Início Site Página 2987

Portal gov.br já reúne mais de 110 milhões de usuários cadastrados

0

Um celular na mão com internet é o suficiente para que o brasileiro tenha acesso a serviços do governo 24 horas por dia, sete dias por semana. Entre eles, estão a carteira de trabalho, carteira de motorista, solicitação e recebimento do auxílio emergencial e acesso a diversos serviços do INSS. Sem enfrentar filas, gastar dinheiro com deslocamento ou impressão de papéis.

Esses são apenas alguns exemplos e vantagens do governo digital. Iniciativa que vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. O portal gov.br, que já reúne 3 mil serviços para o cidadão, completa hoje (29) dois anos. Nesse tempo, conseguiu fazer com que as visualizações mensais passassem de pouco mais de 6 milhões – quando o portal foi criado, em agosto de 2019 – para mais de 164 milhões, em junho deste ano. Um aumento de 2.542%.

Em dois anos, o portal já recebeu mais de 100 milhões de solicitações e já tem mais de 110 milhões de usuários do login único. Com ele, o cidadão tem acesso a todos os serviços digitais oferecidos pelos órgãos federais que disponibilizam informações e serviços por meio do gov.br.

A economia chega a R$ 3,1 bilhões por ano, sendo R$2,3 bilhões para a sociedade e R$ 800 milhões para o governo.

“O portal simplifica o acesso e a vida de todos. Isso porque os serviços federais passam a estar disponíveis de qualquer lugar, mesmo nos mais distantes ou onde não há uma agência física de órgão ou entidade”, disse o secretário Especial de Modernização do Estado da Secretaria-Geral da Presidência da República, Sérgio Queiroz. Segundo ele, concentrar tudo em um só lugar é um dos principais diferenciais do gov.br. “Isso acaba com aquela necessidade de o cidadão ser obrigado a saber qual órgão presta qual serviço. Pra ele, o governo é um só. Então, o processo de demandar precisa ser padronizado e acessado de um só lugar.”

Principais serviços

Entre os aplicativos com maior número de downloads estão a Carteira Digital de Trânsito, com mais de 22,4 milhões, a Carteira de Trabalho Digital, com mais de 17,8 milhões e o Meu INSS, com mais de 11 milhões de downloads.

O aposentado Dornelles Williams de Oliveira, de 67 anos usou o aplicativo do INSS para fazer a prova de vida. “O aplicativo é muito fácil de usar e bastante seguro. Através dele realizei minha prova de vida do INSS este ano pelo celular, de forma fácil e rápida, no conforto da minha residência”, afirmou.

As empresas também se beneficiam do governo eletrônico. Segundo Queiroz, no caso delas, se destacam serviços da Receita Federal e prestação de informações via e-Social, além da obtenção de alvarás e licenças.

O secretário destacou que públicos de todas as idades usam o gov.br. “Dos jovens que participam do Enem – e que nas duas últimas edições do exame já utilizaram a identidade digital única gov.br – ao trabalhador que solicita a aposentadoria via Meu INSS.”

A maioria dos brasileiros – 62,93% – acessa o portal pelo celular. Outros 36,48% acessam pelo desktop e apenas 0,59% pelo tablet.

De acordo com Queiroz, a expectativa é chegar ao fim de 2022 com 100% dos serviços federais disponíveis em sua forma digital no portal gov.br. “É uma decisão de governo focada no cidadão e empresas.”

Fonte: Agência Brasil

Inflação do aluguel acumula 33,83% em 12 meses

0

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel em todo o país, registrou inflação de 0,78% em julho deste ano, taxa superior ao 0,60% de junho. Com o resultado, o IGP-M acumula 15,98% no ano e 33,83% em 12 meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), que fez a pesquisa.

A alta de junho para julho foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 0,42% em junho para 0,71% em julho. Já o Índice de Preços ao Consumidor, que apura o varejo, passou de 0,57% para 0,83% no período.

Por outro lado, a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção caiu 2,30% em junho para 1,24% em julho.

Fonte: Agência Brasil

Atletismo: pesquisador avalia como “raras” as chances dos brasileiros

0

Os olhos para as pistas de atletismo passam a fazer parte das rotinas da Olimpíada de Tóquio a partir desta quinta (29), às 21h (horário de Brasília) com provas de qualificação e eliminatórias. As primeiras medalhas saem na sexta (30). No entanto, a presença de atletas brasileiros entre vencedores é improvável. 

Na avaliação do pesquisador carioca Fernando Franco, de 78 anos de idade, que é professor de educação física radicado em Brasília e que analisa desempenhos das participações dos competidores desde os jogos de 1992 (Barcelona), até mesmo o pódio deve ser “muito difícil”. 

“As chances são raras. Não costumam haver grandes surpresas. De um dia para o outro, um atleta não altera profundamente as suas marcas. A não ser que ocorra algo inesperado”, avalia o professor. A exceção, no entender dele, é Alison dos Santos, nos 400 metros com barreira, que é o terceiro no ranking mundial.

Leia também sobre brasileiros favoritos nos Jogos de Tóquio

Para chegar a essa conclusão “pessimista”, ele traçou a biografia com o rendimento de 44 atletas nos últimos anos. Ao todo, foram convocados 53. Os outros nove competidores que não estão na lista de análise fazem parte de modalidades de grupos, como são as corridas de revezamento. “Aqueles que melhoraram suas marcas nos últimos anos não fizeram o suficiente para figurar entre os favoritos. Alguns deles, infelizmente, pioraram mais recentemente. Basta olhar a evolução no ranking. Em geral, houve queda”, indica.

Entre os exemplos, ele cita que Paulo André de Oliveira (nos 100 m rasos) era, em 2019, o 28º do ranking, com a marca de 10.02 segundos, atingida em prova na Califórnia (Estados Unidos). Passados dois anos, o atleta foi para 43ª colocação, tendo feito 10.07 segundos, também nos EUA. Outro caso, para ilustrar, é o do Altobeli Santos da Silva que, em 2017, fez 8´23″67 (minutos) na prova de três mil metros com obstáculos, em torneio realizado no Marrocos. Em São Paulo, neste ano de 2021, o atleta fez 8´26″04 (minutos).

Chance de pódio

O professor avalia, no entanto, que a partir desses dados, seria possível guardar alguma esperança para Alison dos Santos, que compete nos 400 metros com barreiras. Conforme o professor buscou, o atleta tem diminuído o seu tempo na prova, ano após ano, o que o deixou em terceiro lugar no ranking mundial. Em 2016, ele fazia a prova em 55.32 segundos. Baixou para 53.82 (2017), 49.78 (2018), 48.28 (2019) e 47.34 (2021). “Na minha avaliação é o atleta com alguma chance de pódio”.

Alison dos Santos
Alison dos Santos é o terceiro no ranking dos 400 metros com barreiras – Wagner Carmo/CBAt

Darlan Romani, no arremesso de peso, que tem sido apontado como esperança de medalha, caiu do quarto lugar no ranking (2019) para 12º. Caio Bonfim, na marcha atlética, que chegou a fazer a prova de 20 km em 1 hora, 18 minutos e 47 segundos, e era 12º no ranking, nos últimos dois anos, caiu para 28º com tempo na marca de uma hora e 20 minutos.

No salto triplo, Almir dos Santos, que atingiu a marca de 17.23 metros em 2019, não foi além de 17.14 metros nos últimos dois anos. É o 14º lugar no ranking. No salto com vara, Thiago Braz, que já foi o quinto, com a marca de 5,92 metros, hoje é o oitavo. O colega Augusto Dutra, na mesma modalidade, passou de 12º em 2019 para 24º.

Entre as mulheres, estão mais bem ranqueadas Núbia Soares (6ª colocação) no salto triplo e Fernanda Martins, a 16ª no ranking do lançamento de disco. Érica Rocha de Sena, que era a oitava (em 2019) na marcha atlética, passou para 21ª colocação, mesmo com o tempo dela de prova não tendo variado mais do que dois segundos. 

Fernando Franco acredita que os brasileiros têm chances relevantes de seguir para a final em provas de revezamento, no masculino, no feminino e no misto. “Mas medalha, acho muito complicado”.

“Não tivemos uma melhora a ponto de nos credenciarmos como favoritos ao pódio. A formação de um medalhista costuma demorar muito tempo”. Para ele, a pandemia pode ter influenciado a situação, mas o fato é que faltou aos atletas nacionais melhorarem expressivamente as suas marcas. “Temos instalações e precisamos estimular que mais atletas surjam das escolas, por exemplo”.

Fonte: Agência Brasil

Confianças do comércio e serviços sobem em julho, diz FGV

0

Os índices de Confiança do Comércio e dos Serviços registraram altas na passagem de junho para julho deste ano. O Índice de Confiança dos Serviços cresceu 4,2 pontos e chegou a 98 pontos, em uma escala de zero a 200, o maior patamar desde março de 2014 (98,3 pontos), segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Foi a quarta alta consecutiva do indicador, puxada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro e que avançou 6,5 pontos, para 105,6 pontos. O Índice da Situação Atual, que mede a percepção sobre o presente, subiu 1,7 ponto, para 90,4 pontos.

O Índice de Confiança do Comércio subiu 5,1 pontos no período e atingiu 101 pontos, nível mais alto desde janeiro de 2019 (102,3 pontos). É a terceira alta consecutiva do indicador.

O crescimento do setor também foi influenciado principalmente pelo Índice de Expectativas, que teve alta de 5,6 pontos e chegou a 93,2 pontos. O Índice de Situação Atual subiu 4,5 pontos para 108,7 pontos, maior valor desde dezembro de 2010 (110,2 pontos).

Fonte: Agência Brasil

Kendricks, favorito do salto com vara, testa positivo para covid-19

0

O norte-americano bicampeão mundial do salto com vara Sam Kendricks e o rival German Chiaraviglio, da Argentina, foram excluídos das Olimpíadas nesta quinta-feira (29) após teste positivo para covid-19, em meio ao aumento dos casos na cidade-sede dos Jogos.

Autoridades dos EUA confirmaram que Kendricks foi excluído dos Jogos devido a um teste positivo, o que levou os membros da equipe de atletismo australiana a se isolarem brevemente em seus quartos.

O detentor do recorde mundial, o sueco Armand Duplantis, disse a repórteres que não havia mantido contato com o rival norte-americano.

“Tive muita sorte por não ter entrado em contato com ele”, disse. “Todos os saltadores com vara estão muito assustados agora.”

O argentino Chiaraviglio confirmou nas redes sociais que também estava fora dos Jogos e se isolou em um hotel.

Em Tóquio, onde as restrições da pandemia são em sua maioria voluntárias fora da “bolha olímpica”, as infecções diárias atingiram um recorde de 3.865, em comparação com 3.177 um dia antes.

Os casos diários em todo o país chegaram a 10 mil pela primeira vez, informou a mídia japonesa.

Fonte: Agência Brasil

Pré-candidatos rejeitam debate de sistema de governo

0

Embora tenha ganho aceitação e apoio nos meios políticos, a discussão sobre uma mudança do sistema de governo para o semipresidencialismo encontra resistência entre os pré-candidatos à Presidência. Pensada para valer a partir de 2026, uma eventual mudança poderá afetar diretamente o presidente eleito nas eleições de 2022. Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são consensuais em afirmar que o debate não é adequado ao contexto político atual do País. Simone Tebet (MDB-MS) também criticou a discussão no momento atual.

A proposta foi apresentada pelo ex-presidente Michel Temer. No semipresidencialismo, o presidente eleito pela população divide o governo com o primeiro-ministro. Este sistema híbrido de governo ocorre em países como Portugal e França. O debate sobre o novo modelo ganhou força em meio a uma articulação do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL). Como mostrou o Estadão, uma minuta do texto foi discutida em reunião de líderes partidários, no dia 13.

A proposta de emenda à Constituição (PEC) é de autoria do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). O objetivo, segundo ele, seria melhorar a governança em um sistema que classificou como “comprovadamente falido”. “Tem dificuldades de transparência, de resolução de crises, de estabilidade política e isso está comprovado na medida em que depois da redemocratização, dos cinco presidentes que foram eleitos, dois sofreram impeachment e há um agora com mais de cem pedidos”, afirmou. O sistema semipresidencialista, diz, deixaria claro, por exemplo, quais partidos participariam do governo.

O tema, que não é novo, ressurge no momento em que o presidente Jair Bolsonaro está pressionado por manifestações de rua e por mais de cem pedidos de impeachment. Defensores do tema alegam que o modelo dá mais estabilidade ao País. Até agora, o presidente não se pronunciou sobre o assunto.

O governador paulista João Doria, que está em campanha nas prévias no PSDB, defende que qualquer mudança eleitoral deve ser feita “num clima mais pacificado”, e que a “véspera” eleitoral não é o momento para uma mudança como esta. “Defendo uma ampla reforma política estrutural. Essa, sim, precisa ser discutida num clima mais pacificado do que encontramos hoje no País”, afirmou.

Ciro Gomes afirmou que o semipresidencialismo é um “disfarce oportunista” e “uma mistificação conceitual”. Ele considera “louvável”, porém, o parlamentarismo. “O parlamentarismo verdadeiro é um sistema louvável, baseado na responsabilidade parlamentar com a sanidade econômica e a regularidade dos servidores públicos”, disse. Embora considere o parlamentarismo “um antídoto contra a ‘cleptocracia’ que nos comanda há anos”, Ciro rejeita falar em troca de sistema “a um ano de um pleito presidencial”.

Também defensor do sistema parlamentarista, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), pré-candidato nas prévias tucanas, afirmou em abril ao site O Antagonista considerar que “está na hora” de falar em parlamentarismo no Brasil. Ele não foi localizado ontem

Questionado sobre o tema no debate da série Primárias realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com o Estadão, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite – que também deve disputar as prévias do PSDB – afirmou que é defensor do parlamentarismo, assim como o seu partido. Leite, no entanto, disse considerar que é necessário “um caminho mais longo” para se migrar para um sistema parlamentarista.

Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto, disse que a proposta é “outro golpe” em entrevista à rádio Jovem Pan na semana passada. “Semipresidencialismo é outro golpe para tentar evitar que nós possamos ganhar as eleições”, afirmou. “Não dá pra brincar de reforma política, isso é coisa que tem que ser discutida com muita seriedade.”

Mandetta afirmou que ainda não teve acesso ao texto da proposta, mas que “uma discussão mais profunda tem que ser feita em melhor ambiente”. Perguntado sobre se o debate do semipresidencialismo ganhou força em Brasília como estratégia de Lira contra a discussão sobre o impeachment, Mandetta disse que “governos fracos propiciam este tipo de fala”.

A senadora Simone Tebet, apontada como pré-candidata pelo MDB, disse ter dúvidas se o modelo seria benéfico. “Com esse Congresso, minha dúvida é se isso melhoraria ou pioraria a representatividade popular e a gestão, a relação do Poder Executivo com o Legislativo, até no que se refere à estabilidade”, disse. (Colaborou Roberta Vassallo)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo

Bolsonaro nomeia Bruno Bianco como ‘número 2’ de Onyx no Ministério do Trabalho

0

Em uma vitória para o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro nomeou Bruno Bianco como secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência. O agora “número dois” da nova pasta, comandada por Onyx Lorenzoni, era secretário especial de Previdência e Trabalho de Guedes. A nomeação está publicada na edição desta quinta-feira do Diário Oficial da União (DOU).

A ida de Bianco para a equipe de Lorenzoni vinha sendo negociada pelo ministro da Economia como forma de manter alguém de sua confiança na cúpula do novo ministério, além de dar sequência a alguns projetos que até então estavam no seu guarda-chuva, como o pacote de medidas de estímulo à contratação de jovens de baixa renda, ainda em gestação.

Na semana passada, agentes do mercado financeiro viram com bons olhos a declaração de Guedes de que Bruno Bianco seria o braço direito de Onyx. A leitura foi de que, apesar de perder uma parte de suas atribuições, o “posto Ipiranga” do presidente Bolsonaro ainda manteria influência na política econômica voltada ao trabalho e à Previdência Social.

Fonte: Estadão Conteúdo

Amazonastur reabre cadastro do auxílio estadual para profissionais do turismo a partir desta quinta-feira (29/07)

0

O Governo do Estado do Amazonas, por meio da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), reabre o cadastro do auxílio estadual para profissionais do turismo a partir desta quinta-feira (29/07). A nova fase de cadastro contempla guias de Turismo, piloteiros cooperados e microempreendedores individuais (MEI), regularizados no sistema Cadastur até o dia 19 de julho.

O cadastro pode ser feito de forma presencial ou pelo envio da documentação para o e-mail auxilioturismo@amazonastur.am.gov.br, nos dias 29 e 30 de julho e de 2 a 6 de agosto. O cadastro presencial deve ocorrer das 8h às 14h, na sede da Amazonastur, localizada na Av. Santos Dumont, s/n, bairro Tarumã. Para realizar o cadastro presencial, o profissional deve ter em mãos cópia do RG, CPF ou CNPJ, comprovante de residência, ou encaminhar cópia da mesma documentação por e-mail.

A lista dos profissionais cadastrados pode ser conferida no site da Amazonastur (http://www.amazonastur.am.gov.br/). O dia de cadastro dos profissionais seguirá ordem alfabética do nome dos profissionais e será dividido pelos dias da semana: para os nomes iniciando de A a C, será na quinta-feira (29/07); de D a E, na sexta (30/07); de F a I, na segunda (02/08); de J a K, na terça-feira (03/08); de L a M, na quarta-feira (04/08); de N a R, na quinta-feira (05/08); e de S a Z, na sexta-feira (06/08).

O presidente da Amazonastur, Sérgio Litaiff Filho, destaca que a reabertura do novo cadastro foi uma determinação do governador Wilson Lima; e tem como objetivo diminuir os impactos causados pela pandemia no setor.

“Ampliamos o cadastro para MEI a fim de beneficiarmos mais trabalhadores do setor, atendendo também a uma solicitação da própria categoria. Recebemos um feedback muito positivo daqueles que já receberam o auxílio. E esperamos contribuir com mais famílias que vivem dessa atividade tão importante para a economia do Amazonas”, disse.

A data para recebimento dos cartões será divulgada pela Amazonastur após a finalização dos cadastros, no site oficial e nas redes sociais da instituição, além da imprensa local. Essa segunda etapa da inscrição é voltada apenas para os profissionais que não se cadastraram na primeira oportunidade.

A Lei do Auxílio foi sancionada pelo governador Wilson Lima, no dia 27 de abril, beneficiando trabalhadores da cultura, esporte e turismo. No dia 13 de julho, o Governo do Estado deu início à entrega dos cartões para os primeiros beneficiados, alcançando inicialmente 1.142 profissionais, que tiveram os cadastros aprovados na primeira etapa. O auxílio é no valor de R$ 600,00, pago em três parcelas mensais.

*Com informações da Assessoria

Estados da Amazônia Legal se unem para combater queimadas e incêndios florestais

0

O secretário de Estado do Meio Ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira, participou, na tarde desta quarta-feira (28/07), de uma reunião com representantes governamentais e comandantes de Corpos de Bombeiros da Amazônia Legal. O objetivo do encontro foi articular ações conjuntas para combater incêndios florestais, queimadas e desmatamento no bioma. 

Os participantes da reunião apresentaram iniciativas já realizadas e compartilharam especificidades dos seus territórios. As informações coletadas serviram de subsídio para construção de uma matriz lógica, que fundamentará o plano operativo envolvendo cada um dos estados. 

“Aqui o que está sendo proposto, é que, ouvindo as secretarias de Meio Ambiente e os bombeiros, a gente possa fazer algo juntos, e somar para esse plano operativo nos resultados das partes, com as sugestões de cada estado”, elucidou Cira Moura, durante a reunião. 

Eduardo Taveira reforçou a importância do alinhamento com o governo federal para que as ações sejam efetivas, em especial quanto aos recursos da Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O secretário estadual do Meio Ambiente do Amazonas ainda enfatizou as ações executadas no Estado e as parcerias, que têm contribuído no enfrentamento na região.

“Internamente o governo já está alinhado, inclusive com as forças de segurança, por meio da secretaria de Segurança Pública. E esperamos alinhamento com o governo federal com base na GLO, que o governador Wilson Lima emitiu solicitação de participação”, disse o secretário. 

O alinhamento com o governo federal também é essencial, por conta da sobrecarga que as áreas da União oferecem às administrações estaduais. 

“O alinhamento com o governo federal é essencial, por conta das áreas da União no estado. Isso irá ajudar bastante para que os estados possam se concentrar, também, na defesa das suas próprias áreas”, completou Taveira. 

“Os recursos humanos e de infraestrutura serão fundamentais, por parte do governo federal, para garantir uma ação exitosa na Amazônia, considerando a sua extensão e a quantidade de áreas federais que existem aqui na região”, reforçou o secretário executivo do Fórum de Governadores para o Clima e Florestas (GCF), Carlos Aragon.  

Pesquisa 

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) atuará na ação conjunta dos estados, oferecendo estudos panorâmicos para análise dos números de ocorrências ambientais registradas.

Na reunião desta quarta, o Ipam apresentou estudo dos focos de calor na Amazônia e traçou linhas gerais das áreas críticas. A análise do Instituto mostrou que cerca de 10% do bioma amazônico foi queimado nos últimos anos. Estima-se que 28% a 30% do fogo que ocorreu no Brasil foi na Amazônia.

Ainda de acordo com o Ipam, os números de queimadas foram registrados em anos do fenômeno El Niño, que, na América do Sul, já causou graves secas e períodos de estiagem. Quanto maior o período de seca, mais fogo foi registrado. 

Ações do Estado 

O governo do Amazonas atua desde o início de abril, na repressão ao desmatamento ilegal, por meio da Operação Integrada Tamoiotatá. Atualmente, a operação está em sua sétima fase de ações no sul do Amazonas, com foco nos municípios mais vulneráveis da Amazônia Legal, em decorrência de ocupações irregulares em áreas públicas, em especial, em áreas da União. 

O Amazonas enviou um ofício ao governo federal formalizando a adesão do estado à Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que permite a ação das Forças Armadas no combate a crimes ambientais em território amazonense.

Além dessas ações, o estado tem atuado na capacitação de brigadistas florestais em sete municípios do sul do Amazonas. Até o momento, 145 novos brigadistas foram formados para atuar contra queimadas ilegais nas cidades de Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Humaitá, Apuí e Boca do Acre. A cidade de Canutama também receberá cursos de capacitação até o final de agosto.

Junto a isso, a Sema obteve a aprovação de R$ 11,5 milhões do Banco Alemão de Desenvolvimento KFW, para contratar 240 brigadistas, para reforçar a atuação estadual contra as queimadas. Parte do recurso também será usada para contratação de um serviço de monitoramento por drone, em tempo real, do desmatamento no sul do estado, a fim de auxiliar as equipes em campo pela operação Tamoiotatá e, também, apoiar o Ipaam na autuação remota de infratores.

*Com informações da Assessoria

Pedidos de seguro-desemprego têm queda de 21% no 1º semestre

0

Os pedidos de seguro-desemprego registraram uma queda de 21% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a junho de 2020, período marcado pelo início da pandemia de coronavírus, foram registrados 3,9 milhões de pedidos ante 3,1 milhões nos primeiros seis meses de 2021.

O recorde foi em maio do ano passado, com 960.308, a maior marca da série histórica. Em junho deste ano, foram 483.233, retomando o patamar anterior à pandemia. Os números são divulgados pelo Painel de Informações do Seguro-Desemprego, da Secretaria Esepcial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia. 

A queda pode ser explicada por diversos fatores, que vão desde a elegibilidade para o benefício até a decisão da própria pessoa em dar entrada.

“Mas é importante observar, no entanto, que em 2021 o país vive uma recuperação econômica e gerou empregos em todos os meses até o momento, o que explica, em parte, o menor número de pedidos em relação ao ano passado, em que nos primeiros meses houve perda expressiva de emprego em decorrência do lockdown imposto pela pandemia naquele momento”, afirma a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Para o economista Hélio Zylberstajn, professor sênior da FEA-USP e coordenador do Projeto Salariômetro, a redução indica simplesmente que as empresas estão demitindo menos que no ano passado. “E por que estão demitindo menos? Provavelmente porque já enxugaram o que tinham que enxugar e agora estamos ‘virando a chave’ no mercado de trabalho”, afirma.

Impacto da pandemia

Com o impacto da pandemia na economia, as empresas demitiram para reduzir a folha de pagamento. Depois diminuíram a quantidade de demissões e começaram a contratar novamente.

Mesmo com a melhora de índices econômicos, o desemprego se mantém alto com 14,8 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho, de acordo com dados de junho do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os novos índices serão divulgados nesta sexta-feira (30).

Já o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia, aponta abertura de 1.233.372 vagas de empregos formais nos primeiros cinco meses deste ano, número decorrente de 7.971.258 admissões e 6.737.886 desligamentos. O volume corresponde a 38,2% mais contratações e 2,5% menos demissões em relação aos mesmos cinco meses iniciais do ano passado. Os dados de junho serão divulgados nesta quinta-feira (29).

Incerteza

O economista Rodolfo Tobler, pesquisador do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), destaca que deve ser considerado que no início da pandemia, no ano passado, houve uma incerteza muito grande, não havia muitos benefícios ainda por parte do governo federal e também não se sabia quanto tempo durariam as medidas restritivas. E os primeiros meses de 2020 foram o pior momento no sentido do mercado de trabalho.

“Teve um pico muito grande em abril. Então houve necessidade de isolamento social, ficando um período com muitas restriçõess, o que provocou demissões e expansão muito grande dos pedidos do seguro-desemprego, principalmente porque ainda não existia o programa que permite às empresas cortarem jornada e salário e suspender contratos de trabalho”, explica. 

O avanço da vacinação e o fato de as empresas já conseguirem se adaptar à nova situação podem explicar a redução dos pedidos. “Também tem que ser considerado que já teve rodada de demissões e seria difícil ter outra da mesma magnitude”, avalia. 

A expectativa, segundo ele, é de recuperação da economia e do mercado de trabalho, mas ainda existe muita incerteza. “A recuperação econômica, a redução do número de mortes por covid e a flexibilização das medidas restritivas parecem contribuir com a melhora do cenário. O avanço da vacinação e o controle da pandemia continuam sendo fundamentais para o processo de retomada”, afirma Tobler.

*Com informações do R7.com