Autoridades, adversários e aliados políticos lamentaram a morte de Amazonino Mendes, que faleceu neste domingo (12), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O governador Wilson Lima e o prefeito David Almeida decretaram luto oficial no estado e na capital (leia mais abaixo).
Quatro vezes governador do Amazonas e três vezes prefeito de Manaus, Amazonino Mendes foi internado em novembro para tratar uma crise de diverticulite – inflação no intestino grosso – e uma pneumonia. Ele chegou a receber alta, mas voltou a ser hospitalizado, no dia 25 de dezembro, após apresentar problemas respiratórios.
O governador do Pará, Hélder Barbalho, expressou sentimentos a amigos e familiares nas redes sociais.
O deputado federal Amom Mandel também lamentou a morte do ex-governador, e afirmou que o Amazonas perde “o criador da UEA” e o “responsável pelas principais obras em Manaus e no Amazonas”.
“O Amazonas e a política brasileira acabam de perder o criador da UEA, precursor do SAMU no Brasil e responsável pelas principais obras em Manaus e no Amazonas. Tive a oportunidade de conhecer, conversar, debater ideias e propostas com Amazonino Mendes, que nos deixa um legado visível em vários pontos dessa imensidão que é o nosso estado. (…)Meus sentimentos mais sinceros aos familiares, amigos e a todos os admiradores desse que foi, sem dúvidas, quem mais marcou a política Amazonense nos últimos anos”, publicou o deputado, no Instagram.
Adversário de Amazonino, o ex-deputado estadual Serafim Corrêa prestou solidariedade aos familiares de Amazonino.
A juíza Jaíza Fraxe, da Justiça Federal do Amazonas, também lamentou a morte do ex-governador, destacando a importância do ex-governador para a construção da Vara Federal de Tabatinga, no oeste do estado.
O senador Eduardo Braga afirmou que é impossível contar a história da política amazonense das últimas cinco décadas sem citar Amazonino. Braga também afirmou que o ex-governador “tornou-se referência para as gerações subsequentes”.
*G1AM


