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Festa Sunset Session marca abertura do verão amazônico

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No próximo domingo, dia 11, a partir das 15h, a festa “Sunset Session” vai animar o fim de tarde no UnBa Sushi Bar, localizado na Av. Coronel Teixeira, na Ponta Negra. As atrações musicais serão os DJ’s Silvio Leão, Felipe Litaiff e Bess Maze, que são referências em diversão e música de alta qualidade.

O evento seguirá as medidas de prevenção, com público reduzido, mesas reservadas com distanciamento e sendo obrigatório o uso de máscara.

O time de DJ’s da festa é formado por Bess Maze, que é um dos destaques do cenário eletrônico na Região Norte. O DJ Silvio Leão, que vai explorar os estilos afrohouse, progressivehouse e techno melódico. Já o DJ Felipe Litaiff, que possui mais de 15 anos de carreira, mostrará as novas dos estilos House e do Techno, além de alguns beats autorais.

O promoter, Júnior Vicente, conta que o evento marca a abertura da temporada do chamado “Verão Amazônico”. “Essa festa traz a abertura do nosso verão na região. Um período com mais festas, tanto nos flutuantes, como nos barcos, porque nessa época diminuem as chuvas e as temperaturas ficam mais altas, favorável para comemorações e, assim, segue até meados de outubro. Vai ser um evento para contemplar o pôr do sol, que sempre é um espetáculo lá no UnBa”, afirma.

Para maiores informações e reserva de mesas, lounge e pulseiras para entrada na festa, basta entrar em contato através dos números (92) 99478-4950, 98467-6934, 3342-3687 e 3343-9808.

*Com informações da assessoria.

BNDES disponibiliza R$ 5,1 bilhões para o pequeno produtor rural

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai disponibilizar para os pequenos produtores rurais R$ 5,1 bilhões do Plano Safra 2021/2022. Os recursos estão disponíveis até o dia 30 de junho de 2022. De acordo com o presidente do banco, Gustavo Montezano, é a primeira vez que a instituição destina ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) R$ 1 a cada R$ 4 disponibilizados no Plano Safra.

Os recursos para o Pronaf tiveram expansão de 58%. Na safra anterior, os pequenos agricultores receberam R$ 3,3 bilhões. No total, serão oferecidos no Plano Safra vigente R$ 20 bilhões ao setor agropecuário nacional, sendo R$ 17,1 bilhões em recursos subvencionados pela União e cerca de R$ 3 bilhões em linha própria do BNDES, para acesso por produtores rurais, empresas e cooperativas do setor.

O BNDES esclareceu que os recursos sujeitos à subvenção econômica serão aplicados por meio de dez programas, dos quais nove são destinados à agricultura empresarial, com total de R$ 11,9 bilhões, e taxas de juros entre 5,5% e 8,5% ao ano. Já o Pronaf terá taxas anuais entre 0,5% e 4,5%. Por meio do Programa BNDES Crédito Rural, que não conta com subvenção econômica e mantém recursos disponíveis durante todo o ano, os produtores deverão contar com cerca de R$ 3 bilhões em financiamento.

Sem limite

Gustavo Montezano disse que “o desejo é atender mais produtores rurais, reduzindo cada vez mais o tíquete médio”. 

Na safra 2020/2021, o banco disponibilizou com recursos próprios R$ 3,6 bilhões. “Para este ano, não enxergamos qualquer tipo de limitação orçamentária para recursos próprios do banco”, disse.

O crédito do BNDES é obtido por meio de uma rede de mais de 60 agentes financeiros credenciados, o que permite uma distribuição de recursos para todo o país, visando o atendimento de várias necessidades dos produtores, como aquisição de máquinas e equipamentos, projetos de investimento, custeio, investimentos em sustentabilidade, armazenagem, inovação e modernização de cooperativas.

No Plano Safra 2020/2021, o BNDES aprovou financiamentos no valor de R$ 19,8 bilhões para mais de 60 mil beneficiários, sendo R$ 17 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 2,8 bilhões para a agricultura familiar.

*Agência Brasil

Escola de Tempo Integral da rede estadual se destaca em revista nacional por projeto de Literatura

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Em meio a um cenário de instabilidade, o Centro Educacional de Tempo Integral (Ceti) Áurea Braga, na zona oeste de Manaus, foi destaque em material produzido pela Revista Nova Escola. No texto, a equipe escolar da unidade relatou como tem lidado com a dinâmica do planejamento contínuo em meio aos desafios do período de pandemia, com foco no projeto “Por que devo ler essa obra?”. O material completo está disponível no link: https://bit.ly/3x4HsDe.

Orientada pela professora de Língua Portuguesa, Márcia Sicsú, a iniciativa tem como objetivo trabalhar os conteúdos do Pré-Modernismo Brasileiro e foi um dos pontos-chave do planejamento realizado pela escola, durante a pandemia.

Foto: Eduardo Cavalcante/Seduc-AM

De acordo com a educadora, ela e seus colegas precisaram se adequar às mudanças ocorridas durante o ano letivo de 2020 e, assim, surgiu o projeto. “O ensino remoto exige mais. Desta forma, resolvi incentivá-los a terem mais contato com o Pré-Modernismo. Distribuí autores e obras para eles pesquisarem e gravarem um vídeo contando sobre os livros e por que deveriam ser lidos”, explica Sicsú.

“Por que devo ler essa obra?” foi desenvolvido com duas turmas da 3ª série do Ensino Médio e os trabalhos selecionados foram divulgados nas redes sociais da escola, no link: https://www.instagram.com/cetiaureabragaoficial/.

Integrante do projeto, a estudante Thais Nascimento, pesquisou e descreveu o livro “Triste Fim de Policarpo Quaresma”. “A obra foi dividida em três partes e conta a história de um funcionário público extremamente patriota e que chegou a ser ridicularizado por isso. Policarpo busca, então, aprender algumas manifestações culturais brasileiras e chega a ser internado em um hospício, por conta do seu extremismo”, explicou a aluna do Ceti Áurea Braga.

Além deste livro, os estudantes apresentaram, ainda, as obras: “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, e “Eu”, de Augusto dos Anjos.

*Com Informações da Assessoria*

Governador Wilson Lima anuncia mutirões ‘Vacina Amazonas’ em cinco municípios no sábado, 10 de julho

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O governador Wilson Lima anunciou, nesta terça-feira (06/07), que serão realizados cinco mutirões simultâneos de vacinação contra a Covid-19 no próximo sábado, dia 10 de julho. Com essas novas ações, a campanha Vacina Amazonas, realizada em parceria com municípios para acelerar a imunização no estado – vai totalizar 10 municípios.

“A vacina é a arma mais poderosa que a gente tem contra a Covid-19 e nós não podemos relaxar. No próximo fim de semana, nós estaremos em cinco municípios fazendo esse trabalho com os mutirões de vacinação. Itacoatiara, Iranduba, Urucará, São Sebastião do Uatumã e Itapiranga. E aqui faço o apelo para que as pessoas procurem os postos e façam sua imunização”, anunciou o governador logo após visitar a Fundação de Vigilância em Saúde Drª Rosemary da Costa Pinto (FVS-RCP), novo nome que o órgão recebe em homenagem a ex-diretora-presidente do órgão, vítima da Covid-19.

Segundo Wilson Lima, a estratégia do Governo do Estado é criar um “cinturão de imunização” ao acelerar a vacinação na capital e nos municípios próximos, devido ao fluxo de pessoas vindas de outros estados e países para Manaus, especialmente por conta do Polo Industrial.

A FVS-RCP e a Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM), em parceria com as prefeituras, estão definindo os pontos de vacinação, bem como as faixas etárias que serão atendidas.

Além dos mutirões, o Governo do Amazonas tem auxiliado as prefeituras enviando vacinadores e técnicos aos municípios. “Nós montamos, inclusive, uma força-tarefa para ajudar no avanço da vacinação, principalmente naqueles municípios em que há uma maior dificuldade para que avancem”, declarou Wilson Lima.

Os mutirões são possíveis por conta da regularidade de doses enviadas pelo Governo Federal ao Amazonas, destacou o presidente da FVS-RCP, Cristiano Fernandes.

“É um esforço do Estado, em parceria com as prefeituras, para que a gente amplie a vacinação e que a gente consiga superar essa doença que tanto tem nos assolado. Lembrando que a gente está seguindo rigorosamente o Plano Nacional de Imunização, de acordo com as diretrizes preconizadas pelo Ministério da Saúde, e de acordo com a disponibilidade de doses que são encaminhadas ao Estado”, disse Cristiano.

Outros mutirões 

Em seis edições do mutirão – duas realizadas em Manaus – mais de 216 mil pessoas já receberam a primeira dose. A primeira edição do Vacina Amazonas imunizou 141 mil pessoas na capital nos dias 11 e 12 de junho.

Outros dois mutirões foram realizados, simultaneamente, no dia 19 de junho, em Novo Airão e Manacapuru, quando 8,2 mil pessoas foram vacinadas. No dia 26 de junho, Parintins foi o quarto município a receber o mutirão, vacinando mais de 5 mil pessoas.

No quinto mutirão realizado na capital durante 24 horas nos dias 29 e 30 de junho, 58.534 doses foram aplicadas. O sexto e último mutirão foi realizado no último sábado em Rio Preto da Eva, 3.159 doses foram aplicadas.

*Com Informações da Assessoria*

Regina Célia levou quase duas semanas para apontar descumprimento do contrato

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A servidora Regina Célia disse que estava de férias quando a Madison Biotech condicionou a entrega da vacina da Covaxin à liberação de importação pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). A empresa impôs essa condição no dia 11 de junho, mas a fiscal só apontou o descumprimento do contrato quase duas semanas depois. Ela foi questionada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

— Eu estava de férias e retornei no dia 22. Assinei o relatório no dia 23 ou 24 de junho. Eles colocaram a entrega condicionada ao deferimento da licença de importação. Ou seja, se a Anvisa não deferisse a importação, a empresa também não estaria inadimplente. Não considerei razoável. Elaborei um relatório, apontando o descumprimento total do contrato e submetendo aos secretários [do Ministério da Saúde] para decisão quanto à permanência ou não desse contrato, uma vez que o cronograma já estava totalmente descumprido — afirmou.

*Agência Senado

CPI da Covid: Simone Tebet aponta indícios de irregularidades

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Depois de breve suspensão da CPI da Covid, Simone Tebet (MDB-MS) questionou sobre as invoices investigadas. A senadora exibiu vídeo e pontuou que a primeira invoice (apresentada em coletiva de imprensa como falsa pelo ex-diretor-executivo do Ministério da Saúde Élcio Franco e pelo ministro Onyx Lorenzoni, da Secretaria-Geral da Presidência) teria todas as especificações de um documento verídico.

Já a segunda e terceira invoices, apontadas como corretas por Franco e Lorenzoni, teriam erros “grosseiros”, como tradução incorreta e valores modificados (com inserção e depois exclusão dos valores de seguro e frete ao montante de US$ 45 milhões), disse Simone. Além disso, os documentos especificariam 300 mil caixas com 16 ampolas cada, o que somaria um montante de 4,8 milhões de doses, e não 3 milhões, quantidade apresentada no documento.

Para a senadora, houve falsidade de documento privado, falsidade ideológica, direcionamento de empresas para lavagem de dinheiro público. “Tudo isso linka com o caso de crime de prevaricação. Basta saber de quem”, afirmou Simone.

*Agência Senado

Servidora afirma à CPI que autorizou redução de quantitativo de doses da Covaxin

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A fiscal de contratos do Ministério da Saúde Regina Célia Oliveira disse que não conhecia a empresa Precisa Medicamentos, que intermediria a compra da vacina Covaxin. Ela também afirmou que autorizou o recebimento menor de doses da vacina a pedido da empresa Madison, que estava assinando a nota fiscal internacional.

*Agência Senado

Operação ‘Aliquam’ prende membros de organização criminosa envolvida em esquema de golpes pela internet

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Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), em conjunto com a Polícia Militar (PMAM), deflagrou a operação “Aliquam”, que resultou na prisão de membros de uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes milionários no Banco do Brasil.

A operação teve início nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (06/07). Foram cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão na capital e no município de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus).

Ao todo, cinco homens foram presos. Entre eles, um funcionário dos Correios. Um dos líderes da quadrilha, identificado como Donis Monteiro Ferreira, de 22 anos, está foragido. Segundo as investigações, a organização criminosa causou um prejuízo para o Banco do Brasil nos valores que variam entre R$ 300 mil a 500 mil.

Na ação, foram apreendidos R$ 7.130, dois rádios comunicadores, quatro motocicletas, um veículo modelo pick-up, documentos de “laranjas”, cartões e máquinas de cartões.

Segundo o secretário de Segurança Pública, coronel Louismar Bonates, esta foi uma operação integrada, com 140 policiais civis e militares, que alcançaram resultados exitosos em combate à criminalidade.

“Essa foi uma operação desencadeada em cima de investigações que estavam sendo feitas e foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e prisão, com objetivo de combater esse crime virtual que estava acontecendo em Manacapuru. Nós tivemos um acréscimo durante a pandemia no número de crimes cibernéticos e essa é uma resposta da Polícia Civil em combate a esse crime”, afirmou.

Investigações 

Conforme o delegado Heron Ferreira, titular da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), as investigações iniciaram após registro de uma denúncia crime do jurídico do Banco do Brasil, em fevereiro deste ano, informando sobre os golpes sofridos.

“Iniciamos as investigações, mas percebemos que havia fraudes financeiras e, como apoio técnico, começamos a integrar as ações com a Especializada em Defraudações. Essa quadrilha agia da seguinte forma, eles usavam o aplicativo do banco para solicitar empréstimos, vários empréstimos, e dividiam o dinheiro com os laranjas, que eles utilizam os nomes e dados para praticar o crime. Além desses dados, eles também falsificavam informações para conseguir sacar o valor”, informou.

De acordo com o delegado Denis Pinho, titular da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD), os membros da organização criminosa cooptavam “laranjas”, geralmente pessoas humildes, com proposta de dividir os valores dos empréstimos. Os suspeitos solicitavam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil para o banco, fraudavam documentações e ficavam com 30% do valor do empréstimo e o restante eles pagavam os “laranjas”.

“Eles chegavam a realizar, no aplicativo do banco, 20 a 30 cadastros por dia na tentativa de solicitar valores, um volume muito grande, e esse funcionário dos Correios era um braço da organização criminosa que desviava os cartões solicitados e entregava ao líder da quadrilha. O dinheiro adquirido com o golpe era utilizado para comprar bens próprios como veículos, viagens. Os presos são líderes da organização criminosa”, relatou.

Foto: Carlos Soares/SSP-AM

Presos 

Idioney da Silva Lima, 31 anos, Carlos Daniel Andrade, 19 anos, Diogo Wanderley Gomes da Silva, 35 anos, Rosivaldo Oliveira Magalhães (funcionário dos Correios), 47 anos, e Matheus dos Santos Teixeira, 25 anos.

Todos foram presos em cumprimento a mandado de prisão temporária pelo crime de estelionato e organização criminosa.

*Com informações da Assessoria*

Pagamento das vacinas Covaxin só seria feito após entrega e aprovação pela Anvisa, diz servidora à CPI

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Em depoimento à  CPI da Pandemia, a servidora Regina Célia Oliveira desmentiu depoimento de seu colega no Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda, que disse que pela invoice (fatura) original, o pagamento das vacinas Covaxin teria que ser antecipado.

*Agência Senado

Fiscal de contratos diz à CPI que não era sua competência analisar nota internacional

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A fiscal de contratos do Ministério da Saúde Regina Célia Oliveira disse à  CPI da Pandemia que não era responsável por checar a nota fiscal internacional, também chamada invoice, referente ao fornecimento da vacina Covaxin.

*Agência Senado