OPINIÃO

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O VOO DA VERGONHA

O ex-pecuarista Benedito Mutran Filho, conhecido nacionalmente como “Bené” Mutran, cometeu suicídio na madrugada de sexta-feira, dia 01/03/2024, saltando do alto de um prédio em Belém/PA (Portal Debate). Pecuarista de sucesso, maior criador de gado Nelore no país, inovou a genética de rebanho e a produção de sêmen, sendo exportador para o resto do mundo. Conhecido pela humildade, religiosidade, amor ao próximo e espírito empreendedor. Seus amigos contam que ele recebeu uma oferta irrecusável por todos os seus negócios. Topou e recebeu um valor em entrada. O restante não foi jamais pago. Um golpe de milhões, um golpe de uma vida de trabalho. Quem é o autor do golpe, quem são seus familiares e sócios, os nomes estão aí nos jornalecos e na mídia internética, ainda liberta. Há uma tradição militar em que um guerreiro preso pelo inimigo jamais delatará ou trairá os seus. Ficará quieto até a morte, seja ela qual for e porque meio for. Um exemplo desse tipo de soldado são os que compõem as Forças Especiais de vários países do mundo. Judas não era soldado, nenhum “judas” jamais será soldado, mesmo que uma farda casual lhe caia nos ombros mentirosos. Não há na história um filho que não se orgulhe do seu pai honrado. Honra é sagrado. O orgulho pelo pai que honrou a sua farda e aos que ombrearam com ele, faz do filho um homem orgulhoso e feliz. Até o momento da morte ou do suicídio, extremo do desespero humano, o homem honrado jamais trairá os seus. Os “judas” sempre terão mil desculpas para se esquivar da desonra, talvez, para salvar a família, talvez para salvar a sua carreira, mas certamente por ter medo, pavor da morte honrada. O traidor é o inverso do herói. Os dois podem morrer, um em combate pela pátria e o outro por acreditar nas vozes enganosas do inimigo. Talvez, o herói morra por causa do traidor, mas jamais o traidor irá morrer por causa de um herói. Os covardes não fazem sacrifício. O “Bené” foi traído e, em desespero, sucumbiu ao mal que assola o país e, em destaque, a uma parte dos empresários de bem, em particular do “Agro”. O traidor vai construindo com a sua narrativa maligna um rol de nomes, uma lista de pessoas de bem, uma fila para a “câmara de gás”. Em agosto de 480 a.C., o traidor Efialtes, um pastor grego, entregou os planos do rei Leônidas ao rei persa Xerxes, na batalha de Termóphilas. As tropas gregas de Leônidas foram massacradas. O traidor tem um enorme poder, pois a sua imoralidade e covardia não somente destrói a si, mas pode ser responsável pela destruição do seu povo. A traição é como uma doença grave e infecciosa. Ela passa para o coração dos fracos. Leônidas lutou até a morte e não se rendeu jamais. A história não o esqueceu. Judas somente é lembrado por causa de Jesus. EFIALTES, QUEM É EFIALTES?
Elias Do Brasil.

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