Prévia do PIB aponta crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025, diz Banco Central

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Banco Central divulgou, nesta segunda-feira (19), que o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) — considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) — apontou crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025.

O dado indica uma aceleração da economia brasileira. Além disso, o crescimento registrado nos três primeiros meses do ano representa o sexto resultado positivo consecutivo.

No último trimestre de 2024, havia sido registrado um avanço de 0,5%. Ao longo de 2024, o PIB brasileiro cresceu 3,4% em comparação com o ano anterior. O valor total produzido pela economia chegou a R$ 11,7 trilhões.

Ao comparar março a fevereiro, o IBC-Br cresceu 0,80%, levando em conta o ajuste sazonal. O BC revisou os resultados do índice em fevereiro (0,43% para 0 52%), janeiro (0,92% para 1,01%) e dezembro (-0,63% para −0 53%). Mudanças na série com ajuste sazonal são comuns, refletindo normalmente a adição de um novo mês à série.

Setores

O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor sobre a atividade, avançou 0,73% em março, após queda de 0,04% em fevereiro. O indicador da agropecuária aumentou 1,05%, após uma elevação de 3,44% no mês anterior, informou o Banco Central.

Nas outras aberturas, o índice de serviços aumentou 0,30%, após ter crescido 0,21% no mês anterior; o da indústria cresceu 2,15%, após baixa de 0,42% um mês antes; e o de impostos — equivalente, em linhas gerais, à rubrica de “impostos líquidos sobre produtos” do Produto Interno Bruto (PIB) — cresceu 0,17%, depois ter recuado 0,54% em fevereiro.

Interanual

Na comparação com março de 2024, o IBC-Br total cresceu 3,49% na série sem ajuste sazonal. As estimativas do mercado iam de 0,70% a 4,40%. Em fevereiro, o indicador havia avançado 4,07%.

O índice ex-agropecuária subiu 1,77% na comparação interanual, após alta de 2,95% no mês anterior. O da agropecuária avançou 19 84%, após ter crescido 17,66% em fevereiro. O indicador de serviços cresceu 1,54%, após alta de 3,11%, e o da indústria avançou 3,17%, depois de ter subido 1,85%. O índice de impostos aumentou 0,58%, após alta de 4,15% no mês anterior.

 

 

*R7/Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/Arquivo

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