Meu celular foi roubado, e agora? Especialistas explicam como proteger seus dados em caso de roubo ou furto

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De acordo com o levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, somente em 2021, foram roubados ou furtados mais de 90 aparelhos celulares por hora no país. Esses dados levantam uma série de preocupações e questões ligadas à segurança pública nas grandes cidades, além de questionamentos sobre como proteger dados armazenados nos aparelhos.

“Os celulares são grandes aliados na hora de fazer uma transferência bancária, conectar pessoas do mundo inteiro e armazenar arquivos e dados importantes, por isso, quando o aparelho é subtraído, muitas pessoas entram em desespero por não saber os próximos passos a serem tomados para proteger suas informações”, ressalta Julio Fort, sócio da Blaze Information Security, uma das principais empresas globais especializadas em segurança ofensiva com foco em pentest (teste de intrusão) e desenvolvimento seguro contra ataques cibernéticos.

Segundo o especialista, ao ter o aparelho roubado, é preciso seguir uma série de passos logo na sequência. “Considerando a grande quantidade de dados pessoais armazenados nos dispositivos, é recomendado que, após o roubo, o usuário faça uso de mecanismos de segurança que permitam não apenas rastrear o dispositivo, mas também apagar, remotamente, os dados contidos no aparelho. Dispositivos baseados no iOS e Android possuem esses mecanismos de segurança e rastreio de forma nativa, basta habilitar e configurar previamente no telefone”, explica Fort.

Além disso, acionar as autoridades e trocar as senhas de todos os aplicativos ajuda a inibir as ações dos criminosos. “Fazer um boletim de ocorrência (online ou presencial) para fins de comprovação e/ou natureza jurídica é de suma importância para que a vítima esteja protegida judicialmente. Também é importante que a vítima entre em contato com a operadora e solicite o bloqueio do IMEI atrelado ao dispositivo furtado, além do contato com as instituições financeiras (bancos e operadoras de cartão) informando sobre o ocorrido e solicitando o bloqueio das contas, cartões e transações financeiras”, completa o especialista.

*DCIBER

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