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Filho de Malvino Salvador é internado com bronquiolite

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O ator Malvino Salvador e a lutadora de Kyra Gracie precisaram passar a noite desta segunda (5) no hospital. O seu filho caçula, Rayan, precisou ser internado em um CTI (Centro de Terapia Intensiva), por estar com bronquiolite.

A doença, muitas vezes, é causada por um vírus. É muito comum no inverno. Através de gotículas respiratórias, que podem ser uma tosse ou espirro.

Kyra Grace, mãe de Rayan, postou em seu perfil na rede social o que aconteceu. “Rayan piorou nesta madrugada e tivemos que internar no CTI”, escreveu ela, que continuou: “Foi diagnosticado com bronquiolite, mas está sendo muito bem cuidado por aqui”, comentou.


Foto: Reprodução Instagram

CPI pode convocar ex-cunhada de Bolsonaro que denunciou ‘rachadinha’

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A CPI da Pandemia deve votar na quarta-feira (7) a convocação de Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada do presidente Jair Bolsonaro. Em uma gravação divulgada na segunda-feira (5), ela acusa o presidente de envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos conhecido como “rachadinha” quando foi deputado. Segundo a denúncia, dinheiro que deveria ser usado para o pagamento de servidores da Câmara era “devolvido” para o então deputado Jair Bolsonaro. O advogado Frederick Wassef, que representa o presidente, nega as acusações.

O pedido de convocação é assinado pelo relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL). “A pessoa convocada tem ligação direta com suspeitas de crimes investigados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, envolvendo o presidente da República e seus filhos. Além disso e intimamente ligadas ao objeto desta CPI, há notícias de que as indicações de ocupantes para posições, cargos e funções estratégicos no Ministério da Saúde e outras posições no combate à pandemia seriam feitas pelo presidente da República, por seus filhos e pessoas próximas a eles, em sua maioria, por meio da senhora Andrea Siqueira Valle”, argumenta Calheiros.

A CPI da Pandemia tem 59 requerimentos na pauta. Eles preveem, por exemplo, a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático dos deputados federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do Governo na Câmara, e Luis Miranda (DEM-DF). Barros teria sido citado pelo presidente Jair Bolsonaro em um suposto esquema de corrupção para a compra da vacina Covaxin. A denúncia foi apresentada em junho por Miranda.

Renan sugere a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de Danilo e Gustavo Berndt Trento. Eles são apontados como sócios de Francisco Maximiano, da Precisa Medicamentos, envolvido em denúncias de irregularidades na compra da vacina Covaxin.

Calheiros requer ainda que o Poder Executivo envie à CPI informações detalhadas sobre gastos orçamentários classificados como “Resultado Primário – RP-9”. O relator quer saber quais parlamentares e autoridades pediram ou liberaram um total de R$ 16,85 bilhões previstos nessa rubrica em 2020 e 2021.

Renan também apresentou um requerimento de informações ao Comando do Exército. Ele quer acesso a todos os relatórios e informações de inteligência relacionados ao ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello e aos militares Antônio Élcio Franco, Marcelo Blanco da Costa e Alexandre Martinelli Cerqueira. Os três últimos também atuaram na pasta durante a pandemia de coronavírus.

O relator da CPI da Pandemia propõe que a Polícia Federal investigue o encontro ocorrido entre o policial militar Luiz Paulo Dominguetti e o então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias. Dominguetti se apresenta como representante comercial da empresa Davati Medical Supply, com sede nos Estados Unidos. Ele afirmou ter recebido de Dias um pedido de propina para a compra de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca. Renan pede que a Polícia Federal apreenda imagens e equipamentos no Brasília Shopping, no Garvey Park Hotel e no restaurante Vasto, onde Dominguetti e Dias teriam se encontrado.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou ainda um requerimento para que o Ministério da Saúde informe todos os registros de entrada de Luiz Paulo Dominguetti e do reverendo Amilton Gomes da Paula ao longo de 2021. O religioso, que também é alvo de um pedido de convocação, recebeu aval da pasta para negociar a compra de 400 mil doses da AstraZeneca com a empresa Davati.

*Agência Senado

[VÍDEO] Montanhista que escalou Everest usou racismo estrutural como motivação

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A montanhista e empreendedora social Aretha Duarte disse que usou o preconceito e racismo estrutural que sentiu como moradora da periferia de Campinas (SP) como motivação enquanto escalava o Monte Everest, no Nepal, sendo a primeira negra e latino-americana a chegar ao pico, localizado 8 848,86 metros acima do nível do mar. 

“Existiu sim um racismo estrutural e por causa disso eu ficava cada vez mais motivada a escalar essa montanha [Everest], no sentido de se tornar uma representação, no sentido de não ter sido apenas a primeira, mas que seja a primeira de muitas”, disse Aretha. A montanhista também deseja um maior número de mulheres e de negros montanhistas e escalando montanhas no Brasil e no exterior. “Apesar de todos os esforços eu queria ver cada vez mais mulheres nesses ambientes, ver mais pessoas pretas nesses ambientes”.

Aretha foi a entrevistada desta segunda-feira (5) do programa Sem Censura da TV Brasil e faltou sobre os desafios que enfrentou para chegar ao cume do Monte Everest; seu maior desafio durante a escalada, que foi a saída do campo 4 em direção ao cume; a zona da morte nas escaladas em montanhas de grande altitude; particularidades do Everest, como o turismo, o lixo e acidentes e sobre conscientização ambiental.

A empreendedora social trabalha em uma operadora de montanhismo em Campinas (SP) e começou com o montanhismo há nove anos. Ela conta que, até chegar ao Everest, adquiriu as experiências necessárias de escalada em rocha, escalada em gelo e um excelente condicionamento físico. “Quando eu determinei que ia escalar essa montanha, que foi em março de 2020, eu precisei apenas fazer a manutenção desse condicionamento.” E, é claro, precisou levantar os recursos.

“Minha maior dificuldade pré-escalada foi alcançar o recurso financeiro para essa empreitada. O recurso financeiro para essa montanha é altíssimo para quem tinha R$0 na conta para esse sonho e [a dificuldade] foi justamente ter que trabalhar sete dias por semana na reciclagem de materiais, encontrar horários no dia para treinar seis dias na semana, e horário no dia para trabalhar na Grade6 [operadora de montanhismo de Campinas]”, conta. Ela diz que recolhia aproximadamente 500 quilos de recicláveis por dia, o que fez com que conseguisse, após alguns meses, parte do dinheiro necessário para a expedição.

Aretha diz que voltou do Everest com uma mentalidade mais resiliente, mais forte, pronta para contribuir para o próximo. Além do Everest, Aretha já escalou o Monte Kilimanjaro, na Tanzânia; o Monte Aconcagua, na Argentina; o Monte Elbrus, na Rússia; o Monte Roraima, na Venezuela e o Alpamayo, na Bolívia.

Veja aqui a entrevista completa:

*Agência Brasil

Governador do Amazonas autoriza repasse de R$ 5 milhões para Hospital do Sangue e prevê entrega da obra para outubro

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O governador Wilson Lima autorizou repasse de R$ 5 milhões para as obras do Hospital do Sangue, da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). O recurso é referente à contrapartida estadual e garante a entrega da obra para o final do mês de outubro deste ano. O complexo está com 73% da construção concluída.

Em reunião, na última semana, entre a diretoria do Hemoam e a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), a garantia dos R$ 5 milhões foi pautada como estratégia para avançar no andamento das obras, além de compensar atrasos no repasse do Governo Federal, que vem atrasando os recursos, desde o início da pandemia.

“Essa decisão do governo foi essencial para garantir que em breve a gente possa ter uma nova infraestrutura hospitalar completa, para atender às demandas de diagnóstico e tratamento das doenças do sangue e do câncer infanto-juvenil”, comentou a diretora-presidente do Hemoam, Socorro Sampaio. Na semana passada, o governo estadual também liberou R$ 4,5 milhões para aquisição de equipamentos e mobílias do hospital.

O Hospital do Sangue é um projeto para ampliar em até seis vezes a assistência ofertada atualmente pelo Hemoam. A obra está orçada em R$49 milhões, dos quais cerca de R$ 29 milhões são de recursos federais e, aproximadamente, R$ 20 milhões são de contrapartida estadual.

“Desde março do ano passado a parte federal começou a somar atrasos de até três meses. Para não comprometer o andamento da obra o Governo do Estado chegou a assumir o pagamento de R$ 9 milhões unilateralmente. Com esse novo pagamento, o cronograma da obra ficará regularizado e a entrega da construção será no final de outubro”, acrescentou Sampaio.

Ampliação do atendimento 

O Hospital do Sangue tem capacidade total de 191 leitos. De acordo com o cronograma do Hemoam, a previsão é iniciar a operação da nova infraestrutura com 100 leitos até o final de 2021.

“A partir daí trabalharemos de maneira progressiva na utilização de todas as instalações”, acrescentou a diretora-presidente. Além de atender as leucemias, anemias falciformes e os pacientes oncológicos, o Hospital do Sangue irá oferecer transplante de medula óssea, o qual é realizado fora do estado atualmente.

*Com informações da Assessoria*

MJ prorroga presença da Força Nacional na Terra Indígena Enawenê-Nawê

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Portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública prorroga, pela quarta vez, o emprego e apoio da Força Nacional de Segurança em apoio à Fundação Nacional do Índio (Funai) na Terra Indígena Enawenê-Nawê, em Mato Grosso. Com isso, as ações “nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio” seguirá até 31 de agosto.

A portaria nº 300 permite que a Força Nacional dê sequência ao trabalho de instalação do Plano de Barreiras Sanitárias, com o objetivo de impedir a entrada de não indígenas nas comunidades indígenas, sobretudo em territórios de povos isolados e de recente contato.

Apresentado ao Supremo Tribunal Federal em julho do ano passado, o Plano de Barreiras Sanitárias para os Povos Indígenas Isolado e de Recente Contato integra uma proposta mais ampla, o chamado Plano de Enfrentamento e Monitoramento da Covid-19 para Povos Indígenas Brasileiros, elaborado com apoio técnico de consultores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e contribuições de lideranças indígenas e Ministério Público Federal, entre outros órgãos públicos e entidades da sociedade civil.

Junto com as Bases de Proteção Etnoambiental e os Pontos de Apoio Intermitente, as barreiras sanitárias visam à proteção territorial das áreas da União de usufruto indígena. Basicamente, as barreiras são postos de controle de acesso onde agentes da Funai e profissionais de segurança pública atuam em parceria com os próprios indígenas.

O emprego de efetivos da Força Nacional na Terra Indígena Enawenê-Nawê foi autorizado em novembro de 2020, por meio da Portaria nº 641, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que inicialmente estabelecia que os agentes permaneceriam na região por 41 dias, ou seja, até 31 de dezembro.

Segundo a portaria publicada hoje, o prazo do apoio prestado pela Força Nacional de Segurança Pública poderá ser prorrogado, caso seja necessário.

*Agência Brasil

Fraudes na venda de vacinas podem ter atingido milhares de indianos

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Pelo menos 2,5 mil pessoas podem ter sido vítimas de esquema fraudulento de venda de vacinas na Índia. Eles teriam recebido uma injeção de água salgada em vez de uma dose de imunizante contra a covid-19. Pelo menos 14 pessoas já foram detidas, incluindo médicos e outros profissionais de saúde.

A fraude ocorreu em 12 centros de vacinação na Índia, entre maio e junho. Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas tenham sido vítimas do esquema na capital financeira indiana de Mumbai. Outras podem ter sido afetadas no estado de Bengala, no leste do país.

Os responsáveis são acusados de encher frascos vazios das vacinas com água salgada e de cobrar uma taxa pela imunização, obtendo lucro estimado em US$ 28 mil.

As autoridades indianas iniciaram a investigação sobre o caso após denúncia à polícia por parte de algumas das vítimas, que suspeitaram depois de não conseguir ter acesso aos seus certificados de vacinação no portal do governo.

Até o momento foram detidas 14 pessoas, sob suspeitas de fraude, tentativa de homicídio e conspiração criminosa. Entre os detidos estão médicos e outros profissionais de saúde.

“Prendemos médicos. Eles usavam um hospital para emitir certificados e produzir frascos e vacinas falsas”, disse à CNN Vishal Thakur, um alto funcionário do Departamento de Polícia de Mumbai.

As autoridades também bloquearam o Hospital Shivam, em Mumbai, que abrigava campos de vacinação em massa, para os quais não tinha permissão. Os responsáveis pelo hospital estão entre os detidos, suspeitos de encherem frascos usados de vacinas com água salgada.

A Índia foi alvo de uma devastadora segunda onda da pandemia, que atingiu o pico em meados de maio, com mais de 400 mil novos casos por dia. Desde então, a curva de contágios tem diminuído, aliviando a pressão sobre os hospitais.

Nas últimas 24 horas, a Índia registou 34.703 casos de Ccvid-19, o valor mais baixo em quase quatro meses. O país contabilizou ainda 553 mortes associadas à doença, um número que também continua a diminuir.

De forma a responder à baixa taxa de vacinação no segundo país mais populoso do mundo, o presidente indiano, Nerendra Modi, anunciou em junho uma campanha de vacinação gratuita.

Em um país com mais de 1 bilhão de habitantes, apenas 62 milhões já foram totalmente vacinados, o que corresponde a 5% da população.

*Agência Brasil

[AO VIVO] CPI da Pandemia ouve Regina Célia Oliveira, fiscal do contrato para compra da Covaxin

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A CPI da Pandemia ouve, nesta terça-feira (06/07), Regina Célia Silva Oliveira, servidora do Ministério da Saúde, fiscal do contrato com a Bharat Biotech para fornecimento de 20 milhões de doses da vacina Covaxin.

Atividade industrial cai em maio, mas está acima de antes da pandemia

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A atividade industrial encolheu em maio, com queda nas horas trabalhadas e na utilização da capacidade instalada, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a pesquisa Indicadores Industriais, apesar da queda na produção, o nível de atividade continua superior ao de fevereiro de 2020, antes do início da pandemia de covid-19.

Em maio o número de horas trabalhadas na produção caiu 1,8% em relação a abril. Essa estatística desconsidera efeitos sazonais (oscilações típicas de determinadas épocas do ano). Como a CNI revisou os números de meses anteriores, esse representa o segundo mês seguido de encolhimento no indicador.

Os dados de março e de abril foram revisados para baixo. Em vez de crescimento de 1,1%, o número de horas trabalhadas ficou estável em março. Em abril, o indicador passou a registrar queda de 1,3%, em vez de crescimento de 0,7%. Dessa forma, a CNI passou a considerar que as horas trabalhadas mostram tendência de queda em 2021. Apesar disso, o indicador continua um pouco acima do registrado em fevereiro do ano passado.

Em relação à utilização da capacidade instalada (UCI), o indicador caiu de 81,9% em abril para 81,6% em maio, também na comparação livre de efeitos sazonais. Apesar do recuo, o indicador permanece acima do registrado em fevereiro de 2020, quando estava em 78,1%. Esse é o terceiro mês consecutivo com UCI acima de 80%, o que não ocorria desde o período entre novembro de 2014 e janeiro de 2015.

O faturamento real da indústria de transformação aumentou 0,7% entre abril e maio de 2021, na série livre de efeitos sazonais. Desde o início do ano, o indicador vem oscilando entre altas e quedas, mas a CNI considera que o indicador começa a assumir uma tendência de queda porque as altas não têm compensado as retrações dos meses anteriores, com o faturamento estando 3,3% menor que em janeiro.

Emprego

Mesmo com a queda na atividade, o emprego industrial continuou a crescer em maio, subindo 0,5% na comparação com abril, livre dos efeitos sazonais. Segundo a CNI, esse é o décimo mês consecutivo de crescimento no mercado de trabalho. O nível de emprego acumula alta de 1,9% em 2021 e está 6% maior que o registrado em maio de 2020.

Depois de dois meses de crescimento, a massa salarial real encolheu 0,8% em maio, em relação a abril. Apesar da retração em maio a massa salarial ainda apresenta crescimento acumulado de 1,7% em 2021.

*Agência Brasil

Fraudes na venda de vacinas podem ter atingido milhares de indianos

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Pelo menos 2,5 mil pessoas podem ter sido vítimas de esquema fraudulento de venda de vacinas na Índia. Eles teriam recebido uma injeção de água salgada em vez de uma dose de imunizante contra a covid-19. Pelo menos 14 pessoas já foram detidas, incluindo médicos e outros profissionais de saúde.

A fraude ocorreu em 12 centros de vacinação na Índia, entre maio e junho. Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas tenham sido vítimas do esquema na capital financeira indiana de Mumbai. Outras podem ter sido afetadas no estado de Bengala, no leste do país.

Os responsáveis são acusados de encher frascos vazios das vacinas com água salgada e de cobrar uma taxa pela imunização, obtendo lucro estimado em US$ 28 mil.

As autoridades indianas iniciaram a investigação sobre o caso após denúncia à polícia por parte de algumas das vítimas, que suspeitaram depois de não conseguir ter acesso aos seus certificados de vacinação no portal do governo.

Até o momento foram detidas 14 pessoas, sob suspeitas de fraude, tentativa de homicídio e conspiração criminosa. Entre os detidos estão médicos e outros profissionais de saúde.

“Prendemos médicos. Eles usavam um hospital para emitir certificados e produzir frascos e vacinas falsas”, disse à CNN Vishal Thakur, um alto funcionário do Departamento de Polícia de Mumbai.

As autoridades também bloquearam o Hospital Shivam, em Mumbai, que abrigava campos de vacinação em massa, para os quais não tinha permissão. Os responsáveis pelo hospital estão entre os detidos, suspeitos de encherem frascos usados de vacinas com água salgada.

A Índia foi alvo de uma devastadora segunda onda da pandemia, que atingiu o pico em meados de maio, com mais de 400 mil novos casos por dia. Desde então, a curva de contágios tem diminuído, aliviando a pressão sobre os hospitais.

Nas últimas 24 horas, a Índia registou 34.703 casos de Ccvid-19, o valor mais baixo em quase quatro meses. O país contabilizou ainda 553 mortes associadas à doença, um número que também continua a diminuir.

De forma a responder à baixa taxa de vacinação no segundo país mais populoso do mundo, o presidente indiano, Nerendra Modi, anunciou em junho uma campanha de vacinação gratuita.

Em um país com mais de 1 bilhão de habitantes, apenas 62 milhões já foram totalmente vacinados, o que corresponde a 5% da população.

*Informações da Agência Brasil*

Fatos históricos, datas comemorativas e feriados de julho de 2021

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Os Jogos Olímpicos de Tóquio, inicialmente previstos para julho de 2020 e adiados para este ano, devem monopolizar a atenção de boa parte da população mundial a partir do dia 23 de julho. Neste dia, a 32ª edição do evento terá a sua abertura oficial.

Além da abertura dos Jogos Olímpicos, o mês de julho também traz consigo datas que marcam ritmos musicais, esporte e também conscientizam para a preservação natural. O dia 1º de julho é o Dia Internacional do Reggae. No dia 13 de julho é celebrado do Dia Mundial do Rock, em alusão ao show Live Aid, realizado nesta data, no ano de 1985.

No âmbito esportivo, o dia 19 é o Dia Nacional do Futebol – trata-se de uma homenagem ao Esporte Clube Rio Grande, equipe mais antiga do país, fundado no dia 19 de julho de 1900. O mês ainda tem Dia Mundial da Capoeira (dia 5), Dia de Proteção às Florestas no Brasil (17), Dia dos Avós (26) e Dia do Agricultor (28).

*Agência Brasil