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Cada vez maiores, com brilho e até pedaços de bola: os segredos dos anéis dos campeões da NBA

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Enquanto para os fãs da NBA a preocupação é somente se o Boston Celtics, que está a uma vitória do título, irá deixar o troféu escapar para o Dallas Mavericks, o joalheiro Jason Arasheben se prepara tal qual um estudante universitário pré-provas.

Famoso também pelos clientes famosos que atende, como o rapper Drake, ele está investigando a história dos times, as conexões com suas cidades, e quaisquer outros fatos interessantes que possam ser colocados num anel extravagantemente adornado com joias. O joalheiro também está vasculhando sua agenda, à procura de alguém que facilite um encontro seu com os proprietários das franquias vencedoras.

— Basta começar a ligar os pontos — observa Arasheben, presidente-executivo da joalheria Jason of Beverly Hills. — Bilionários conversam com outros bilionários.

Nos últimos anos, o empresário se estabeleceu como um joalheiro de referência para equipes vencedoras de títulos, conquistando um segmento de mercado há muito dominado por outra empresa, a Jostens, ao criar anéis dinâmicos, que incluem faces reversíveis e compartimentos destacáveis.

Eric Tosi, diretor do Vegas Golden Knights, atual campeão do campeonato de hóquei (NHL), conta que o empresário “reinventou o significado” dos anéis do vencedor:

— Todo time que ganhar um título, não importa o esporte, ganhará um anel. Mas como você pode se destacar? Como você pode fazer algo que nunca foi feito antes? Ele fez isso.

O joalheiro se vale tanto o boca a boca, quanto à divulgação para conquistar novos clientes, o que fez com que sua reputação crescesse rapidamente. Nos últimos cinco anos, ele projetou anéis para nove equipes profissionais, incluindo também os atuais campeões da NBA e MLB (baseball). A lista é composta pelos anéis do Lakers (2020), do Denver Nuggets (2023) e do Golden State Warriors, contemplado quatro vezes.

Jason, que começou a fabricar e a vender joias na Universidade da Califórnia, criou seus primeiros anéis esportivos quando o Lakers conquistou títulos consecutivos da NBA, em 2009 e 2010. Um conhecido o apresentou a Jesse Buss, filho de Jerry Buss, então dono do time.

Hoje com mais de 100 funcionários — e competindo com joalherias como a Tiffany — Jason lembra que começou com seis funcionários e infraestrutura escassa: ele e sua equipe chegavam a passar a noite na fábrica, em sacos de dormir.

Pouco antes de o Milwaukee Bucks vencer as finais da NBA em 2021, um amigo em comum conectou Jason a Alex Lasry, cujo pai, Marc, fazia parte do grupo de proprietários da franquia. Mas foi a abordagem do joalheiro que convenceu a equipe a selecioná-lo entre três outras opções.

— O que o separou foi que ele assumiu a responsabilidade, no nível do CEO, de querer fazer isso — lembra o presidente da equipe, Peter Feigin.

Junto com os executivos da equipe, os jogadores do Bucks, Giannis Antetokounmpo e Khris Middleton, ajudaram no processo criativo. O irmão de Antetokounmpo, Kostas, tinha vencido as finais da NBA com o Lakers na temporada anterior, e Feigin relata que Giannis queria um anel maior do que o de seu irmão. Jason então sugeriu fazer um topo removível, que pudesse se transformar em pingente.

— Os atletas são naturalmente competitivos, mas os proprietários também são competitivos — analisa Jason of Beverly Hills. — Eles querem superar cada anel anterior, então os anéis ficam maiores a cada ano. Não tenho certeza de quanto maiores eles podem ficar, caso contrário, serão placas.

Na manhã seguinte à vitória do Los Angeles Rams no Super Bowl em 2022, Tony Pastoors, vice-presidente de futebol e administração de empresas do time, tinha um e-mail de Arasheben o esperando em sua caixa de entrada. “Eu sou de LA. Seu time é de LA. Isso só faz sentido”, lembra Jason sobre o que disse em sua proposta:

— Eu provavelmente estava esgotando as baterias de Tony com quantas vezes liguei e mandei e-mails para ele.

Pastoors já o conhecia: Jason havia projetado o anel do Super Bowl para o Tampa Bay Buccaneers no ano anterior, e tinha os craques do Rams, Jalen Ramsey e Odell Beckham Jr., como clientes pessoais.

Quando Jason e Pastoors se encontraram para uma refeição, o joalheiro levou os anéis dos Buccaneers e o mais recente dos Lakers, surpreendendo a todos, incluindo os garçons do restaurante.

— Foi um momento muito “uau”. Como sempre acontece com Jason, ele encontrou uma maneira de trazer um pouco de brilho — conta Pastoors, que lembra de ligações de Jason pedindo pedaços da grama artificial e das bolas usadas durante o Super Bowl: lascas dos materiais foram colocadas no anel.

Fonte: O Globo/Foto: Rosie Marks / The New York Times

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