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Prefeitura entrega cestas de alimentos a entidades folclóricas e anuncia ‘Mostra Folclórica de Manaus’

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A Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), entregou, nesta quinta-feira, 29, cestas básicas de alimentos a entidades folclóricas, no Museu da Cidade de Manaus, Centro. Na ocasião, a Manauscult anunciou a “Mostra Folclórica de Manaus”, que será realizada no fim do mês de agosto, de forma virtual, seguindo os protocolos de saúde, com as categorias prata e bronze e com a participação dos bois de Manaus. 

Os alimentos entregues nesta quinta-feira foram arrecadados por meio do Fundo Manaus Solidária, e de acordo com o diretor-presidente da Manauscult, Alonso Oliveira, mais cestas de alimentos serão distribuídas às entidades folclóricas. 

“O fomento cultural não passa só pela parte de produção artística, entendemos que neste momento da pandemia de Covid-19, em razão do fato de muitos artistas estarem adoecidos e sem renda, precisamos realizar ações emergenciais como essa, e em breve, estaremos disponibilizando mais de 300 cestas para as entidades folclóricas”, informa Oliveira.

Para o presidente da Liga das Quadrilhas Juninas do Amazonas, Elson Rocha, a ação minimiza as consequências da pandemia entre as entidades folclóricas e o anúncio da “Mostra Folclórica de Manaus” representa um novo retorno para as atividades culturais de Manaus. 

“A cultura foi um dos setores mais afetados pela pandemia, estamos há dois anos sem atividades, diversos profissionais como costureiras, figurinistas, artistas e músicos ainda não estão produzindo, tivemos prejuízos enormes, e as cestas básicas vieram em boa hora para os folcloristas, além do anúncio da mostra, que vai movimentar novamente o setor em nossa cidade” ressalta Rocha.

*Com informações da Assessoria

Luísa Sonza pede desculpas após brigar com fãs: ‘Fui grosseira’

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Luísa Sonza foi ao Twitter pedir desculpas aos fãs. A cantora soltou alguns palavrões após receber críticas quando comentou sobre a data de lançamento de seu mais novo single, Penhasco

Luísa Sonza no clipe de ‘Penhasco’ (Foto: Reprodução/YouTube)

“Preciso pedir desculpas pela forma que eu falei (não o que falei, apenas a forma) com vocês naquele tweet. Eu tinha acabado de encerrar as coisas de ‘penhasco’ para lançar no outro dia e a real é que eu estava uma m****. Reviver esses sentimentos e mergulhar neles é sempre uma m****”, disse.

E seguiu. “Quando vi vocês me cobrando com algo que já era difícil pra mim, acabei sendo uma c**** com a forma que falei. Eu realmente não quero que vocês pensem que é um número que define a arte. Mas é óbvio que eu amo números e eles definem muita coisa sim. (…) Desculpa pela forma grosseira que me expressei”, escreveu a artista. 

Entenda

Na quarta-feira (28), Luísa fez um desabafo sobre uma possível demora a respeito do lançamento do single. “Tavez amanhã, lyric de Penhasco, às 18h”, escreveu a cantora na rede social. 

Um seguidor, então, logo disparou. “Se tivesse lançado semana passada iria pegar primeiro lugar”. Luisa rebateu de forma direta: “F****”. Em seguida, em resposta a outro internauta, ela criticou a cobrança por números e audiência e afirmou que acredita que nem tudo seja sobre isso.

“Eu sou grata pra c**** por isso (o sucesso do álbum). Vocês são tudo pra mim. Mas sinceramente eu só fiz esse lyric porque vocês pediram. Essa música é muito delicada pra mim. Fiquei magoada porque vocês não tem noção do esforço que eu fiz pra isso tudo acontecer. Eu amo números. Todo mundo ama. Mas não é só sobre isso, sabe?”, disse ela.

*Com informações do Portal R7.com

Variante Delta põe em xeque estratégia de ‘covid zero’ de China e Austrália

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A disseminação da altamente contagiosa variante Delta desafia até mesmo os países com as medidas anticovid mais duras do planeta. A mutação é vista como uma ameaça para economias que tentam recuperar as perdas dos últimos 17 meses e caminhar rumo à vida pós-pandemia.

Um surto que teve origem em um aeroporto de Nanjing, cidade no leste da China, está testando as medidas de tolerância zero do país, algumas das mais rigorosas do mundo. Novas infecções estão se multiplicando e causando surtos localizados em outras partes do país, apesar do sistema de testagem em massa e de quarentenas

A capital, Pequim, registrou ontem sua primeira infecção por transmissão local em seis meses. O caso é associado a um surto na Província de Hunan, no sul do país, entre pessoas que estiveram recentemente em Nanjing.

A variante, detectada inicialmente na Índia, que é cerca de 60% mais contagiosa que outras cepas, desafia algumas das defesas mais incisivas contra o vírus, com lugares “covid zero” – ou seja, países que haviam conseguido expurgar a doença de suas fronteiras – vendo novos surtos. Tudo isso apesar de políticas sanitárias bastante restritivas.

Entre os mais duramente afetados está a Austrália, onde a Delta vem conseguindo escapar do sistema de quarentena obrigatória em hotéis sanitários com muito mais facilidade do que cepas anteriores, aproveitando-se da baixa taxa de vacinação no país.

Um surto causado pela Delta forçou Sydney, apesar da sua eficiente infraestrutura de rastreio de contatos e testagem, a prolongar nesta semana uma quarentena imposta no fim de junho. Desde meados daquele mês, mais de 3 mil casos foram registrados na cidade.

No Reino Unido, apesar de a Delta também ser responsável pela maioria dos casos, o número de infecções vem caindo, atraindo a atenção do mundo. Mais de 70% dos adultos no Reino Unido estão totalmente imunizados e 88% receberam a primeira dose, uma das melhores situações no mundo. Entre os que não foram vacinados, muitos tiveram covid-19 ou foram assintomáticos, contribuindo para a imunidade natural.

Na China, os primeiros diagnósticos foram realizados em nove zeladores do aeroporto de Nanjing. O surto rapidamente se expandiu para seus contatos próximos e, em seguida, para outras regiões do país. Até ontem, as infecções associadas ao aeroporto já eram mais de 200, todas pela variante Delta. Este é um dos maiores surtos na China desde uma onda no início do ano no noroeste do país, quando mais de 2 mil pessoas contraíram a doença.

Muitas das pessoas infectadas na China, incluindo os funcionários do aeroporto de Nanjing, já estavam completamente vacinadas, mas apenas quatro desenvolveram casos graves da doença. Os números indicam que a resposta imunológica gerada pelas vacinas chinesas, eficazes para conter quadros críticos da covid, é menor para prevenir a transmissão da variante.

Nanjing está endurecendo suas medidas anticovid diante do surto, que registrou 18 novos casos ontem. Todos os complexos residenciais foram postos em quarentena e a cidade está começando uma terceira rodada de testes PCR em mais de 9 milhões de pessoas. O aeroporto cancelou a maior parte de seus voos e os funcionários foram postos sob restrições.

Terceira dose

Segundo estudos, a eficácia das vacinas chinesas em prevenir casos sintomáticos de covid-19 varia entre 50% e 80%, inferior aos mais de 90% das doses que usam a tecnologia de RNA mensageiro, como a da Pfizer-BioNTech e da Moderna. Ambas são altamente eficazes em conter casos graves, mortes e evitar a sobrecarga de hospitais.

Países como a Tailândia e os Emirados Árabes Unidos, que iniciaram suas campanhas com as vacinas chinesas, decidiram oferecer doses de reforço para algumas pessoas perante a variante Delta. Globalmente, a cepa já forçou os EUA a voltarem a recomendar o uso de máscara em áreas com altas taxas de contágio e atrasou a reabertura em Cingapura.

Israel decidiu começar a oferecer uma terceira dose da vacina da Pfizer para pessoas com mais de 60 anos. No país, 57% da população já foi totalmente imunizada, mas os casos aumentaram da média de 15 por dia no início de junho para mais de 1.600 agora.

Os surtos na China, mesmo que mínimos quando comparados com epidemias vistas nos EUA e no Sudeste Asiático, põem pressão para que as autoridades repensem suas campanhas de vacinação para possivelmente incluir doses de reforço. A vacinação chinesa, a mais rápida do mundo, conseguirá inocular 75% de sua população de 1,4 bilhão de pessoas com duas doses em um mês, caso mantenha seu ritmo atual.

A Sinovac, que no Brasil recebeu o nome de CoronaVac, disse na quarta-feira que uma terceira dose de suas vacinas aumenta o nível de anticorpos entre três e cinco vezes. As conclusões sobre o inoculante feito com o vírus inativado, a espinha dorsal da campanha de vacinação chinesa, constroem um argumento mais forte para dar injeções de reforço naqueles com mais risco de contrair o vírus. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo

Taxa de desemprego fica em 14,6% no trimestre encerrado em maio

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A taxa de desemprego no país ficou em 14,6% no trimestre encerrado em maio deste ano, segundo dados divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice é estável, em termos estatísticos, em relação ao trimestre imediatamente anterior (encerrado em fevereiro deste ano): 14,4%.

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, houve uma alta, no entanto, na comparação com o trimestre findo em maio de 2020, quando a taxa era de 12,9%.

A população desocupada no trimestre encerrado em maio deste ano, chegou a 14,8 milhões, ou seja, manteve-se estável em relação ao trimestre anterior mas cresceu 16,4% na comparação com o trimestre encerrado em maio do ano passado (mais 2,1 milhões de desempregados).

A população ocupada (86,7 milhões de pessoas) cresceu 0,9% em comparação com o trimestre anterior (mais 809 mil pessoas empregadas) e ficou estável ante o trimestre encerrado em maio de 2020.

O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, chegou a 48,9%, ficando estável frente ao trimestre móvel anterior (48,6%) e caindo ante o trimestre finalizado em maio de 2020 (49,5%).

Fonte: Agência Brasil

Sancionada lei que inclui grávidas, lactantes e puérperas na prioridade de vacina

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que inclui todas as mulheres grávidas, lactantes e puérperas entre as prioridades da campanha nacional de vacinação contra a covid-19. O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional no início deste mês. O texto inclui ainda crianças e adolescentes com deficiência permanente, com comorbidades ou privados de liberdade, como grupo prioritário no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

O projeto foi apresentado pelo líder da Minoria no Senado, Jean Paul Prates (PT-RN) e foi construído a partir de uma sugestão do movimento #LactantesPelaVacina. O argumento é que uma dose de vacina protege duas pessoas, pois os anticorpos transmitidos pelo aleitamento materno, aliados ao isolamento social, seriam a única forma de imunizar crianças com menos de dois anos contra a covid-19 – o uso de máscaras não é indicado para essa faixa etária em razão do risco de sufocamento.

“A sanção presidencial possibilita a inclusão no grupo prioritário de vacinação todas as gestantes, puérperas e mães que estão amamentando, assim como as crianças e adolescentes com deficiência permanente ou com comorbidade, e aqueles privados de liberdade, em conformidade com preceitos constitucionais e legais de proteção da maternidade e da infância”, afirmou a Secretaria-Geral da Presidência da República.

A justificativa da proposta menciona ainda um estudo com 131 mulheres em idade reprodutiva, entre elas gestantes e lactantes, que receberam as duas doses da vacina da Pfizer ou da Moderna. Segundo esse estudo, o monitoramento apontou a presença de anticorpos no sangue do cordão umbilical e no leite materno das participantes.

Fonte: Estadão Conteúdo

Caminhoneiros: entidades dizem que recado foi dado e sinalizam novos protestos

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Entidades de caminhoneiros que protestaram pelo País desde o último domingo avaliam que o movimento foi positivo e que trouxe avanços ante o realizado em fevereiro. Segundo elas, os atos contaram com maior adesão dos transportadores, diante do crescente descontentamento da categoria com as promessas não cumpridas pelo governo federal. Já o silêncio das autoridades como o do presidente Jair Bolsonaro e o do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que não se pronunciaram sobre a mobilização, desagradou às lideranças do movimento.

O presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, que convocou os atos, disse que a mobilização atingiu a expectativa esperada. “A mobilização foi muito boa. Calculamos que pelo menos 20 mil caminhoneiros aderiram à paralisação. Observamos também que o número de veículos de carga rodando na estrada diminuiu expressivamente”, afirmou Dias.

O CNTRC informou que transportadores autônomos retomaram as atividades no fim da tarde de quarta-feira (28). Os protestos pontuais registrados ao longo de quatro dias ocorreram por meio de formação de piquetes nas margens das estradas e em postos de combustíveis, com extensão de faixas e veículos parados. Não houve relatos de interdição ou bloqueio de rodovias.

Segundo Dias, em 20 dias a categoria vai se reunir para avaliar o rumo dos atos e novas medidas que poderão ser adotadas conjuntamente pelas entidades e sindicatos presentes no movimento. “A possibilidade de uma nova mobilização será discutida neste encontro. Primeiro, precisamos ver a situação que cada entidade trará de sua base”, afirmou. As respostas das autoridades competentes também serão determinantes para as próximas medidas dos transportadores autônomos, avalia o líder do Conselho. “O recado foi dado. Mostramos ao governo que houve um grande avanço da categoria em geral que está descontente com a situação. Há projetos existentes, mas até agora nada foi efetivado”, observou Dias.

Um prazo para avaliar eventual nova paralisação também foi dado pelo Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam) aos seus associados. Presidente do Sindicam, Luciano Santos disse que o sindicato deu dez dias aos governantes para responderem sobre o atendimento das demandas, como a instalação de um posto fixo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no Porto de Santos para fiscalizar o pagamento do frete mínimo pelas empresas que atuam no complexo portuário. “Depois desse prazo, se não resolverem, podemos chamar uma possível nova greve”, afirmou Santos, que acionou o Ministério da Infraestrutura quanto à agenda. A região foi a que concentrou o maior número de protestos.

Apoiadora do movimento, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) estima que 16 Estados registraram atos, com cerca de 100 pontos de manifestações. “Na região de Ijuí (RS), vimos que 80% da categoria não rodou. Apenas empresas de transporte mantiveram a movimentação, o que deu a sensação de normalidade, além do fato de não termos bloqueado rodovias”, afirmou o diretor da CNTTL, Carlos Alberto Litti Dahmer, que também preside o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Ijuí. “Ganhamos em mobilização, mas não logramos êxito em despertar o governo para os problemas da categoria. Os atos não produziram o efeito desejado.”

Na avaliação de Litti, a participação dos motoristas foi superior à observada nos protestos realizados pelas mesmas entidades em 1º de fevereiro. Ele acrescentou que o fato de o governo não se manifestar, dizendo apenas em nota que não havia bloqueios em rodovias e questionando a representatividade das entidades, esvaziou a paralisação. “A estratégia do governo é ganhar no cansaço, é levar até o último momento, quando começa a prejudicar o abastecimento. Aos poucos, o transportador autônomo cansou de ficar em casa com o caminhão estacionado e se sentiu isolado, porque a sensação era de normalidade”, apontou Litti.

Na semana passada, nas vésperas da mobilização, o Ministério da Infraestrutura afirmou em nota que não reconhecia as lideranças e entidades que estavam chamando os protestos. De acordo com Dias, do CNTRC, não houve contato com nenhuma autoridade do governo durante as últimas semanas. “Não recebemos nenhum chamado por parte do governo para possamos dialogar sobre a situação da categoria. As autoridades já foram notificadas sobre as nossas pautas”, pontuou Dias.

Entre as reivindicações citadas estão o cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário, a mudança na política de preços da Petrobras para combustíveis de paridade de importação para paridade de exportação e a aposentadoria especial para caminhoneiros a partir de 25 anos de trabalho. “Eles têm em mãos nossa pauta desde 1º de fevereiro. O governo não nos procurou, o que importa é que a categoria reconheceu e parou”, destacou Dias

Fonte: Estadão Conteúdo

Inscrições para o Fies 2021.2 terminam às 23h59

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Termina hoje às 23h59 o prazo de inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2021 no site do programa. O Fies oferece financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas com avaliação positiva pelo Ministério da Educação. O resultado será divulgado no dia 3 de agosto.

Pré-requisito

Para fazer a inscrição o interessado deve ter participado do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), a partir da edição de 2010, e ter média das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos. O candidato não pode ter zerado a redação e deve ter renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.

Vagas

Os candidatos podem escolher até três opções de curso/instituição/turno, por ordem de preferência. Em 2021 o Fies teve a oferta total de 93 mil vagas. Nesta seleção do segundo semestre estão disponíveis 69 mil vagas distribuídas em 23.320 cursos de 1.324 instituições privadas de ensino superior. A consulta pode ser feita na página do Fies.

Fonte: Agência Brasil

CNI: 90% não fazem questão de escolher marca de vacina

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Noventa por cento da população quer ser vacinada contra o novo coronavírus independente da marca do imunizante, mostra pesquisa divulgada hoje (30) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em todos os estados do país entre os dias 12 e 16 de julho.

Entre as pessoas entrevistadas, 43% disseram que até gostariam de escolher entre as marcas de vacina disponíveis se houver essa possibilidade, mas apenas 9% afirmaram que deixariam de se vacinar se o imunizante de preferência não estivesse disponível. “O fato de o brasileiro aceitar tomar a vacina disponível nos deixa menos apreensivos, não só pela proteção individual, mas pelo benefício para toda a sociedade”, ressaltou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A maioria da população (62%) considera que o ritmo da vacinação no Brasil ainda é lento. Porém, 68% acreditam que a velocidade da imunização no país aumentou muito em julho em relação a junho.

Menos medo

Para 70% dos entrevistados, a pandemia de covid-19 deve perder força daqui para frente. Uma minoria (18%), no entanto, acredita que o número de casos e de mortes causadas pela doença deve aumentar.

Na comparação com a pesquisa feita pela CNI em abril, caiu de 56% para 47% o percentual de pessoas que diz ter muito medo do coronavírus. Também se reduziu a proporção de pessoas que tem medo de frequentar shoppings, de 39% para 24%. Em relação ao comércio de rua, em abril, 36% tinham medo e agora são 28%. O receio de ir a bares e restaurantes passou de 45% para 34%.

Também melhoraram as expectativas sobre a economia. Em abril, 18% viam a situação econômica do país em recuperação. Neste levantamento o percentual ficou em 43%.

Fonte: Agência Brasil

Inscrições para o ‘Salto: Aceleradora de MEIs’ encerra nesta sexta-feira (30)

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Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi) e do Fundo Municipal de Fomento à Micro e Pequena Empresa (Fumipeq), realiza as últimas chamadas para as inscrições ao programa “Salto: Aceleradora de MEIs”, voltado aos Microempreendedores Individuais (MEIs) interessados em expandir seus negócios. Nesta sexta-feira (30/7) encerra o período para a participação das turmas que receberão cursos profissionalizantes, que pode ser feita no site https://semtepi.manaus.am.gov.br/

O programa busca o crescimento da atuação do MEI em médio prazo, com vistas a proporcionar aumento de clientes, incremento de sua renda, geração de novos empregos e, consequentemente, aquecimento da economia na região.

Etapas

O projeto será dividido em quatro turmas com 50 participantes cada uma, com duração de três meses, divididos em três etapas ou saltos, concepção que dá nome ao projeto. Na primeira etapa, o empreendedor receberá mentorias direcionadas ao “eu empreendedor”, a fim de aflorar a consciência e a mentalidade empreendedora.

Na segunda etapa, o foco será dado à atividade exercida pelo empreendedor, de modo que serão levantadas quais melhorias precisam ser feitas, para que ele obtenha resultados positivos, e como colocá-las em prática.

Na terceira etapa, o objetivo é de orientar o empreendedor para o crescimento do seu negócio, e como captar mais clientes e aumentar a escala.

O Salto combina elementos de ponta do mundo das incubadoras e aceleradoras de negócios com um grande foco na aprendizagem peer to peer, no uso das novas mídias e no desenvolvimento pessoal de cada microempreendedor. Juntando três fases bem distintas, o Salto aborda uma vasta gama de tópicos com uma metodologia centrada na diversidade dos participantes.

Ao final do projeto será realizado um evento de certificação e apresentação de MEIs representantes das turmas. Esse momento é conhecido como demoday e conta com a entrega dos certificados aos participantes, bem como premiação simbólica aos destaques das turmas. Por meio do Salto, aumenta-se o comprometimento com o próprio negócio e a identificação com o mesmo. Os indicadores de crescimento do negócio são o faturamento, o número de membros da equipe e o número de clientes/parceiros.

O que é o ‘Salto’?

A metodologia do “Salto: Aceleradora de MEIs”, desenvolvida pelo Impact Hub, combina elementos de ponta do mundo das incubadoras e aceleradoras de negócios, com foco no uso das novas mídias e no desenvolvimento profissional e pessoal. Toda técnica é adaptada ao MEI, buscando acelerar o seu crescimento de forma sustentável.

Em 2020 foram 4.281 inscritos no programa, de mais de cem cidades diferentes do Brasil.

*Com informações da Assessoria

Receita paga hoje restituições do terceiro lote do Imposto de Renda

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A Receita Federal paga nesta sexta-feira (30) as restituições do terceiro lote do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) 2021. Esse será o maior lote de restituição da história em número de contribuintes.

Ao todo, 5.068.200 pessoas físicas receberão R$ 5,8 bilhões.  Desse total, 4.913.343 contribuintes entregaram a declaração até 18 de maio.

O restante tem prioridade legal, sendo 13.985 contribuintes idosos acima de 80 anos, 95.298 contribuintes entre 60 e 79 anos, 8.987 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 36.616 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Inicialmente prevista para terminar em 30 de abril, o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física foi encerrado em 31 de maio por causa da segunda onda da pandemia de covid-19. Apesar do adiamento, o calendário original de restituição foi mantido, com cinco lotes a serem pagos entre maio e setembro, sempre no último dia útil de cada mês.

Como consultar

A consulta pode ser feita na página da Receita Federal da internet. Basta o contribuinte clicar no campo Meu Imposto de Renda e, em seguida, Consultar Restituição. A consulta também pode ser feita no aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para os smartphones dos sistemas Android e iOS.

Quem não está na lista pode consultar o extrato da declaração para verificar eventuais pendências. Nesse caso, o contribuinte deverá entrar na página do Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC) e verificar se há inconsistências de dados. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A restituição fica disponível no banco durante um ano. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento da Receita por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Fonte: Agência Brasil