Trump volta a defender Bolsonaro e fala novamente em “caça às bruxas”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nessa terça-feira (8/7). Ele utilizou a própria rede social, a Truth Social, para fazer a nova publicação: “Deixem o grande ex-presidente do Brasil em paz. Caça às bruxas!”, escreveu.

A mensagem de Trump faz menção direta à primeira publicação dele sobre o assunto, feita nessa segunda-feira (7/7), e quando o republicano acusou o Brasil de realizar “uma coisa terrível em seu tratamento com o ex-presidente Jair Bolsonaro“.

Na primeira oportunidade, Trump afirmou que conheceu Bolsonaro e que ele foi um “líder forte” que amava o povo e “não é culpado de nada, exceto por ter lutado pelo povo”. “Eu conheci Jair Bolsonaro, e ele foi um líder forte, que realmente amava seu país – também, um negociador muito duro em comércio”, escreveu Trump.

A defesa de Trump está associada às acusações enfrentadas por Bolsonaro na Justiça brasileira. O ex-presidente é réu, entre outros crimes, por tentativa de golpe de estado. O processo em relação à trama golpista tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Tensão com Alexandre de Moraes

Além disso, a fala de Trump surge em um momento de tensão entre o governo dele e o ministro do STF Alexandre de Moraes, relator da ação na qual Bolsonaro é um dos réus. No dia 6 de junho, a empresa Trump Media, do presidente dos EUA, junto à plataforma Rumble, entrou com ação contra o ministro.

As empresas acusam Moraes de perseguir politicamente opositores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O texto ainda cita nominalmente o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o blogueiro Allan dos Santos como supostos perseguidos.

Eduardo está nos EUA desde fevereiro deste ano. Ele tem atuado junto a parlamentares republicanos para, no entendimento dele, defender a democracia no Brasil. O congressista Corry Mills, próximo ao deputado brasileiro, por exemplo, chamou a atenção do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, a quem disse haver no Brasil uma suposta “censura generalizada.

Fonte: Metrópoles/Foto: Win McNamee/Getty Images

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