fortalece sua capacidade de cooperação com outras ICTs em redes interinstitucionais de PD&I, ampliando a geração de patentes e demais ativos tecnológicos e consolidando sua posição como polo amazônico de inovação com projeção nacional”, destacou o professor Alcian.
Com o reconhecimento oficial, a UEA passa a integrar, de maneira ainda mais robusta, o sistema nacional de inovação, consolidando-se como referência em pesquisa, desenvolvimento e inovação em Tecnologias da Informação e Comunicação, e ampliando seu papel como agente estratégico para o desenvolvimento sustentável.
*Com informações da Assessoria/Foto: Assessoria
