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Pleno escolherá nomes para TRE e lista tríplice de membros do MP para vaga no TJAM no próximo dia 30

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As duas votações ocorrerão durante a Sessão do Tribunal Pleno, que começará 9h, por videoconferência e com transmissão pelo canal do TJAM no YouTube.

Os membros do Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) analisarão na sessão da próxima terça-feira (30/3) dois processos administrativos para a escolha dos nomes que irão ocupar cargos da magistratura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) e no próprio TJAM.

Para o TRE-AM, será eleito um desembargador que deverá complementar o biênio da atual gestão, que se encerrará em 7/5/2022, devido ao falecimento do desembargador Aristóteles Lima Thury, ocorrido no dia 14 de fevereiro deste ano, em decorrência de complicações da covid-19.

Estão inscritos para concorrer a esta vaga os desembargadores Wellington José de Araújo e Elci Simões de Oliveira.

A outra votação que consta na pauta da próxima sessão do Tribunal Pleno será para definir a composição da lista tríplice a ser enviada ao governador, que escolherá um membro do Ministério Público para ocupará a vaga de desembargador no TJAM pelo Quinto Constitucional.

Na quinta-feira (25/3), o Ministério Público escolheu, por votação online, os nomes dos seis promotores mais votados e que disputam a vaga do desembargador Djalma Martins da Costa, que se aposentou no dia 23 de fevereiro deste ano, ao completar 75 anos, idade máxima para exercício de cargo na magistratura.

A lista sêxtupla, enacaminhada no final da tarde desta quinta-feira ao TJAM, ficou composta desta forma: Vânia Maria do Perpétuo Socorro Marques Marinho, 107 votos; Paulo Stélio Sabbá Guimarães, 27 votos; Luiz Alberto Dantas de Vasconcelos, 19 votos; Mário Ypiranga Monteiro Neto, 9 votos; Carlos José Alves de Araújo, 4 votos; e Mirtil Fernandes do Vale, 2 votos.

A sessão do Pleno é transmitida pelo canal do TJAM no YouTube, a partir das 9h de terça-feira.

*Com informações da assessoria 

Bolsonaro deve trocar chefia da Advocacia-Geral da União

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Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil

Depois das trocas no Ministério da Defesa e das Relações Exteriores, o presidente Jair Bolsonaro deve anunciar uma outra mudança no primeiro escalão do governo: a saída do ministro José Levi da chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), segundo o Estadão apurou com integrantes do governo. O atual ministro da Justiça, André Mendonça, deve reassumir o posto de advogado-geral da União.

Bolsonaro conversou com Levi nesta segunda-feira, 29. As alterações na chefia da AGU devem ser publicadas ainda hoje, em uma edição extra do Diário Oficial da União.

Levi deixa o cargo após se recusar a assinar a ação apresentada pelo próprio Bolsonaro para derrubar decretos dos governos do Distrito Federal, da Bahia e do Rio Grande do Sul que impuseram “toque de recolher” à população, endurecendo as restrições à circulação de pessoas diante do agravamento da pandemia. A ação contrariou governadores e acabou arquivada por decisão do ministro Marco Aurélio Mello, que considerou que caberia à AGU formalizar o pedido e rejeitou o recebimento da ação.

“O Chefe do Executivo personifica a União, atribuindo-se ao advogado-geral a representação judicial, a prática de atos em Juízo. Considerado o erro grosseiro, não cabe o saneamento processual”, escreveu.

Na decisão de quatro páginas, Marco Aurélio ainda destacou que o governo federal não está isento de agir na pandemia. “Ante os ares democráticos vivenciados, impróprio, a todos os títulos, é a visão totalitária. Ao Presidente da República cabe a liderança maior, a coordenação de esforços visando o bem-estar dos brasileiros”, frisou o decano. O trecho é um duro recado ao chefe do Executivo, que tem procurado se isentar das responsabilidades na condução da crise.

Antes de assumir o comando da AGU, Levi foi procurador-Geral da Fazenda Nacional, entre janeiro de 2019 e abril de 2020, e foi secretário-executivo do Ministério da Justiça.

Tanto Levi quanto o ex-ministro da Defesa Fernando Azevedo possuem pontes com o Supremo Tribunal Federal (STF), que foram pegos de surpresa com as mudanças no primeiro escalão do governo Para um ministro, a saída de Azevedo do cargo é “péssima”.

*Fonte: Agência Estadão

Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, diz em nota que deixará pasta

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Depois do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pedir demissão, o governo teve mais uma baixa nesta segunda-feira, 29. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, comunicou por meio de nota oficial divulgada pela assessoria que deixará a pasta. Azevedo destacou que deixa o cargo com a “certeza de missão cumprida”.

No comunicado, Azevedo agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro e reforçou sua lealdade ao chefe do Executivo. Na nota, não fica claro se Azevedo pediu demissão do cargo ou se foi demitido. Também não é detalhado no texto o motivo para sair do cargo. “Agradeço ao Presidente da República, a quem dediquei total lealdade ao longo desses mais de dois anos, a oportunidade de ter servido ao País, como Ministro de Estado da Defesa. Nesse período, preservei as Forças Armadas como instituições de Estado”, informou.

Fernando Azevedo também ressaltou que as Forças Armadas “nunca mediaram esforços” para responder às necessidades da população. “O meu reconhecimento e gratidão aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, e suas respectivas forças, que nunca mediram esforços para atender às necessidades e emergências da população brasileira. Saio na certeza da missão cumprida”, relatou.

*Fonte: Agência Estadão

Governo do Estado assina contrato para recuperação da orla de Japurá

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O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Região Metropolitana de Manaus (Seinfra), assinou contrato para a realização de obras e serviços de contenção de processo erosivo na orla do município de Japurá, distante 744 quilômetros em linha reta de Manaus.

Com investimento de R$ 1.837.900,59, a obra prevê intervenção em uma área de 3.656,00 metros quadrados, com a realização de serviços de escavação, reaterro, compactação de solo, contenção de processo erosivo, drenagem profunda e superficial, pavimentação e guarda-corpo, entre outras. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos em outubro deste ano.

Os processos erosivos ocorrem principalmente por conta das fortes chuvas e infiltração de águas pluviais nas margens dos rios, ocasionando o fenômeno das terras caídas, muito comum na região amazônica.

As enchentes e vazantes também contribuem para o surgimento de processos erosivos, enfraquecendo a orla, por meio da abertura de bolsões ou cavernas sob o nível das águas, causando o desmoronamento em épocas de vazante.

Situado na calha do Alto Solimões, Japurá tem uma população estimada em 2.251 habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a 2019.

Mourão é vacinado com primeira dose da Coronavac em Brasília –

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Brasília, 29 (AE) – O vice-presidente Hamilton Mourão foi vacinado nesta segunda-feira, 29, com a primeira dose da Coronavac, vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. De manhã, Mourão, de 67 anos, já havia anunciado que iria ser vacinado hoje contra a covid-19

“É importante que todos sejam vacinados. Cada um dentro da sua vez, chegando a sua hora dentro da fila bonitinho, direitinho”, disse a jornalistas após ser vacinado. “A vacina é tranquilinha, não dói. O pessoal pode vir tranquilo, rapidinho”, acrescentou.

A vacina Coronavac recebida pelo vice-presidente é uma das duas em aplicação no País contra a covid-19. O imunizante foi chamado de “vacina chinesa de Doria”, pelo presidente Jair Bolsonaro, que por diversas vezes colocou em dúvida a segurança do imunizante.

Do alto escalão do governo, já foram vacinados os ministros Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, de 73 anos, e Paulo Guedes, da Economia, de 71 anos. Nas redes sociais, Mourão destacou ter feito “sua parte como cidadão” ao se vacinar. “Hoje fiz minha parte como cidadão consciente e recebi a primeira dose da vacina contra a COVID-19 (Coronavac). Espero que, em breve, o maior número possível de vacinas cheguem à população brasileira”, escreveu.

Na conversa com jornalistas após ter sido imunizado, Mourão evitou comentar o pedido de demissão do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. “Esse assunto não vou comentar”, disse. Em janeiro, o vice-presidente chegou a dizer que Araújo poderia ser trocado como parte de mudanças na equipe ministerial Na época, Bolsonaro negou a possibilidade.

*Fonte: Agência Estadão

Para Lorenzoni, não faltaram coordenação e planejamento do governo na pandemia

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, fala à imprensa no Palácio do Planalto,sobre o o pagamento da 2ª parcela do auxílio emergencial

Brasília, 29 (AE) – Apesar do atraso na vacinação e do colapso na Saúde em várias regiões do País, com falta de leitos hospitalares, oxigênio e medicamentos para intubação, o ministro da Secretaria-Geral, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta segunda-feira, 29, que não faltaram coordenação e planejamento por parte do governo durante a pandemia da covid-19. Uma das provas da eficiência do governo, segundo Lorenzoni, foi a assinatura de Medida Provisória (MP) nesta manhã sobre novas regras para o ambiente de negócios.

“Este é o governo que foi e é eficiente e prova isso com essa medida provisória, que vai permitir que o Banco Mundial, quando fizer avaliação do Brasil, faça o Brasil ascender 20 posições, em busca do sonho de chegar entre os 50 países mais competitivos do mundo”, declarou Onyx em evento no Planalto para a assinatura da MP.

O ministro destacou que Bolsonaro “foi o primeiro líder mundial em março do ano passado a dizer que precisávamos cuidar da vida e do emprego”. Segundo ele, o País “foi e é fraterno pela ação do seu presidente”, que vai atrás do “Brasil real”. Apesar da fala de Lorenzoni, a gestão de Bolsonaro durante a pandemia foi marcada por desestímulo às medidas sanitárias de prevenção contra o novo coronavírus, como evitar aglomerações, praticar o isolamento e o uso de máscaras.

A própria vacina também foi colocada em dúvida por Bolsonaro. Mesmo com a oferta insuficiente para o País, Onyx Lorenzoni afirmou que o Brasil será “em breve” um exportador do imunizante e criticou a imprensa brasileira. “Muito em breve Brasil não só produzirá vacinas como irá atender toda a América do Sul e a toda América Latina como país exportador (de vacina). Apenas mais seis países no mundo farão isso. Isso foi feito sob comando do presidente Bolsonaro e sua equipe, quer a imprensa brasileira ou não”, disse.

Em seu discurso, na mesma linha adotada por Bolsonaro, Lorenzoni falou contra as medidas de fechamento como forma de evitar a disseminação da doença. “Mandam fazer o lockdown, jogam policiais contra cidadãos, cidadãos que clamam pelo direito constitucional de ir e vir, de poder trabalhar. Em que país nós estamos?”, indagou. Na semana passada, o ministro afirmou que seria inviável ter um lockdown na população porque é impossível ter um lockdown de insetos no Brasil, os quais, segundo ele, carregam o coronavírus.

“Reclamam que deveria ter coordenação central (da pandemia). Coordenação é o que não falta nesse governo. Planejamento é o que não falta nesse governo. Mas, o que falta em parte da imprensa engajada brasileira é a verdade”, declarou. Lorenzoni disse ainda que o povo brasileiro sabe que o presidente é “rigorosamente constitucional” e que seu governo é “rigorosamente eficiente e fraterno”. Pesquisas mostram, contudo, queda na avaliação da gestão de Bolsonaro durante a crise sanitária.

*Fonte: Agência Estadão

Na ONU, entidades multilaterais defendem ampliar alívio à dívida de emergentes

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Em sessão da Organização das Nações Unidas (ONU), lideranças de entidades multilaterais defenderam a extensão de programas que aliviam o serviço da dívida de países pobres e pediram às nações desenvolvidas que fortaleçam, junto a instituições como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), seus empréstimos às economias mais reprimidas pela crise do coronavírus. Diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva disse que a perspectiva para a economia global melhorou nos últimos meses, com a vacinação contra a covid-19 e o apoio fiscal de governos.

A situação, porém, diverge entre os países mais desenvolvidos, emergentes e de baixa renda, notou a dirigente. De acordo com ela, as economias mais pobres e emergentes, com exceção da China, devem acumular perdas de até 20% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2022 por conta da crise, contra até 11% em nações mais ricas.

A perspectiva não só expõe a fragilidade de alguns países, como também coloca em cheque a vacinação contra a covid-19 e a subsequente recuperação da economia global, alertou o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres.

Preocupada com o tema, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a União Europeia dobrou sua contribuição à iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Diante deste cenário, o secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Angel Gurría, afirmou ser essencial dar maior alívio ao serviço da dívida de países de baixa renda, por meio ferramentas como a Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI, na sigla em inglês), que deve ser estendida até o fim de 2021, segundo o primeiro-ministro da Itália e atual presidente do Grupo dos 20, Mario Draghi.

Gurría afirmou que a iniciativa ajudou a melhorar a liquidez de países emergentes e de baixo desenvolvimento, em apoio que pode ser estendido a mais US$ 7,3 bilhões, segundo o presidente do Banco Mundial, David Malpass, que também participou da sessão. Malpass também apontou para a alocação de mais recursos para conceder empréstimos a nações pobres entre as necessidades para apoiar uma recuperação sustentável da economia. O instrumento também conta também com o apoio da UE, segundo von der Leyen.

Outra preocupação do presidente do Banco Mundial é a mudança climática, que pode limitar a recuperação da economia de países emergentes, segundo ele.

*Fonte: Agência Estadão

Pessoas com comorbidades começam a ser vacinadas pela Prefeitura de Manaus nesta segunda, 29/3

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A secretaria de saúde realizou na manhã desse sábado (20) um mutirão em prazeres com diversos serviços para a população

O público de 55 a 59 anos, com cardiopatias, diabetes mellitus e obesidade mórbida (IMC > 40), será vacinado pela Prefeitura de Manaus a partir desta segunda-feira, 29/3. O grupo abre uma nova fase da campanha municipal de imunização contra a Covid-19, que desde janeiro contemplou trabalhadores da saúde, idosos das áreas urbana e rural, pessoas com deficiência residentes em instituições de apoio e indígenas aldeados. O atendimento ao novo grupo prioritário será por ordem decrescente de idade, nos sete pontos de vacinação montados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e de acordo com o agendamento eletrônico do Imuniza Manaus (https://imuniza.manaus.am.gov.br/).

As comorbidades eleitas como prioritárias para o atendimento desta etapa da campanha são aquelas que, de acordo com avaliação da Semsa, Conselho Regional de Medicina (CRM) e Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), oferecem maior risco de agravamento e morte quando associadas com a Covid.

A vacinação começa pelas pessoas de 59 anos, nesta segunda-feira, 29. Os de 58 anos serão vacinados na terça (30); os de 57, na quarta (31); os de 56, na quinta (1º de abril) e os de 55, no sábado (3 de abril).

A estimativa é de que existam em Manaus aproximadamente 30 mil pessoas de 55 a 59 anos com diabetes, obesidade mórbida ou algum tipo de cardiopatia. Dessas, mais de 8 mil haviam se cadastrado no Imuniza até a manhã de sábado, 27, e já estão agendadas para receber a vacina ao longo da semana. Considerando o público de 18 a 59 anos, com e sem comorbidades, o sistema registrou nas primeiras 48 horas, 111 mil registros. O sistema para cadastramento das comorbidades foi aberto às 9 horas da última quinta-feira.

Estão disponíveis para esta semana 23.517 doses de vacina. De acordo com a Semsa, com o recebimento de novas remessas do Ministério da Saúde, a campanha vai avançar até contemplar todas as idades com as comorbidades eleitas.

Na etapa seguinte, também em ordem decrescente de idade, entram os portadores das demais doenças relacionadas pelo Ministério da Saúde e que podem ser consultadas no Imuniza, no botão “Comorbidades”, no momento do cadastro. Para facilitar o entendimento, o sistema abre uma janela explicativa sobre cada uma das 22 doenças listadas.

Para receber a vacina, o usuário deve se dirigir ao ponto de vacinação, no dia e hora indicados pelo Imuniza, na opção “Consultar 1ª dose”. No local, deve apresentar, obrigatoriamente, laudo médico (original e cópia), documento de identificação original, com foto, e CPF. Diabéticos que não tenham laudo médico, devem apresentar receita em papel timbrado oficial (do SUS ou de estabelecimento particular de saúde).

Sobras

Pessoas cadastradas no Imuniza, com idade imediatamente posterior à última da faixa etária em curso e com uma das três comorbidades prioritárias, farão parte de uma lista semanal que será usada para ordenar a aplicação de sobras de vacina ao longo da vacinação das pessoas de 18 a 59 anos. As listas terão até 150 nomes, incluídos por ordem de cadastro. A desta semana contempla as pessoas de 54 anos e está disponível para consulta no site da Semsa, por meio do link https://semsa.manaus.am.gov.br/sala-de-situacao/novo-coronavirus/vacinacao-comorbidades/. As normas estão publicadas na Nota Técnica 001/2021 e no Adendo à esta Nota, ambas disponíveis no mesmo link.

O usuário contemplado nas listas será avisado, por telefone, de que é candidato a receber a vacina, no caso de sobra, e deverá seguir as instruções da Semsa. Serão chamadas 20 pessoas por dia, que serão atendidas de acordo com a quantidade de doses disponíveis. Os não atendidos, por falta de doses, entram na prioridade do dia seguinte.

As sobras de vacina acontecem porque os frascos são multidoses e todas precisam ser utilizadas no mesmo dia, já que a validade do imunizante é de apenas 6 horas após a abertura do frasco.

Calendário de vacinação – 29/3 a 3/4:

Segunda, 29/3 – 59 anos

Terça, 30/3 – 58 anos

Quarta, 31/3 – 57 anos

Quinta, 1º/4 – 56 anos

Sábado, 3/4 – 55 anos

Comorbidades da fase atual:

Diabetes mellitus

Obesidade mórbida

Cardiopatias: Insuficiência cardíaca (IC); Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar; Cardiopatia hipertensiva; Síndromes
coronarianas; Valvopatias; Miocardiopatias e
Pericardiopatias; Doenças da Aorta, dos
Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas; Arritmias cardíacas; Cardiopatias
congênita no adulto; Próteses valvares e
Dispositivos cardíacos
implantados.

Pontos de atendimento com funcionamento das 9h às 16h:

Zona Norte

Centro Estadual de Convivência da Família Padre Pedro Vignola

Rua Gandu, 119 – Cidade Nova

Zona Sul

Centro Cultural dos Povos da Amazônia

Avenida Silves, 2222- Crespo

Universidade Paulista (Unip)

Avenida Mário Ypiranga, 3490 – Parque Dez de Novembro

Universidade Nilton Lins

Av. Professor Nilton Lins, 3259, Flores

Zona Leste

Clube do Trabalhador do SESI

Avenida Cosme Ferreira, 7.399 – São José I

Zona Oeste

Balneário do Sesc

Avenida Constantinopla, 288 – Alvorada

Centro de Convenções de Manaus (Sambódromo)

Rua Ipanema, 550, Alvorada

*Fonte: Prefeitura de Manaus

Araújo quer ‘cortina de fumaça’ para esconder motivo real de demissão, diz Kátia Abreu

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A presidente da Comissão das Relações Exteriores do Senado, Kátia Abreu (PP-TO), reforçou nesta segunda-feira, 29, críticas ao ministro das Relações Exteriores e chanceler, Ernesto Araújo, a quem acusou de querer esconder os motivos de uma eventual demissão. Segundo a senadora, Araújo “quer uma cortina de fumaça para esconder o motivo real de sua demissão, que se ocorrer será por incompetência” e não descarta um processo de impeachment contra o ministro.

De acordo com o Estadão, Araújo se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira para entregar seu cargo. A informação foi repassada ao jornal por pessoas que acompanham a discussão sobre a saída do chanceler.

“Só posso imaginar o desespero deste senhor, deste cidadão que ainda hoje se chama chanceler”, afirmou em entrevista à GloboNews. No domingo (28), Araújo compartilhou pelo Twitter relato de conversa que diz ter tido no início do mês (4) com a senadora sobre o edital do leilão 5G. De acordo com o ministro, Kátia havia lhe dito que se fizesse “um gesto” sobre a tecnologia, “seria o rei do Senado”.

À emissora, a senadora, no entanto, ressaltou que tem preocupação pela retaliação que a China poderia ter sobre as exportações brasileiras caso a empresa Huawei fosse vetada de participar. Conforme disse, o chanceler “tentava influenciar o presidente Bolsonaro a publicar um decreto excluindo a China” do leilão para instalação do 5G no País.

Apesar das declarações, a senadora destacou que a discussão do 5G é um “assunto menor diante da gravidade da falta de vacina”. De acordo com a avaliação da parlamentar, Araújo “envergonha” a diplomacia brasileira e fechou portas para a aquisição de vacinas pelo País. Segundo ela, é possível testemunhar, em reuniões com outros países, as críticas à ineficiência e inadequação do chanceler.

A senadora relatou ter ouvido críticas de outros países com “relação à diplomacia brasileira, à ineficiência, à inadequação” de Araújo ao cargo. “Esse homem vive à margem do leito da democracia, ele é um marginal, ele não serve para representar o Brasil, ele nos envergonha, ele fechou portas, ele dificultou a vida do Brasil”, disse.

De acordo com Kátia Abreu, caso não seja possível harmonizar os interesses do Senado e do Executivo, “o Senado vai buscar fazer o seu trabalho independente”. “O ideal era todo mundo junto, mas respeito se o governo federal não quiser atender as prerrogativas do Senado de 5G com custo baixo e qualidade”, independentemente da empresa, ressaltou.

Sobre a troca no comando do Itamaraty, a senadora disse que não dá para trocar “Ernesto por Ernesto” e que o cargo deve ser ocupado por um diplomata com “estofo”. Segundo ela, o Senado não vai exigir que o presidente Bolsonaro faça a troca.

“Nós não queremos nem vamos exigir, mas nós esperamos que não haja uma troca de Ernesto por Ernesto. Nós queremos que o Ernesto seja substituído por um chanceler que tenha estofo, que tenha respeitabilidade, que tenha credibilidade e experiência nas questões internacionais, principalmente em relação ao comércio e à diplomacia em si. Ernesto por Ernesto não dá”, afirmou Kátia Abreu.

*Fonte: Agência Estadão

Profissionais da segurança pública atuantes na linha de frente contra a Covid-19 começam a ser imunizados

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Com o compromisso de garantir a proteção dos profissionais da área de segurança pública atuantes nas linhas de frente de combate à Covid-19, o Governo do Amazonas iniciou, neste domingo (28/03), a vacinação contra a Covid-19 para este público específico no Centro de Convenções Professor Gilberto Mestrinho – Sambódromo. A ação tem como meta alcançar 500 trabalhadores do ramo por dia.

Neste primeiro momento, os agentes da área de segurança que estão no regime de teletrabalho ou serviço administrativo não serão imunizados. O secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Louismar Bonates, destacou os critérios de vacinação nesta etapa.

 “O critério principal será para os policiais que estão na linha de frente, aqueles policiais que trabalham na rua, que diariamente se dedicam não só no policiamento, mas também no apoio à saúde, carregando cilindros, organizando filas, dando apoio àqueles que necessitam”, pontuou Bonates.

Agentes 

Nesta primeira fase devem ser contemplados cerca de cinco mil servidores da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM), Defesa Civil e da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM).

Com oito tendas para a vacinação, a equipe de vacinadores será composta por profissionais da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), que terão apoio do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar do Amazonas. Durante a semana, a aplicação da vacina será realizada das 9h às 16h, exclusivamente no posto do Sambódromo.

Motivação

Contagiado pela emoção do tão aguardado momento da vacinação, José Leite, que é agente de trânsito do Núcleo Especializado em Operações de Trânsito (Neot), esteve no Sambódromo para ser vacinado e falou sobre a expectativa dele.

“A expectativa sempre foi muito grande até porque nós estamos na rua constantemente trabalhando para salvar vidas no trânsito, então é assim, a partir de agora estou mais tranquilo para poder trabalhar e continuar servindo ao estado do Amazonas, como a gente sempre vem fazendo no Neot”, afirmou o servidor.

Garantia de proteção – O início da vacinação dos agentes atuantes na segurança pública traz a garantia de proteção para que eles deem continuidade ao trabalho desempenhado, como explica Elda Laura, combatente da guarnição do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas.

“Independentemente de a gente ter sido vacinado ou não, estávamos desempenhando nossa função com afinco e dedicação. Quando a gente gosta, a gente desempenha. Agora, com certeza, a gente tem mais um respaldo, a gente não tem mais porque ficar com receio de alguma coisa. Vamos esperar a segunda dose, que é para então finalizar de vez essa situação”, concluiu Elda Laura.

Programação 

A vacinação das forças de segurança não irá comprometer a programação dos grupos prioritários definidos no PNI. De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde será utilizada a reserva técnica de 5% destinada ao Amazonas, que é armazenada para cobrir possíveis perdas na vacinação dos grupos prioritários. Para o público da segurança, será usado o saldo remanescente dos grupos já vacinados.

A SSP enviará, diariamente, uma lista para a FVS com os nomes dos profissionais aptos a tomarem a primeira dose da vacina. Os profissionais podem consultar o setor administrativo da sua unidade para verificar se o nome consta na lista.

*Fonte: Agência Amazonas