Travessia de balsa na BR-319 é paralisada novamente após entrada de água em embarcação

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A travessia de balsa sobre o Rio Igapó-Açu, no quilômetro 260 da BR-319, no Amazonas, foi totalmente interrompida na manhã desta quarta-feira (14), após a empresa responsável identificar a entrada de água na lateral de uma das embarcações. O trecho marca o início do chamado “trecho do meio” da rodovia.

Esta é a segunda paralisação do serviço nesta semana. Na segunda-feira (12), a travessia ficou suspensa por cerca de quatro horas. Na ocasião, moradores relataram que a seca do rio exigiu manutenção e o uso de máquinas no local.

Imagens gravadas nesta quarta-feira mostram caminhões e carretas parcialmente submersos na área de embarque da balsa

Um  vídeo divulgado também mostra pessoas e trabalhadores carregando sacos e mercadorias nos ombros para tentar retirar a carga de um dos veículos inclinados. Tratores e pedestres acompanham a movimentação às margens do rio.

Em comunicado divulgado às 5h19 desta quarta-feira, a empresa Amazônia Navegações Ltda., responsável pelo serviço de travessia, informou que identificou uma nova entrada de água na lateral de uma das balsas. Por isso, a operação foi interrompida para avaliação e manutenção da embarcação.

“A operação de travessia será totalmente interrompida durante as avaliações e manutenção. No momento não há filas significativas no local. Pedimos que os motoristas aguardem novos boletins antes de seguirem viagem”, declarou a empresa em nota assinada pelo diretor administrativo, Willam Araújo.

 

Até a última atualização desta reportagem, a empresa e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) não haviam informado quando a travessia seria totalmente liberada.

Segunda paralisação em três dias

 

Na segunda-feira (12), a travessia de balsa no Rio Igapó-Açu ficou interrompida por cerca de quatro horas. Segundo moradores, a seca do rio exigiu manutenção e o uso de máquinas para permitir a retomada do serviço.

Na ocasião, o superintendente do DNIT no Amazonas, Orlando Faria, informou à Rede Amazônica que a situação havia sido resolvida.

“A situação já está resolvida. Entrou água em um dos porões e voltou a operação normalmente”, disse o superintendente.

*G1/Am/Foto: Divulgação

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