GALINHA DEPENADA

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Uma lenda diz que Joseph Stalin, usou uma galinha para explicar o que é socialismo, como implementá-lo e como fazer as pessoas amarem incondicionalmente o sistema. Uma bela galinha lhe foi trazida. Ele, inicialmente, acariciou a ave. Depois, abruptamente, a depenou sem dó, até a última pena. Jogou-a ao chão e colocou na sua mão alguns grãos de milho. Em seguida, vendo a galinha com medo dele, ofereceu alguns grãos de milho e ela comeu avidamente. Em seguida foi andando e jogando milho no chão e a galinha foi seguindo Stalin. Então ele diz à plateia: “É assim que se governa. Apesar de toda dor a galinha me segue. Tirei dela o que tinha de melhor e, mesmo assim, ela vem atrás dos farelos que dou. Pois, sofrer vicia. O sofrimento muda a perspectiva e causa dependência. Os “farelos da esperança” sou eu quem dou a ela agora. Portanto, essa galinha me seguirá pelo resto da vida”. Em João 6, um episódio vivido por Jesus se refere à “multiplicação dos pães”. Uma multidão seguia Jesus em função dos seus milagres. A maioria era doentes. André, irmão de Simão Pedro, trouxe um menino que tinha “5 pães de cevada e 2 peixes” (João 6:9). Jesus tomou os pães e rendeu graças. Eram em torno de 5 mil pessoas. Em seguida, Jesus mandou que fossem distribuídos os pães e os peixes e todos se saciaram. Então, logo após o “milagre”, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte”. (João 6:15). O poder não O corrompia. Certamente, o episódio mais marcante da vida de Cristo e da história do cristianismo é o “Julgamento”, a “Via Crucis” e a “Crucificação”. Apesar da humilhação, dos castigos aplicados ao seu corpo, da violência desumana, Jesus não negou a Deus e nem a sua missão divina. Ele não aceitou o “milho” do Império Romano. E, no momento crucial, do pouco de vida que lhe restava, expôs ao mundo a grandeza do seu “espírito” ao pedir: “Pai, perdoa-lhes por que não sabem o que fazem” (Lucas, 23-34). O amor materno é baseado na igualdade. Todos são iguais porque são todos filhos da mãe. “O amor paterno está em que ele faz exigências, estabelece princípios e leis e em que o seu amor pelo filho depende da obediência do último a elas” (Fromm, 2000). O amor de Deus é incondicional. Jesus “foi sepultado e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (Coríntios 15:4). A ressureição de Cristo, comemorada na Páscoa Cristã , representa o fundamento da Fé. É a prova de que o Mal não vence o Bem. Jesus é a esperança. O SOFRIMENTO NÃO “VICIA” QUEM TEM FÉ EM DEUS!
Elias do Brasil

3 COMENTÁRIOS

  1. Excelente e inspirado texto. Parabéns. Que Deus tenha misericórdia da Nação brasileira. Continuemos a confiar em Cristo Jesus. Ele venceu a morte.

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