Advogada é presa no Aeroporto de Manaus suspeita de transportar arraias vivas

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A Polícia Federal prendeu em flagrante uma advogada, na noite de quinta-feira (4), por tentar despachar 14 arraias vivas, em três caixas de isopor, no Aeroporto Internacional de Manaus. A advogada, segundo a PF, iria embarcar para São Paulo, a fim de vender os animais pela internet.

Na ocasião, a suspeita foi levada para sede da Polícia Federal e será ouvida. Além dos agentes federais, houve também o apoio da Receita Federal e do Ibama.

Segundo informações preliminares, a advogada teria declarado no processo de desembaraço da carga, que é quando uma carga é liberada pela alfândega para entrada no Brasil, que estava transportando Cichla Vazzoleri, peixe regional conhecido como tucunaré.

Ainda conforme o Ibama, as acusações incluem maus tratos, pois os animais eram transportados em sacos plásticos, com quantidade limitada de água e oxigênio. A espécie era Potamotrygon Motoro, encontrada em toda a Bacia Amazônica.

“Manaus é um ponto intermediário onde as arraias recebiam oxigênio e depois eram despachadas para o exterior”, disse a PF.

A suspeita responderá pelos crimes de falsidade ideológica, biopirataria, maus-tratos e exportação ilegal.

g1 solicitou nota da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), no Amazonas, e aguarda posicionamento até a publicação deste material.

*g1/am/Foto: Reprodução

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