Ramon Dino aponta qual é o seu maior adversário na defesa do título do Mr. Olympia: “Único rival”

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Ramon Dino iniciou a preparação para a defesa do título do Mr. Olympia, em Las Vegas, nos Estados Unidos. O atual campeão da Classic Physique está na fase “off” dos treinos em busca da construção do shape para apresentação programada para setembro.

O fisiculturista considera o espelho o seu maior adversário e que o título lhe trouxe mais tranquilidade para poder se preparar para a competição.

– Eu fico mais ou menos um mês sem treinar e depois já retorno de treino. Então, já estamos aí na fase de off, construção e treinando. A maturidade está vindo, o peso não pode subir muito, porque depois eu me ferro para poder baixar e encaixar na categoria. Mas é isso, estamos no caminho, tudo acontece.

– Acho que nessa questão psicológica, o título te traz muito mais conforto, muito mais confiança. E é isso que tem acontecido, porque se a gente chegou uma vez, a gente pode fazer de novo, e com mais maestria, e é isso que a gente vai fazer esse ano – disse Ramon, que respondeu sobre quem considera o seu maior rival na disputa do bicampeonato:

Só quando me olho no espelho. É o único rival que tenho.
— disse Ramon Dino.

Ramon Dino admite que o mercado fitness mudou depois da conquista do Mr. Olympia. O “Dinossauro do Acre” comemorou o fechamento de mais parcerias depois que se consolidou como um dos principais nomes do fisiculturismo mundial.

– A cobrança sempre vai ser a mesma dar o nosso melhor. Voltando do Olympia, consegui fazer bastante parceria, digamos que o mercado também fomentou um pouco mais depois do título que a gente trouxe para o Brasil. Muita coisa mudou para melhor no mundo fitness.

Se Ramon Dino considera atualmente o espelho como o seu maior adversário, outro brasileiro é tido por ele próprio como um postulante a ameaçar o seu reinado no Mr. Olympia: Rodrigo Pantera, ex-feirante que conquistou o pro card e busca agora uma vaga em uma das principais competições do fisiculturismo mundial.

– É um moleque batalhador, muito humilde, um cara com a genética também abençoada. Creio que, logo menos, ele está ali pelas cabeças na Olympia. Só basta ele continuar fazendo o que ele está fazendo, dedicação total, e é isso – finalizou o papo com o ge durante a edição brasileira do Arnold.

Fonte: Globo Esporte/Foto: Reprodução/YouTube

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