Início Site Página 2986

Antes da prata, Rebeca Andrade andava duas horas a pé para treinar e saiu de casa aos 9 anos

0

Quando a crise financeira apertou na casa da empregada doméstica Rosa Rodrigues, a filha Rebeca Andrade andava duas horas a pé para treinar ginástica no Ginásio Bonifácio Cardoso, na Vila Tijuco, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Depois, o irmão mais velho comprou uma bicicleta usada para levar a irmã. Aos 9 anos, Rebeca começou a voar e foi morar em Curitiba para treinar. A mãe, dona Rosa, foi chamada de doida. Foi difícil o início da carreira da dona da medalha de prata na ginástica nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

Rebeca iniciou a carreira no projeto social Iniciação Esportiva, mantido pelo poder municipal para crianças e jovens entre 7 e 17 anos. Ela começou a treinar aos 4 anos. Foi no dia da inscrição que ela ganhou o apelido de “Daianinha”. Era uma homenagem à Daiane dos Santos, primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma edição do Campeonato Mundial. Depois, viriam mais oito entre 2003 e 2006.

A técnica da equipe Mônica Barroso dos Anjos logo identificou que os pulos e piruetas dados no meio dos seis irmãos poderiam virar coisa séria. “A Rebeca chegou com a tia no ginásio, toda tímida. Quando pedi a ela para dar um salto, logo vi um talento incrível, que precisaria ser lapidado”, disse afirmou a primeira professora.

Rebeca treinou ali por cinco anos, entre 2005 e 2010. No grupo de alto rendimento, ela ajudou a equipe a conquistar a terceira posição no Brasileiro Infantil. Em 2009, participou até de um torneio interclubes em Cuba. A ginasta de 22 anos não foi a única a dar os primeiros passos no projeto esportivo de Guarulhos. Júlia Cerqueira, Mariana Oliveira, Bruna Perandré, Marina Silva e Priscila Cobelo foram outras ginastas que começaram ali e conseguiram chegar à seleção brasileira.

Com apenas nove anos, Rebeca foi treinar no Centro de Excelência de Ginástica do Paraná, mantido pela prefeitura de Curitiba. Lá foi criada a primeira seleção brasileira permanente. “As pessoas diziam você é doida de deixar sua filha ir embora. Mas eu tive a sabedoria e a mente aberta para deixá-la seguir seus sonhos. Eu deixei que ela voasse atrás de um objetivo. Deixando também claro que se não desse certo, as portas de casa sempre estariam abertas para ela. Hoje eu vejo que agi certo, por ter ouvido o meu coração”.

Em 2011, a ginasta recebeu o convite para treinar na equipe juvenil do Flamengo, onde está até hoje. Com as primeiras medalhas, Rebeca comprou um apartamento mais confortável em Guarulhos para a família.

Sua trajetória foi de superação. Por causa de ruptura do ligamento anterior do joelho direito, a ginasta de 15 anos não participou dos Jogos da Juventude de Nanquim-2015 e dos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015. Foi a primeira de três cirurgias a que seria submetida. Nos Jogos do Rio, Rebeca conseguiu o 11º lugar no individual, além da oitava colocação na competição por equipes. Tinha 17 anos.

As outras cirurgias foram em 2017 e 2019. Por causa das última intervenção, ela não foi aos Jogos Pan-Americanos de Lima-2019 nem ao Mundial de Stuttgart-2019, quando tentaria classificação para as Olimpíadas de Tóquio-2020. Precisou da terceira cirurgia. Ela conseguiu a vaga olímpica apenas no Pan de Ginástica, no Rio de Janeiro.

*Informações do Estadão Notícias

Anvisa alerta sobre casos raros de Guillain-Barré após vacinação

0

Casos raros de síndrome de Guillain-Barré (SGB) após a vacinação contra covid- 19 têm sido relatados em diversos países, inclusive no Brasil, alertou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em um comunicado divulgado nessa quarta-feira (28), a Anvisa informa que, até o momento, recebeu 27 notificações de casos suspeitos de SGB após a imunização com a vacina da AstraZeneca, além de três casos com a vacina da Janssen e outros quatro com a CoronaVac, totalizando 34 registros.

A Anvisa explica que a SGB é um distúrbio neurológico autoimune raro, no qual o sistema imunológico danifica as células nervosas. Os episódios pós-vacinação (eventos adversos) também são raros, mas já conhecidos e relacionados a outras vacinas, como a da influenza (gripe).

De acordo com a agência, a maioria das pessoas se recupera totalmente do distúrbio. “O principal risco provocado pela síndrome é quando ocorre o acometimento dos músculos respiratórios. Nesse último caso, a SGB pode levar à morte, caso não sejam adotadas as medidas adequadas”, alertou a agência.

“É importante destacar que a Anvisa mantém a recomendação pela continuidade da vacinação com todas as vacinas contra covid-19 aprovadas pela Agência, dentro das indicações descritas em bula, uma vez que, até o momento, os benefícios das vacinas superam os riscos”, ressaltou a agência.

Diante dos relatos de eventos adversos raros pós-vacinação, a agência solicitou que as empresas responsáveis pela regularização das vacinas AstraZeneca, Janssen e CoronaVac incluam nas bulas dos respectivos produtos informações sobre o possível risco de SGB.

Sinais e sintomas

Segundo a Anvisa, a maior parte dos pacientes percebe inicialmente a SGB pela sensação de dormência ou queimação nas extremidades dos membros inferiores (pés e pernas) e, em seguida, superiores (mãos e braços).

Outra característica, acrescenta a agência, percebida em pelo menos 50% dos casos, é a presença de dor neuropática (provocada por lesão no sistema nervoso) lombar ou nas pernas. Fraqueza progressiva é o sinal mais perceptível, ocorrendo geralmente nesta ordem: membros inferiores, braços, tronco, cabeça e pescoço.

A Anvisa destaca que pessoas vacinadas devem procurar atendimento médico imediato se desenvolverem sinais e sintomas sugestivos de SGB, que incluem, ainda, visão dupla ou dificuldade em mover os olhos, dificuldade de engolir, falar ou mastigar. “Também devem ficar atentas a problemas de coordenação e instabilidade, dificuldade em caminhar, sensações de formigamento nas mãos e pés, fraqueza nos membros, tórax ou rosto, além de problemas com o controle da bexiga e função intestinal”, acrescentou a agência.

Notificação

A ocorrência de SGB pós-vacinação contra covid-19 deverá ser relatada à Anvisa. “É imprescindível o cuidado na identificação do tipo de vacina suspeita de provocar o evento adverso, como número de lote e fabricante”, ressaltou a agência.

Profissionais de saúde e cidadãos podem notificar eventos adversos pelo e-SUS Notifica e pelo formulário web do VigiMed.

A Anvisa lembra que se o caso for de queixa técnica ou de desvios de qualidade observados em vacinas, seringas, agulhas e outros produtos para saúde utilizados no processo de vacinação, as notificações devem ser feitas pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária.

Fonte: Agência Brasil

IBGE: Brasil tinha 1,4 milhão de empresas comerciais em 2019

0

O Brasil tinha, em 2019, 1,4 milhão de empresas comerciais com 1,6 milhão de unidades locais, ou lojas, cuja receita operacional líquida alcançava R$ 4 trilhões. As empresas tinham 10,2 milhões de empregados, aos quais foram pagos naquele ano, entre salários, retiradas e outras remunerações, cerca de R$ 246,4 bilhões.

O valor adicionado bruto gerado por essas companhias atingiu R$ 660,7 bilhões. Entre 2014 a 2019, o número de empresas comerciais sofreu redução de 11% (menos 177,3 mil companhias) e o de lojas caiu 8,1% (ou menos 140,6 mil).

Os números constam da Pesquisa Anual do Comércio 2019 (PAC 2019), divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, em comparação a 2010, o comércio por atacado, que é o principal segmento do comércio, ampliou sua participação de 42,7% para 45,2% da receita. Da mesma forma, o varejo subiu de 42% para 44,9%. Por outro lado, o comércio de veículos, peças e motocicletas caiu de 15,3% para 9,9%.

De acordo com a pesquisa, a primeira atividade comercial, em termos de participação na receita operacional líquida, foi a de hipermercados e supermercados, que passou de 10,6% em 2010, para 12,9% em 2019. Situação inversa foi apresentada pelo comércio de veículos automotores, que caiu de uma participação de 11,1%, em 2010, para 4,8%, em 2019.

Comercialização

A margem de comercialização – despesas que consumidores pagam aos intermediários pelo processo de comercialização – das empresas comerciais existentes no Brasil, em 2019, somou R$ 864,3 bilhões, destacando o comércio varejista, que respondeu por 56,1% desse valor, seguido pelo comércio atacadista (36,4%) e pelo comércio de veículos, peças e motocicletas (7,5%).

A taxa de margem de comercialização – divisão da margem de comercialização pelo custo das mercadorias vendidas – foi de 27,6% em 2010, crescendo para 28,8%, em 2019. A pesquisa do IBGE mostra que, com exceção da atividade de comércio varejista de combustíveis e lubrificantes, todas as atividades do segmento do comércio varejista e do comércio de veículos, peças e motocicletas aumentaram a margem de comercialização entre 2010 e 2019.

Já todas as atividades do comércio por atacado reduziram as taxas de margem de comercialização no período analisado, com exceção do comércio por atacado de madeira, ferragens, ferramentas, materiais elétricos e material de construção. No comércio varejista, a taxa de margem de comercialização evoluiu de 35,5% para 37,7%, entre 2010 e 2019, enquanto o comércio por atacado teve a taxa de margem reduzida de 24,1% para 22,3%.

População ocupada

Entre 2010 e 2019, a população ocupada do comércio cresceu 12,5%, chegando a 10,2 milhões de pessoas. O IBGE destacou, contudo, que na comparação com 2014, o setor perdeu 4,4% dos postos de trabalho, ou o correspondente a 466,1 mil empregos.

A perda na ocupação entre 2014 e 2019 atingiu os três grandes segmentos comerciais analisados pela pesquisa. No comércio de veículos, peças e motocicletas, a perda foi de 3,4% ou menos 32 mil postos; no atacado, atingiu 5,9% (ou menos 108 mil vagas); e no varejo, registrou queda de 4,1%, (ou menos 326,2 mil postos de trabalho).

Em termos de postos de trabalho criados, o comércio varejista foi responsável por 74,2% dos empregos, em 2019, contra 73,1%, em 2010. Já o comércio por atacado e o comércio de veículos automotores, peças e motocicletas sofreram declínio, passando de uma participação de 17,2% e 9,7%, em 2010, para 16,9% e 8,9%, em 2019, respectivamente.

No comércio de veículos automotores, peças e motocicletas, embora a média de pessoas ocupadas tenha subido de seis para sete de 2010 para 2019, o salário médio mensal de 2,3 salários mínimos (s.m) caiu para dois mínimos em 2019. No comércio varejista, a média de pessoas ocupadas aumentou de cinco para sete, na mesma base de comparação, mantendo porém o salário mínimo médio mensal de 1,6 s.m. Já no comércio por atacado, foram mantidas tanto a média de pessoas ocupadas (9) como o salário mínimo médio mensal de 2,8 s.m, entre 2010 e 2019.

Segundo a PAC, a atividade com maior variação foi o comércio por atacado de combustíveis e lubrificantes, que diminuiu a média de 7,1 salários mínimos ao mês, em 2010, para 5,7 mínimos mensais em 2019. O IBGE ressaltou, entretanto, que apesar disso, essa foi a atividade que registrou a maior remuneração do comércio.

O salário médio mensal pago pelas empresas comerciais no Brasil, em 2019, foi de 1,9 s.m. A Região Sudeste foi a única que apresentou salário pago acima da média nacional, atingindo dois salários mínimos por mês. A Região Sul registrou salário igual à média do país (1,9 s.m. mensal), enquanto as regiões Norte e Centro-Oeste (1,8 s.m. cada) e a Região Nordeste (1,4 s.m./mês) pagaram salários abaixo da média nacional.

Revenda

A pesquisa revela também que a Região Sudeste concentrava 50% da receita bruta de revenda do comércio do país, em 2019, detendo quase metade (49,6%) das suas unidades locais. A segunda posição foi ocupada pela Região Sul, com 20,8%.

Em 2019, São Paulo foi o único estado brasileiro a registrar empresas comerciais com participação da receita bruta de revenda acima de 50%, aparecendo com 61,1%. Seguem-se com participação superior a 30% o Paraná (37,2%), Pará (36,9%), Rio Grande do Sul (33,8%), Goiás (33,7%) e Mato Grosso (33,2%).

Por grandes regiões, o ganho na receita bruta de revenda evoluiu de 19,5%, em 2010, para 20,8%, em 2019, no Sul do país; de 9,1% para 10,3% na Região Centro-Oeste; e de 3,7% para 4%, na Região Norte. Em contrapartida, houve perda de participação nas regiões Nordeste e Sudeste, que caíram de 15,3% para 14,9% e de 52,4% para 50%, entre 2010 e 2019, respectivamente.

Fonte: Agência Brasil

Laura Pigossi e Luisa Stefani perdem semifinal no tênis e vão tentar o bronze

0

Laura Pigossi e Luisa Stefani perderam para as suíças Belinda Bencic e Viktorija Golubic, nesta quinta-feira, em duelo válido pela semifinal do torneio de duplas femininas de tênis dos Jogos Olímpicos de Tóquio, por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/3, em 1h35.

As brasileiras voltam à quadra para enfrentar as russas Veronika Kudermetova e Elena Vesnina, que perderam para as checas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 3/6 e 10/6.

Esta será a segunda vez que o tênis brasileiro terá a oportunidade de disputar uma medalha olímpica, desde que a modalidade voltou à programação dos Jogos, em 1988. O único a disputar o bronze foi Fernando Meligeni, em Atlanta-1996.

No primeiro set, as brasileiras conseguiram abrir vantagem logo no início, ao quebrarem o serviço suíço no primeiro e terceiro games. Com isso, o placar chegou a 4 a 0. No quinto game, Belinda e Viktorija tiveram mais uma vez seu saque ameaçado, mas reagiram e para levar o placar a 4 a 3.

As brasileiras voltaram a confirmar o serviço para fazer 5 a 3, da mesma forma que as suíças conquistaram o quarto ponto. No décimo game, Luisa teve o saque e a dupla do Brasil teve um set point, não aproveitado. As suíças aproveitaram para igualar o placar: 5 a 5.

A partir daí, as atletas da Suíça passaram a errar pouco, enquanto as brasileiras demonstraram certo nervosismo, a ponto de terem mais uma vez o saque quebrado, causando a perda do primeiro set em 7 a 5.

No segundo set, as brasileiras tiveram duas oportunidades de quebra de saque no terceiro game, mas desperdiçaram. Já as suíças não cometeram o mesmo erro e abriram 4 a 2, ao quebrarem o saque de Luisa Stefani.

CURIOSIDADE – A dupla brasileira tem uma história curiosa em Tóquio. Elas foram inscritas na Olimpíada de última hora, e o roteiro que marcou o ingresso das duas no torneio teve requintes de dramaticidade e expectativa. Elas só tiveram as vagas confirmadas pela Federação Internacional de Tênis (ITF) após desistências na chave.

O gerente esportivo da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), Eduardo Frick resolveu arriscar e inscreveu as duas no torneio olímpico de tênis sem avisá-las, na expectativa de que sobraria alguma vaga depois de desistências. E sobrou. O aviso foi dado pela Federação Internacional de Tênis e a dupla foi inscrita quando restava uma hora para encerrar o prazo.

Luisa tem 23 anos e vem fazendo história no tênis feminino nacional. Além deste resultado olímpico, ela é a melhor ranqueada do Brasil, com o 23º lugar, desde que o sistema da WTA foi criado em 1975, somando dois títulos e mais seis finais.

*Estadão Notícias

Detran-AM informa abertura para consulta Pública do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito.

0

O Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) informa que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) abriu para a população a Consulta Pública do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS).

Para participar, basta acessar o link https://www.gov.br/participamaisbrasil/revisao-pnatrans até o dia 18 de agosto de 2021.

O objetivo da consulta é receber contribuições da sociedade a respeito da revisão da Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 740, de 2018, que dispõe sobre as metas de redução dos índices de mortos por grupo de veículos e dos índices de mortos por grupo de habitantes para cada um dos estados da Federação e para o Distrito Federal.

*Com informações da Assessoria

Centro Histórico de Manaus é incluído na lista das cidades históricas do Brasil

0

A Portaria publicada na edição nº 141/2021, do Diário Oficial da União (DOU), desta quarta-feira, 28/7, pelo Ministério do Turismo (MTur), aprova o tombamento do Centro Histórico de Manaus como patrimônio histórico cultural. O ato administrativo inclui o conjunto urbano na lista das cidades históricas do Brasil, que é uma das metas da gestão do prefeito David Almeida, que vem trabalhando, desde abril, na preservação da história e do resgate cultural, por meio do plano “Nosso Centro”, que integra o programa de crescimento econômico e social “Mais Manaus”.

O MTur, durante o processo de tombamento, avaliou quatro quesitos: o histórico, o arqueológico, o etnográfico e o paisagístico. Esse reconhecimento chancela a grande valoração cultural e turística de Manaus; garante o direito à memória; protege os ideais de uma época, de um importante momento econômico e cultural do Brasil, o “Ciclo da Borracha”.

O complexo histórico e turístico será contemplado pelo programa “Mais Manaus”, que tem 38 ações exequíveis programadas para os próximos quatro anos de gestão, com previsão de investimentos da ordem de R$ 1,2 bilhão, ofertando mais de 60 mil vagas de trabalho direta e indiretamente. Recentemente, o prefeito anunciou a construção do parque Mirante da Ilha, que vai abrigar um complexo de lazer e negócios, com foco no turismo, incluindo uma marina, mirante, varandas, praça de alimentação coberta e decks.

Foto: Eryca Pezzini e Divulgação / Manauscult

Para o diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Alonso Oliveira, a homologação reflete um esforço conjunto da atual gestão, que está trabalhando na ressignificação do polo turístico e cultural da capital nesse cenário pós-pandemia da Covid-19.

“O projeto Nosso Centro vai revitalizar todo o Centro Histórico de Manaus, trazendo mobilidade ativa, uso e reuso de espaços vazios, e vai proteger e preservar a história e a identidade do nosso povo, principalmente a de nossos ancestrais que, recentemente, homenageamos com a criação do memorial da Aldeia Indígena na praça Dom Pedro II, além de estimular o turismo local”, destaca Oliveira.

A Prefeitura de Manaus vem trabalhando desde abril na preservação de bens históricos e arquitetônicos, na revitalização de prédios históricos, despoluição de fachadas, requalificação de praças e vias, e na busca por soluções sustentáveis, não apenas nas intervenções urbanísticas, mas, também, nas culturais e turísticas, trazendo mais crescimento econômico e mais qualidade de vida.

*Com informações da Assessoria

‘População tem obrigação de saber que Bolsonaro é o governo do povo’

0

Eleito de forma democrática em 2018, o presidente Jair Bolsonaro é um governo do povo, pelo povo e para o povo, mesmo que a pressão contra seu mandato esteja em ascensão em diversos setores da sociedade brasileira. A avaliação é do cientista político e pesquisador da FGV-SP, Humberto Dantas, um dos autores do livro “Ciência política e políticas de educação”. De olho na estrutura conceitual, Dantas destaca que a sociedade é tanto a “culpada” pela escolha do chefe do Executivo quanto o agente que pode mudar a situação.

Em entrevista ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, sobre o lançamento do livro, o cientista político explica que a obra busca traduzir os desafios introdutórios à ciência política com ênfase às políticas públicas de educação no Brasil. Inicialmente pensado para subsidiar uma pós-graduação, o livro é dividido em cinco módulos e 38 capítulos, que buscam avaliar o compromisso de uma nação com a educação para a vida democrática.

Entende-se por “povo” quem ao menos pode decidir politicamente, a exemplo do chefe do Executivo. No caso do presidente Bolsonaro, o cientista político diz que o povo “não pode se isentar e falar que não escolheu”. Mesmo que o governo some forte rejeição atualmente, “é o governo escolhido pela sociedade brasileira para governar”.

Apesar de o povo ter tomado a decisão, o pesquisador afirma que, caso seja de interesse, a sociedade não pode perder de vista a oportunidade de mudar o governo. E, além disso, “a relevância de compreender a importância de se ter a oportunidade de fazer isso”, destaca o especialista.

Mesmo com a recente aproximação do governo com o Centrão, com significantes trocas ministeriais, Dantas reforça que o povo ainda tem um governo composto por ele e que o governa para ele. Apesar de setores da sociedade repensarem no apoio a Bolsonaro, o presidente ainda soma uma parcela da população fiel ao seu governo, a exemplo de setores da economia, como o agronegócio.

Já no campo ideológico, a nova aproximação com o bloco também pode gerar dúvidas ao eleitorado em relação ao discurso em que Bolsonaro foi eleito em 2018, com fortes críticas ao Centrão e à corrupção. Mesmo em uma “traição do discurso” em relação às eleições passadas, Dantas pontua que Bolsonaro ainda não traiu o superconservadorismo, eleitorado que segue como base forte ao presidente.

Fonte: Estadão Conteúdo

Ao som de Baile de Favela, Rebeca Andrade é prata em Tóquio 2020

0

Ao som do funk Baile de Favela, Rebeca Andrade conquistou o prata para o Brasil na disputa do individual geral da ginástica artística dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, na manhã desta quinta-feira (29).

Após se apresentar nos quatro aparelhos (salto, barras assimétricas, trave de equilíbrio e solo), a brasileira somou a nota de 57.298. O ouro ficou com a norte-americana Sunina Lee (57.433) e o bronze foi para a ginasta russa Angelina Melnikova (57.199).

Rebeca começou suas apresentações no salto. Ela foi a segunda a entrar no aparelho, depois de Sunina Lee, e recebeu nota 15.300, o que deu a ela a liderança geral após o final da primeira rotação.

Atrás dela, estavam a norte-americana Jade Carey (15.200) e a russa Angelina Melnikova (14.633), que também se apresentaram no salto.

(Foto: DYLAN MARTINEZ/REUTERS)

Na segunda rotação, a brasileira abriu as apresentações das barras assimétricas. Ela ganhou 14.666 no aparelho, e ficou com a quinta nota do seu grupo no aparelho. No entanto, na somatória das duas notas de todas as ginastas, Rebeca seguiu na primeira colocação ao fim dessa rotação, com 29.966. Seguida pela norte-americana Sunisa Lee (29.900) e da russa Angelina Melnikova (29.533).

No aparelho seguinte, Receba foi a última a se apresentar na trave de equilíbrio. Inicialmente, ela recebeu 13.566, mas pediu revisão e a nota foi para 13.666. Com isso, ela chegou a 43.532 na somatória, ficando atrás somente de Sunisa Lee, que somou 43.733, ao final da terceira rotação. 

Rebeca finalizou com Baile de Favela. Ao som do funk do MC João, a brasileira foi a penúltima a se apresentar no solo, e recebeu 13.666. No somatório, ela ficou com 57.298.

O caminho

A brasileira havia se classificado para a final do individual geral na segunda colocação, com 57.399, atrás somente da lendária ginasta Simone Biles, dos Estados Unidos. A norte-americana, no entanto, desistiu da disputa para cuidar de sua saúde mental.

Na fase classificatória, que aconteceu no domingo (25), Rebeca começou na trave de equilíbrio, e ganhou nota 13.733, sendo a 11ª melhor marca das eliminatórias.

Na sequência, ela se apresentou no solo, e mandou muito bem. Com a nota 14.066, atrás somente de Biles (14.133) e Jade Carey (14.100), também dos Estados Unidos, ela se garantiu na final desse aparelho.

No salto, ela também conseguiu a classificação para a final do aparelho ao receber nota 15.400, a maior da série. Rebeca fechou suas apresentações nas barras assimétricas, ganhando nota 14.200, a 14ª marca entre as ginastas.

*Com informações do Portal R7.com

Seinfra alerta para interdições em ruas da Comunidade São Francisco, na zona oeste

0

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Região Metropolitana de Manaus (Seinfra) informa que o tráfego de veículos nas ruas 02, 03 e 07 da Comunidade São Francisco, situada na estrada do Tarumã, na zona oeste de Manaus, será interditado a partir desta quinta-feira (29/07).

A alteração no trânsito é necessária para que seja realizada a execução das obras de aplicação de pavimento rígido nestas vias. As obras fazem parte do projeto de implantação do Anel Sul, com a duplicação da estrada do Tarumã.

Segurança 

A Seinfra alerta ainda que, embora o local esteja devidamente sinalizado, os responsáveis pela obra solicitam aos moradores do entorno destas ruas e aos motoristas que obedeçam à sinalização de advertência; que não acessem as áreas isoladas com telas de demarcação; que verifiquem sempre a movimentação das máquinas e equipamentos nas vias; que procurem não estacionar nas ruas onde haverá interdição, para não obstruí-las; e que utilizem somente as vias de acesso disponíveis para pedestres.

Benefícios 

A Seinfra informa que o transtorno ocasionado pela interdição será temporário e que as obras em andamento promoverão a redução das ocorrências e de congestionamentos no local, facilitando o acesso a outras regiões da cidade e melhorando a qualidade de vida dos moradores do entorno da obra.

*Com informações da Assessoria

Mais de 500 metros cúbicos de madeira ilegal foram apreendidos por agentes da Base Arpão

0

Na manhã da última terça-feira (27/07), policiais da Base Fluvial Arpão apreenderam duas jangadas com 207 toras, totalizando 587 metros cúbicos de madeira ilegal, sem Documento de Origem Florestal (DOF). A apreensão ocorreu durante patrulhamento dos policiais pelo rio Copeá, afluente do rio Solimões, nas proximidades do município de Coari (a 363 quilômetros de Manaus).

De acordo com informações da equipe policial que participou da ocorrência, os moradores de comunidades ribeirinhas da região foram procurados pelos policiais, mas não souberam informar a quem pertencia o material, o que reforçou a suspeita de que a madeira era fruto de extração ilegal. A madeira de diversas espécies está avaliada em R$ 250 mil.

A perita que integra a equipe de agentes da Base Arpão, especializada em crimes ambientais, observou a ausência de elementos necessários para a madeira, constatando que as toras não apresentavam identificação exigida, constituindo um fato delituoso.

Todo o material foi apreendido e apresentado na Delegacia de Polícia Civil da Base Arpão.

Base Arpão 

Criada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), a Base Arpão atua de forma integrada com efetivos das Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Federal, Força Nacional, Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

*Com informações da Assessoria