Pela segunda vez, a Hermès venceu uma ação coletiva que acusava a grife de violar a lei antitruste dos Estados Unidos devido ao processo de aquisição da famosa bolsa Birkin. Três consumidores da Califórnia haviam denunciado a marca francesa no ano passado sob esse argumento. Eles alegam que a marca induz clientes a gastarem uma quantia substancial de dinheiro antes de poderem entrar para a lista de espera da peça, uma das it bags mais cobiçadas do mundo.
Para o grupo que moveu a ação, o formato seria uma “venda casada”. Vem saber mais detalhes!
“Venda casada” da Birkin
Em nova decisão favorável à Hermès, o juiz distrital James Donato, de São Francisco, considerou que a grife não viola a lei antitruste ao realizar essa prática. Em 2024, o magistrado havia dito que se a empresa “decidir fabricar cinco bolsas Birkin por ano e cobrar um milhão delas, ela pode fazer isso”. Agora, o processo não pode ser reapresentado, já que foi indeferido como ação coletiva proposta com prejuízo.
It bag cobiçada da Hermès
Introduzida em 1984, a bolsa leva o sobrenome da atriz Jane Birkin (1946-2023) que, durante um voo com o então diretor administrativo da Hermès, Jean-Louis Dumas, reclamou de não achar uma bolsa que atendesse às suas necessidades maternas.
Conseguir uma Birkin é uma missão difícil devido à exclusividade da peça, já que existe uma alta demanda e uma baixa oferta. Os preços partem de dezenas de milhares de reais, e edições raras podem alcançar cifras milionárias em leilões internacionais.
*Metrópoles/Foto: Hollywood To You/Star Max/GC Images via Getty Images




