Após as intensas chuvas que atingiram o Distrito Federal, há uma crescente preocupação com o aumento dos casos de dengue, especialmente devido ao potencial acúmulo de água parada, propício à proliferação do mosquito Aedes Aegypti. Tradicionalmente, o pico da doença ocorre entre os meses de novembro e fevereiro, conforme alerta do Ministério da Saúde e é crucial que a população se conscientize sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito.
Entre as medidas preventivas destaca-se a eliminação de possíveis criadouros em casa, como caixas d’água destampadas e recipientes que acumulam água, como pneus velhos e garrafas pet. A troca regular da água de vasos de planta e a colocação de areia nos pratos também são medidas importantes.
Para combater essa situação, o fumacê, estratégia fundamental na redução da reprodução do mosquito transmissor de dengue, zika vírus, chikungunya e febre-amarela, já está em ação em várias áreas do DF, como Asa Sul, Vila Planalto, Taguatinga, Samambaia e Jardim Botânico.
Além da conscientização da população, ações governamentais são essenciais.
Atenção à saúde pública
Enquanto as autoridades intensificam as ações de combate à dengue, os números da doença no DF continuam alarmantes. Desde o início do ano, já foram registrados 46.298 casos de dengue e 11 mortes em decorrência da doença, segundo dados do último boletim epidemiológico divulgado na última segunda-feira (5) pela Secretaria de Saúde.
Diante desse cenário preocupante, é fundamental que a população se mantenha atenta e adote todas as medidas preventivas possíveis. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), ressaltou a gravidade da situação durante uma visita ao HCamp (Hospital de Campanha) da Aeronáutica, em Ceilândia, que atenderá exclusivamente pacientes com dengue ou suspeita da doença.
*R7/Foto:PEDRO VENTURA/AGÊNCIA BRASÍLIA – 04/11/2015




