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Haddad: medidas para o setor automobilístico só acontecerão em 2024

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne, na manhã desta quarta-feira (24/5), com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para tratar de medidas para impulsionar o setor automobilístico.

O encontro, agendado para as 11h30 desta quarta, ocorre no Palácio do Planalto.

Questionado sobre as medidas, Haddad se limitou a dizer que ele e Alckmin vão apresentar ao mandatário os números. Os dois ministros se reuniram na segunda-feira (22/5) para tratar do assunto, enquanto Lula ainda estava retornando do Japão, onde participou da reunião do G7.

Sem fornecer detalhes, o titular da Fazenda disse que algumas medidas só poderão ser feitas a partir de 2024.

“Nós discutimos várias possibilidades, mas tem coisa que só dá para fazer o ano que vem. Pode até ser anunciada, mas só dá para fazer o ano que vem em virtude das regras fiscais. Mas nós (Haddad e Alckmin) vamos sentar com ele (Lula) e discutir”, afirmou.

Há expectativa de anúncio, pelo governo, de medidas para baratear o carro popular. A data escolhida para o anúncio seria o dia 25 de maio, Dia da Indústria, quando Lula e Haddad participarão de evento alusivo à data na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Críticas a preços de carros

No início do mês, o presidente da República, que iniciou sua trajetória política como sindicalista de trabalhadores do setor automotivo, criticou os preços dos carros no Brasil. Apesar de estar melhor do que há um ano, a venda de automóveis no país está em baixa. Em abril, por exemplo, houve recuo de 18,7% na comparação com março.

“A fábrica de automóveis não está vendendo bem, mas qual pobre pode comprar um carro popular de R$ 90 mil?”, questionou Lula, em discurso a membros do Conselhão, que reúne 246 personalidades da sociedade civil.

“Um carro de R$ 90 mil não é popular, é para a classe média”, completou o presidente, que falou ainda sobre a necessidade de produzir veículos “a preços mais compatíveis e aumentar as prestações”, mas sem detalhar planos do governo para o setor.

Com mercado fraco, Anfavea vê risco de montadoras deixarem o Brasil

O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entidade que reúne as principais indústrias desse segmento, Márcio de Lima Leite, acredita que fábricas do ramo, a maioria de porte global, podem deixar o país. Algo que surpreende, mas já ocorreu com a Ford, em 2021.

Leite não diz que essa possibilidade está em debate, nem sequer que haja candidatas para a debandada. Afirma que, para chegar a tal conclusão, faz uma “análise de mercado”.

Foto: Fábio Vieira/ Metrópoles

*Metrópoles

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