Teatro Amazonas, Largo, Adolpho Lisboa, Musa e Ponta Negra: conheça Manaus em um dia

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Manaus é um dos destinos escolhidos pelo The New York Times para se visitar em 2023. A capital do Amazonas e o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses foram os únicos locais do Brasil na lista que reúne os 52 melhores destinos para se conhecer em todo o mundo.

A cidade, considerada a maior da Região Norte do país, fica incrustada no meio da Floresta Amazônica e é banhada pelo Rio Negro, um dos mais poderosos afluentes do famoso Rio Amazonas. Tem mais de 2 milhões de habitantes e diversas opções turísticas.

Pensando nisso, o g1 fez um guia simples e prático para quem passa pela cidade e deseja conhecer um pouquinho da eterna “Paris dos Trópicos”, como a capital ficou conhecida no período áureo da borracha na Amazônia.

Teatro Amazonas

Teatro Amazonas, em Manaus — Foto: Michael Dantas/SEC
Teatro Amazonas, em Manaus — Foto: Michael Dantas/SEC

Qualquer pessoa que passa por Manaus precisa visitar o Teatro Amazonas e é nele que a gente começa o nosso tour.

Símbolo arquitetônico da capital do Amazonas, e destaque na pesquisa online do site Angi, que apontou o monumento histórico como “o mais bonito do Brasil”, o espaço funciona de terça-feira a sábado, das 9h às 17h e, aos domingos, de 9h às 13h.

A entrada custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Amazonenses não pagam, mediante comprovação da naturalidade.

Largo de São Sebastião

Largo de São Sebastião e Teatro Amazonas — Foto:  Michael Dantas/SEC-AM
Largo de São Sebastião e Teatro Amazonas — Foto: Michael Dantas/SEC-AM

Depois de visitar e se encantar com o teatro centenário, a opção é fazer uma visita ao Largo de São Sebastião, que fica ao redor do monumento.

No local, encontra-se a Igreja de São Sebastião, uma das mais imponentes construções da capital do Amazonas da época da borracha na Amazônia. Também é possível encontrar galerias de arte, com entrada gratuita, e lojinhas de souvenirs. Se a fome bater, existem cafés e até restaurantes que servem o melhor da culinária amazonense, com preços a partir de R$ 10.

Pinturas que cobrem do teto ao altar da igreja de São Sebastião, incluindo a cúpula, são de origem italiana — Foto: Rickardo Marques/G1 AM
Pinturas que cobrem do teto ao altar da igreja de São Sebastião, incluindo a cúpula, são de origem italiana — Foto: Rickardo Marques/G1 AM

Centro de Manaus

Calçada de lojas na Avenida Eduardo Ribeiro, no Centro de Manaus — Foto: Patrick Marques/G1 AM
Calçada de lojas na Avenida Eduardo Ribeiro, no Centro de Manaus — Foto: Patrick Marques/G1 AM

Descendo pela Avenida Eduardo Ribeiro, via localizada por trás do Teatro Amazonas, o turista tem acesso ao principal centro de compras da cidade. Lojas de roupas, departamento, perfumaria e até de “vende-se e compra ouro” movimentam o local.

Como o espaço reúne muitas pessoas, é necessário redobrar a atenção na segurança e evitar o uso de telefones celulares à vista.

Mercado Adolpho Lisboa

Mercado Municipal Adolpho Lisboa, em Manaus — Foto: Divulgação
Mercado Municipal Adolpho Lisboa, em Manaus — Foto: Divulgação

Para quem gosta de levar um souvenir para casa, o Mercado Adolpho Lisboa reúne boas opções. Aos visitantes, uma dica: é sempre bom pechinchar, afinal, nem sempre os objetos são baratos, mas negociando, todo mundo sai ganhando.

Se a fome bater, o mercado também reúne boas opções para o almoço. A dica é experimentar os peixes da culinária local.

Jaraqui é um dos peixes mais apreciados no Amazonas. — Foto: Matheus Castro/Rede Amazônica
Jaraqui é um dos peixes mais apreciados no Amazonas. — Foto: Matheus Castro/Rede Amazônica

Para quem tem medo das famosas “espinhas” dos peixes da região, a pedida é a costela de tambaqui ou um filé de pirarucu à milanesa, com vinagrete, baião de dois e farofa de “farinha do uarini”.

Já quem quer se aventurar num peixe mais exótico, o jaraqui é a pedida. Só é necessário ter atenção com as espinhas e uma dica: “quem come jaraqui não sai mais daqui”. Essa é a famosa frase usada pelos amazonenses em referência aos visitantes escolher a cidade para morar.

Museu da Amazônia

Torre de observação no Musa, em Manaus — Foto: Divulgação
Torre de observação no Musa, em Manaus — Foto: Divulgação

Pela tarde, o visitante pode aproveitar para conhecer o Museu da Amazônia (Musa), que fica localizado na Zona Norte da capital amazonense.

No local, os visitantes têm acesso à exposições, viveiros de orquídeas e bromélias, aráceas, palmeiras, samambaias, serpentes, aranhas e escorpiões, borboletas, cigarras, cogumelos e fungos, além de jardim sensorial, lago das vitórias-amazônicas, aquários, e a conhecida Torre de Observação, com 42 metros de altura floresta adentro.

Além disso, sete trilhas na floresta proporcionam aos visitantes passeios agradáveis e descobertas surpreendentes. É importante ressaltar que, para acessar o espaço, é necessário o uso de sapato fechado.

Para chegar até lá a dica é ir de carro de aplicativo ou táxi, afinal, cruzar a cidade de transporte coletivo pode demorar muito e o visitante vai acabar perdendo muito tempo. O Musa funciona diariamente, das 8h30 às 17h. Os valores para a visitação variam entre R$ 30 e R$ 120.

Orla da Ponta Negra

Faixa Liberada na Ponta Negra de Manaus.  — Foto: Marcely Gomes/Semcom
Faixa Liberada na Ponta Negra de Manaus. — Foto: Marcely Gomes/Semcom

Fechando a tour pela capital do Amazonas, o visitante pode fazer uma visita noturna à orla da Ponta Negra, localizada na Zona Oeste da cidade. Para chegar lá, a dica também é ir de carro de aplicativo, uma vez que o espaço fica distante da área central.

O local proporciona uma bonita vista do Rio Negro, principalmente no pôr do sol, e é uma ótima opção para pedalar e fazer caminhadas. O visitante também encontra opções para jantar e/ou lanchar em praças de alimentação perto do complexo turístico, além de artesanatos, caso tenha faltado uma lembrança de última hora.

Praia da Ponta Negra, em Manaus, está liberada todos os dias, de 9h às 17h. — Foto: Divulgação
Praia da Ponta Negra, em Manaus, está liberada todos os dias, de 9h às 17h. — Foto: Divulgação

*g1

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