JERUSALÉM OU GAZA.

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Os Sunitas são um dos principais ramos do islamismo, sendo o outro ramo os xiitas. A população da Faixa de Gaza (1,7 milhão de pessoas) é predominantemente muçulmana sunita. O Hamas é um Movimento de Resistência Islâmica e domina política e militarmente a Faixa de Gaza. Ele é considerado como uma organização terrorista pela maioria dos líderes mundiais, principalmente pelos EUA. O Hamas não reconhece o Estado de Israel. Atualmente, o Hamas preconiza a luta armada contra Israel e seus civis, por todos os meios, visando à formação de um estado independente palestino “… desde o Rio Jordão até o mar”. Sua carta de princípios, redigida em 1988, preconiza o estabelecimento de um estado muçulmano na Palestina Histórica – incluindo, portanto, Israel, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Talvez agora, depois de ter bombardeado a Faixa de Gaza em 2008, 2012, 2014 e 2021, em retaliações a ataques de mísseis lançados por militantes do Hamas, talvez agora, depois do ataque sanguinário do Hamas a Israel, desse sábado, dia 07/10/2023, talvez agora Israel tome uma atitude mais drástica e surpreendente para o mundo todo. Qual será? O que o fanatismo ideológico – religioso ainda reserva para Israel e para o mundo? E os palestinos da Faixa de Gaza, os civis que se acotovelam numa área de 365 Km², num território de 41 quilômetros de comprimento e apenas de 6 a 121 Km de largura? Lá não existem os Juízes de “capas pretas” e nem as urnas, mas, tão maligno quanto, lá eles têm o Hamas que impõe as leis que lhe convém e decide sobre a vida ou a morte de qualquer cidadão contrário aos interesses dele. Filosoficamente, o povo determina o seu futuro pelo livre arbítrio da sua vontade coletiva. Mas, como o povo palestino da Faixa de Gaza se libertará da opressão do Hamas e escolherá o seu futuro? Como os povos de outros lugares se libertarão dos diferentes “Hamas” que se formaram através da violência ou da “conquista desleal pacífica”, tipo “perdeu mané”? E o que Israel fizer, agora, será modelo para o mundo cristão ameaçado? Hitler tentou dizimar o povo judeu e, atualmente, a Nova Ordem Mundial, de Esquerda, e seu séquito tupiniquim, desejam acabar com países e povos, tornando todos um só e um só, todos. Na realidade, o Hamas é a parte real, física e material, do pensamento da Esquerda, tanto mundial quanto aqui. Quem toma o Hamas como um movimento de Ultradireita deve repensar sobre a Ultraesquerda e suas semelhanças. Tanto que políticos e líderes da Esquerda brasileira e do mundo apoiam abertamente o Hamas. A cena da jornalista alemã, estuprada e depois degolada em público por integrantes do Hamas, é o filme que alguns desejam protagonizar no Brasil, contra brasileiros, povo contra povo. Qual o destino dos povos oprimidos, sejam os palestinos da Faixa de Gaza, sejam as famílias israelenses, seja aqui ou em qualquer parte do mundo? Certamente Deus não abandonará Israel.

Elias Do Brasil / Arte: OPP

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