‘Devoradores de estrelas’ supera US$ 300 milhões nas bilheterias e se firma como maior sucesso de Hollywood no ano

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Em sua segunda semana em cartaz , o filme de ficção científica “Devoradores de estrelas”, estrelado por Ryan Gosling, segue em alta nas bilheterias, ultrapassando a marca de US$ 300 milhões mundialmente e se firmando como o grande fenômeno de bilheteria de 2026. Após abrir com mais de US$ 140 milhões em todo o mundo — a maior estreia do ano até agora —, o longa registrou uma queda modesta nos Estados Unidos — o que é considerado raro para uma superprodução original.

Dirigido pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, o filme acompanha um astronauta enviado em missão para salvar a Terra de uma crise solar. O desempenho coloca o filme à frente de outros sucessos recentes, como “Pânico 7” e a animação “Cara de um, focinho de outro”, que também tiveram boas aberturas, mas com quedas mais acentuadas ao longo das semanas. Nos Estados Unidos, o sci-fi já lidera o ranking anual, superando títulos como “Um cabra bom de bola” e “Morro dos Ventos Uivantes”.

Além de garantir a maior estreia de 2026, “Devoradores de estrelas” também representa um feito raro em Hollywood recente: o de um blockbuster original — fora de franquias — com desempenho comparável a fenômenos como “Oppenheimer”, citado por analistas como o último caso semelhante. Na América do Norte, a adaptação cinematográfica do livro de ficção científica de Andy Weir teve uma queda de apenas 32%, para US$ 54,5 milhões, ostentando a melhor sustentação em tempos recentes para filmes lançados na mesma faixa de bilheteria, incluindo “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, em 2023, e “Duna: Parte 2”, em 2024. O filme de Nolan caiu 54%, para US$ 46,2 milhões, em sua segunda semana em cartaz, enquanto “Duna” recuou 44%, para US$ 46,7 milhões.

Na contramão, as demais estreias da semana tiveram desempenho discreto. O terror “Eles vão te matar”, estrelado por Zazie Beetz, teve uma estreia considerada fraca e deve arrecadar apenas cerca de US$ 4 milhões a US$ 5 milhões no primeiro fim de semana. A produção, ambientada em um prédio de luxo em Nova York, chega aos cinemas em meio a forte concorrência dentro do gênero e sem conseguir atrair o público.

Fonte: O Globo/Foto: Divulgação

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