Veja quem são 13 das 18 vítimas dos ataques a bar e boliche em Lewiston, nos EUA

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Um pai e seu filho adolescente estão entre as vítimas do ataque a tiros que assombrou o estado do Maine, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (25), quando um homem de 40 anos abriu fogo em dois estabelecimentos da cidade de Lewiston.

Eles estavam em uma pista de boliche para participar de uma competição amigável.

No bar, do outro lado da cidade, o assassino atacou durante a realização de um campeonato de cornhole (uma gincana típica da região) para a comunidade surda.

A polícia não divulgou oficialmente o nome das vítimas, no entanto, familiares começaram a relatar pela ausência de seus parentes.

Veja abaixo a lista com algumas das vítimas:

Bill e Aaron Young

Bill e Aaron Young, vítimas do ataque a tiros em Maine, nos Estados Unidos — Foto: Reprodução/NBC

Bill Young e seu filho Aaron, de 14 anos, foram baleados e mortos na pista de boliche, confirmou o irmão de Bill, Rob Young, à Reuters.

Tricia Asselin

Tricia Asselin, 53, estava tentando ligar para a emergência quando o assassino atirou nela e a matou na pista de boliche, disse seu irmão DJ Johnson à rede norte-americana CNN.

Asselin, que trabalhava meio período na pista de boliche, estava lá para sair à noite com sua irmã, que sobreviveu ao massacre, disse Johnson.

Joseph Walker

Joseph Walker, uma das vítimas do ataque a tiros em Maine, nos EUA — Foto: Reprodução/NBC
Joseph Walker, uma das vítimas do ataque a tiros em Maine, nos EUA — Foto: Reprodução/NBC

Joseph Walker era gerente do bar e foi atacado enquanto trabalhava, disse seu pai, Leroy Walker, para uma afiliada da rede norte-americana NBC.

Ele disse que o filho levou dois tiros no estômago enquanto perseguia o assassino com uma faca de açougueiro.

“Ele morreu como um herói”, falou.

Segundo Leroy, Joseph frequentemente organizava torneios para arrecadar dinheiro para causas locais e estava planejando um torneio para ajudar ex-militares.

Bryan Macfarlane

Bryan MacFarlane, 40 anos, fazia parte de um grupo da comunidade surda que participava do torneio no bar quando foi morto, confirmou sua irmã Keri Brooks para a rede CNN.

Bob Violette

Bob Violette, 76 anos, era um mecânico aposentado que adorava jogar boliche na maioria dos dias da semana, informou o jornal Sun Journal, citando sua nora, Cassandra Violette.

Ele era o treinador do grupo juvenil de boliche da região e estava praticando na hora do ataque.

“Ele ensinou tantas pessoas ao longo dos anos a jogar boliche e não estava sendo pago”, disse o pai de uma criança do grupo.

Michael Deslauriers II

Michael Deslauriers Sr., presidente de uma sociedade da região, publicou em uma rede social que seu filho e um amigo morreram no massacre depois de proteger suas esposas e filhos pequenos que estavam presentes.

Steven Vozzella e Bill Bracket

Eles faziam parte de uma comunidade surda que participava de um torneio de cornhole (um jogo típico da região) no bar, informou a rede norte-americana ABC News.

Arthur Strout

Ele era pai de 5 filhos e tinha 42 anos. Arthur foi baleado e morto no bar, informou a NBC.

Tommy Condrad

Tommy era gerente da pista de boliche e deixa uma filha de 9 anos, informou a NBC.

Joshua Seal

Joshua Seal durante interpretação da linguagem de sinais — Foto: Reprodução/Pine Tree Society Maine
Joshua Seal durante interpretação da linguagem de sinais — Foto: Reprodução/Pine Tree Society Maine

Joshua era pai de quatro filhos e uma pessoa ativa dentro da comunidade surda da região.

Descrito como um intérprete habilidoso de linguagem de sinais, Joshua era o responsável pela representação das imagens durante as transmissões do Centro de Controle de Doenças Dr. Nirav Shah.

Peyton Brewer Ross

Peyton Brewer Ross em foto ao lado da filha — Foto: Reprodução/Maine AFL-CIO

Peyton tinha se tornado pai recentemente e sua morte foi confirmada pelo grupo trabalhista AFL-CIO.

Ele estava jogando cornhole no bar quando foi alvejado pelos tiros.

As outras vítimas não tiveram os nomes confirmados. O assassino segue foragido e é considerado armado e perigoso pela polícia.

Foto:eprodução/NBC; Reprodução/Pine Tree Society Maine; Reprodução/Maine AFL-CIO

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